<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756</id><updated>2012-01-10T16:23:18.761-08:00</updated><title type='text'>Fratura de Mão</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>75</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7442194194606790420</id><published>2011-12-27T04:34:00.001-08:00</published><updated>2011-12-27T04:34:42.289-08:00</updated><title type='text'>Como a órtese pode ajudar quem tem problemas nas mãos</title><content type='html'>&lt;p&gt;O termo órtese  origina-se da palavra grega "Orthos" que significa  direito, reto, normal.  Através disso podemos definir órtese como um  dispositivo exoesquelético que  aplicado a um ou vários segmentos do  corpo tem a finalidade de proporcionar o  melhor alinhamento possível,  buscando sempre a posição funcional, ou seja, a  mais adequada.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;O  tratamento com órteses pode ser definido como a  aplicação de forças externas  geradas por um aparelho utilizado pelo  paciente. Embora, essa força seja  elaborada biomecanicamente, também  apresenta implicações neurológicas  significativas, que resultam dos  impulsos proporcionados ao  SNC.    &lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;A órtese deve ser usada como um adjunto no processo  de reabilitação, de modo  que, uma órtese bem indicada, cuidadosamente  elaborada e apropriadamente  ajustada, com freqüência favorece o  tratamento terapêutico. Entretanto, devemos  considerar que o programa  de exercícios terapêuticos, aliado à intervenção com  órteses, precisam  abordar os mesmos problemas e devem ser direcionados para o  mesmo  resultado, tanto biomecânico quanto neurológico. &lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;As  finalidades principais das órteses, entre  outras,  são evitar o aparecimento de deformidades,  corrigir  deformidades já existentes passíveis de correção, bloquear e evitar   movimentos anormais e reduzir, por seu uso bem indicado e constante. As  órteses  em geral, podem atuar de três maneiras: prevenindo movimentos  não desejados,  estabilizando ou restringindo a linha de movimento de  uma ou mais articulações;  através da correção da deformidade; ou ainda  através do alívio total ou parcial  do peso corporal ou da articulação. &lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;As órteses são  dispositivos que auxiliam o membro  acometido durante a reabilitação da mão.  Elas controlam, preservam,  modificam e aumentam a mobilidade com o intuito de  corrigir desvios e  contraturas articulares, retrações tendinosas; atendendo a  casos  traumatológicos (fraturas, por exemplo), reumatológicos (artrite   reumatóide e tendinites) e neurológicos (paralisia cerebral). As órteses   proporcionam tratamentos menos dolorosos, mais modernos e períodos de  recuperação  muitas vezes mais curtos, possibilitando um retorno mais  rápido ao trabalho e  às atividades de vida diária como digitar, escovar  os dentes ou pentear os  cabelos, devendo estar associadas aos  exercícios e atividades terapêuticas,  proporcionando um tratamento mais  satisfatório.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt; Os tipos de  órteses variam de acordo com a  necessidade do paciente. Existem as estáticas,  estáticas seriadas,  estáticas progressivas, articuladas (utilizadas para  posicionamento do  membro), as dinâmicas (utilizadas para o fortalecimento de  músculos) e  as funcionais (as quais devem ser prescritas após uma avaliação   criteriosa das atividades de vida diária do paciente). Quanto à  classificação,  as órteses podem ser pré-fabricadas, que são feitas em  série, ou serem  confeccionadas sob medida pelo terapeuta ocupacional  respeitando as  características anatômicas individuais.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt; Após sua  confecção, faz-se necessário um  acompanhamento com observação criteriosa do  terapeuta ocupacional  quanto à melhora do padrão funcional com o uso da órtese  e a opinião do  paciente (quando possível) ou familiar quanto ao benefício  obtido.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt; Ao se  confeccionar uma órtese existem  considerações anatômicas que devem ser  respeitadas, por exemplo, os  arcos e as pregas palmares, as estruturas ósseas,  nervos e ligamentos.  As articulações nunca devem ser imobilizadas sem  necessidade para que  não aja limitação da função da mão.&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt; As órteses  sempre devem ser individuais, sempre  relacionadas a um programa de exercícios e  atividades, ajustes  constantes devem ser feitos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.recuperarte.com.br/ortese.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7442194194606790420?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7442194194606790420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7442194194606790420' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7442194194606790420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7442194194606790420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/12/como-ortese-pode-ajudar-quem-tem.html' title='Como a órtese pode ajudar quem tem problemas nas mãos'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-3024355119230375677</id><published>2011-12-14T06:02:00.001-08:00</published><updated>2011-12-14T06:02:25.375-08:00</updated><title type='text'>Problemas comuns na mão</title><content type='html'>&lt;br&gt;Independentemente da sua idade ou da sua ocupação, as suas mãos estão sempre trabalhando. Visto que as suas mãos são tão importantes, qualquer anormalidade pode ser preocupante. Muitos dos problemas comuns da mão, os quais interferem nas suas atividades diárias, podem ser diagnosticados e tratados por seu cirurgião-ortopedista.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Cistos&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os cistos são os caroços mais comuns na mão. Eles são mais comuns na parte posterior do pulso. Esses cistos não-malignos e cheios de fluido surgem dos ligamentos, de tecidos das articulações (juntas) ou da bainha dos tendões quando esses estiverem irritados ou inflamados. Eles podem desaparecer ou mudar de tamanho rapidamente.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Muitos cistos não necessitam de tratamento. Entretanto, se o cisto apresentar dores, interferir com as funções normais ou o paciente não gostar de sua aparência, o seu cirurgião-ortopedista pode remover o fluido, injetar esteróides ou remover o cisto cirurgicamente.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Síndrome do Túnel Carpal&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sintomas comuns da síndrome do túnel carpal são a dormência e formigamento na mão, especialmente à noite, dor causada por longos períodos empunhando um objeto, como por exemplo a direção de um carro ou dificuldades no manuseio de objetos. A dor pode também, em alguns casos, estender-se até o ombro.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Esses sintomas são causados por pressão no nervo mediano a medida que ele entra na mão através de um túnel no pulso. Os tendões que movimentam seus dedos também passam através desse túnel.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Casos pouco severos podem ser tratados com uma tala ou uma abraçadeira para descansar o pulso. Pode também ser utilizada injeção de esteróides no canal carpal, a fim de diminuir o inchaço em casos mais severos. Os casos que não respondem a tratamentos não-cirúrgicos e aqueles casos diagnosticados muito tarde podem necessitar cirurgia. Esse procedimento é geralmente efetuado com anestesia local.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Tendinite do Pulso&lt;br&gt;&lt;br&gt;A tenossinovite estenosante DeQuervain é mais comum em mulheres adultas com idade entre os 30 e 50 anos. Ela é uma irritação e inchaço da bainha ou túnel que envolve os tendões do polegar a medida que eles passam do pulso para o polegar. Os sintomas mais comuns são dores ao beliscar ou segurar um objeto e sensibilidade sobre o túnel. Em alguns casos um caroço pode ser sentido sobre essa superfície. Se for efetuado o teste de Finkelstein, que consiste em fechar a mão com o polegar entre os dedos em direção ao dedo mínimo, a dor piora.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A tendinite pode ser causada pela utilização demasiada da mão e também pode ser encontrada em associação com gravidez e com artrites inflamatórias ou outras doenças reumáticas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se tratados cedo, muitos casos melhoram com a simples utilização de talas, injeção de esteróides e/ou a prescrição de medicamentos anti- inflamatórios.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Casos mais severos e aqueles que não respondem a outros tratamentos podem necessitar cirurgia. A modificação e o afastamento das atividades que causam esses sintomas podem vir a ser necessárias inicialmente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;Desgaste e Rompimento&amp;quot; - Artrite da Mão&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A artrite de desgaste com rompimento é muito comum na base do polegar. Um sintoma comum inicial, que se agrava particularmente com o uso, é uma dor localizada na base do polegar. A doença em seu estágio inicial pode ser tratada com medicamentos antiinflamatórios, injeções de esteróides na articulação (junta) ou com talas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;À medida que o desgaste e a deformidade progridem, é freqüentemente necessário que se efetue uma cirurgia. Existem vários procedimentos para aliviar a dor e melhorar a função.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os nódulos de Heberden são caroços que surgem na última junta dos dedos ou polegar, como sinal da artrite de desgaste e rompimento ( Osteoartrite). À medida que as juntas deterioram, pequenos pedaços de ossos se deslocam para trás da junta e causam a formação de caroços.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os nódulos de Heberden não são dolorosos e muito raramente interferem com o funcionamento do dedo e da junta, dessa forma, geralmente não é necessário nenhum tratamento específico. Os pacientes que apresentarem dores podem ser tratados com medicamentos antiinflamatórios. Todos os pacientes devem continuar a utilizar sua mão normalmente, pois o desuso geralmente resulta em rigidez.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Contratura de Dupuytren&lt;br&gt;&lt;br&gt;A contratura de Dupuytren é um engrossamento hereditário de um tecido chamado fáscia que é encontrado logo abaixo da pele da palma de sua mão. Essa condição pode variar desde pequenos caroços até faixas muito espessas, as quais podem, eventualmente, puxar os dedos em direção à palma da mão.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A doença de Dupuytren é familiar e pode ser associada com tabagismo, doenças vasculares, epilepsia e diabetes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O único tratamento é o tratamento cirúrgico e ele é recomendado se existir contratura progressiva puxando os dedos em direção a palma da mão. Pequenos nódulos ou pequenos caroços na palma da mão não necessitam de tratamento até tornarem-se grandes e interferirem no funcionamento da mão. Mesmo com a remoção cirúrgica bem sucedida, as faixas podem aparecer novamente ou ocorrer em outros dedos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Dedo em Gatilho&lt;br&gt;&lt;br&gt;O dedo em gatilho é uma irritação da bainha digital que envolve os tendões flexores. Quando a bainha do tendão torna-se mais grossa ou inchada ela belisca o tendão e evita que ele deslize levemente. Em alguns casos o tendão é preso e então ele solta de repente, assemelhando-se ao acionamento de um gatilho.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Algumas vezes o inchaço pode ser tratado com descanso, modificação de atividades, antiinflamatórios por via oral ou injeções de esteróides. Dessa forma a bainha do tendão irá retornar a sua forma normal, livre de dor. Os casos mais severos podem necessitar de cirurgia para liberar o tendão. As atividades usuais do paciente podem ser efetuadas, à medida que as dores permitirem. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-3024355119230375677?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/3024355119230375677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=3024355119230375677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3024355119230375677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3024355119230375677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/12/problemas-comuns-na-mao.html' title='Problemas comuns na mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-4639418454358020399</id><published>2011-12-08T12:13:00.001-08:00</published><updated>2011-12-08T12:13:02.961-08:00</updated><title type='text'>Lesões crônicas de tendões flexores na mão — Reconstrução em dois estágios</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;O tratamento das    lesões crônicas dos tendões flexores da mão, ainda     hoje, é um desafio pela grande freqüência de aderência    do tendão  usado como enxerto. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;O  conceito atual    de tratamento deste tipo de lesão é a reconstrução     em dois estágios. O primeiro, onde se coloca um material sintético     no trajeto do tendão objetivando a formação de um neo-túnel    que possa  receber o enxerto biológico que será utilizado em um    segundo tempo  da reconstrução. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A utilização    de implantes iniciou-se em 1936&lt;sup&gt;(13)&lt;/sup&gt;,  em clássica experiência    com tubos de celulóides, na qual observou-se  a formação    de uma pseudobainha, composta por células adaptadas em  aceitar uma estrutura    de deslizamento, no caso a estrutura de tendão.  Esta técnica não    obteve o sucesso esperado, pois sendo o material  muito rígido, impedia    a mobilização passiva das articulações,  resultando    em rigidez do dedo. Somente em 1963&lt;sup&gt;(2)&lt;/sup&gt; é que se iniciou a    utilização de espaçadores mais flexíveis, de material    tipo silicone &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font size="2"&gt;Outras  propostas    de tratamento em dois estágios incluíam a utilização    de  enxerto de tendão, como o vascularizado, do flexor superficial do     mesmo dedo, conforme trabalho em1969&lt;sup&gt;(14)&lt;/sup&gt;, que apesar de  bastante    interessante, desconsiderava a utilização do implante no  primeiro    tempo. Somente em 1971 foi que aprimoraram e detalharam a  técnica de    reconstrução tendínea em 2 estágios da forma como    hoje  conhecemos, incluindo relatos clínicos de alguns bons resultados&lt;sup&gt;(10)&lt;/sup&gt;.    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A citação&lt;sup&gt;(1)    &lt;/sup&gt;reflete  bem a importância do tema analisado &amp;quot;Os tendões flexores    fazem parte  de um conjunto anátomo-fisiológico muito complexo    da mão. São os  principais elementos atuantes nos movimentos de    preensão; preensão  forte e vigorosa do operário que empunha    a sua marreta, preensão  delicada e sutil do desenhista que traça    as linhas corretas de um  perfil de um rosto ou de um hábil cirurgião    que maneja o seu bisturi  em movimentos rápidos e precisos. Se para o    operário a invalidez de  uma de suas mãos significa a perda de    sua capacidade para o trabalho,  para os outros representa toda uma gama de dificuldades    a começar  pelo seu relacionamento do dia a dia.&amp;quot; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Apesar  de haver    quase um consenso no que se refere à forma de reconstrução     das lesões crônicas dos tendões flexores, observamos uma     diversidade muito grande em relação aos resultados obtidos, muitas     vezes, pouco animadores, o que nos motivou a realização deste     trabalho relatando nossa experiência. Baseado em nossos resultados  propomos    uma discussão sobre os eventuais fatores que contribuem para  obtenção    de um resultado mais satisfatório. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;CASUÍSTICA&lt;/b&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A  casuística    consta de trinta e seis dedos em vinte e quatro pacientes  operados no período    compreendido de 1994 a 1997, onde vinte  pacientes eram do sexo masculino, e    quatro do sexo feminino. A idade  variou de 6 a 47 anos com média de 20    anos. O dedo mais acometido foi  o 2º quirodáctilo (44%); e a zona mais    lesada, segundo classificação  Verdan&lt;sup&gt;(19)&lt;/sup&gt;, foi a do    tipo II em 22 casos (88%). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;O intervalo decorrido    entre a lesão e o 1º estágio cirúrgico variou de 1½    meses a vinte meses com média de 3 meses. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;O sumário    geral da casuística está apresentado na (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#tab01" target="_blank"&gt;tabela    1&lt;/a&gt;),  onde se notam número de ordem, iniciais dos pacientes, idade,    sexo,  tipo de lesão ocorrida, localização das lesões    com suas respectivas  zonas e o intervalo de tempo entre a lesão e o 1º    estágio cirúrgico. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_tab01"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01tab01.gif"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font size="2"&gt;Todos os pacientes    foram avaliados pré-operatoriamente e classificados segundo a classificação&lt;sup&gt;(6)&lt;/sup&gt;    que considera o grau de extensão da lesão e estabelece também    o seu prognóstico. (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#tab02" target="_blank"&gt;Tabela 2&lt;/a&gt;). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_tab02"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01tab02.gif"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;MÉTODO    &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Técnica    operatória     &lt;br&gt;     1º Estágio&lt;/b&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A  técnica    consiste em um 1º estágio onde se faz implante de espaçador  de    silicone por todo o trajeto do tendão flexor até a base da falange     distal dos dedos. Alguns procedimentos cirúrgicos, complementares e  necessários    como: capsulotomias ou reparações das lesões associadas,     como por exemplo o nervo digital, também são realizados neste     estágio. Abordamos a lesão através de incisão volar    em Zigue Zague&lt;sup&gt;(8)&lt;/sup&gt; (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig01" target="_blank"&gt;Fig. 1&lt;/a&gt;). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;a name="1341eedd596d29e2_fig01"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig01.jpg"&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A  colocação    do espaçador de silicone nos dedos acometidos vai desde a  inserção    do flexor profundo dos dedos na falange distal, até a região  do    terço distal do antebraço (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig02" target="_blank"&gt;Fig. 2&lt;/a&gt;).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;a name="1341eedd596d29e2_fig02"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig02.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Distalmente,  sempre    suturamos o espaçador ao coto do tendão flexor remanescente  na    falange distal, porém proximalmente o deixamos livre. O espaçador     é sempre passado pelas polias remanescentes (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig03" target="_blank"&gt;Figs. 3&lt;/a&gt;    , &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig04" target="_blank"&gt;4&lt;/a&gt; ). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig03"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig03.jpg"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig04"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;  &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig04.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Ainda  neste 1º    estágio, quando necessário, reconstruímos as polias A 2    e  A 4 para se evitar o efeito em &amp;quot;arco de corda&amp;quot;. Para tanto usamos, dois  tipos    de tecidos, ou uma porção do tendão do flexor superficial     do próprio dedo acometido ou uma fita do retináculo extensor de     aproximadamente 0,5cm de largura ao nível do punho. Quanto à  reconstrução,    usamos duas técnicas: a tipo I &lt;sup&gt;(11)&lt;/sup&gt; que foi utilizada em 7    casos, onde realizamos a sutura da fita nas bordas fibrosas da antiga bainha    e a tipo II &lt;sup&gt;(2,12)&lt;/sup&gt;  em 11 casos, onde abraçamos e rodeamos    toda a falange óssea por  baixo dos extensores na falange proximal e por    cima na falange média (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig05" target="_blank"&gt;Figs. 5&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig06" target="_blank"&gt;6&lt;/a&gt;).    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig05"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig05.jpg"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig06"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;  &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig06.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;No pós operatório,    iniciamos já no terceiro dia a mobilização passiva das    articulações metacarpo e interfalangianas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;2º Estágio&lt;/b&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Após  um    período mínimo de 04 (quatro) meses, durante o qual forma-se uma     película ao redor do silicone, criando-se um neotúnel, efetuamos    a  segunda fase da tenoplastia. Nessa intervenção, abordamos com     mínimas incisões, as localizações das extremidades    proximal e distal  do espaçador de silicone já instalado, e substituímos    este espaçador  pelo enxerto de tendão. (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig07" target="_blank"&gt;Figs.    7&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig08" target="_blank"&gt;8&lt;/a&gt;). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig07"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig07.jpg"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig08"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;  &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig08.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;As  fontes de enxerto    utilizadas foram: palmar longo ipsilateral, palmar  longo contralateral, plantar    delgado e extensor curto dos dedos do  pé. (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig09" target="_blank"&gt;Figs. 9&lt;/a&gt;,&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig10" target="_blank"&gt;10&lt;/a&gt;).    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig09"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig09.jpg"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig10"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;  &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig10.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A passagem do enxerto    foi feita sempre de distal para proximal, fazendo com que este habite o neo-túnel    formado. (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig11" target="_blank"&gt;Fig. 11&lt;/a&gt;). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig11"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig11.jpg"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Distalmente  suturamos    o enxerto no coto do tendão flexor profundo remanescente  que está    inserido na falange distal. Para reforço desta sutura,  realizamos a técnica    do &amp;quot;Pull Out&amp;quot; &lt;sup&gt;(14)&lt;/sup&gt;. A sutura proximal  do enxerto foi feita no próprio    tendão flexor profundo, ou  superficial do dedo acometido. Em alguns casos    de lesão, utilizamos  como força motora, o tendão superficial    do dedo vizinho sendo  geralmente o do 4º dedo. Todas as suturas foram realizadas    pela  técnica Pulvertaft&lt;sup&gt;(15)&lt;/sup&gt;. A tensão desta sutura    manteve o  dedo em um grau de flexão maior que os outros dedos na posição    de  repouso, quando a sutura era feita no próprio tendão lesado.    (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig12" target="_blank"&gt;Fig.12&lt;/a&gt;). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;a name="1341eedd596d29e2_fig12"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig12.jpg"&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;No  pós operatório    mantivemos o punho em extensão neutra, articulações  metacarpofalangianas    em 80º e interfalangianas em 0º. Iniciamos a  mobilidade passiva no quinto dia    pós operatório e ativa sem  resistência no 18º dia. Os pacientes    utilizaram órteses por um  período total de seis semanas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;O sumário    geral do método está apresentado na (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#tab03" target="_blank"&gt;Tabela 3&lt;/a&gt;),     onde se notam número de ordem, iniciais do paciente, tipo de polia  reconstruída,    tipo de reconstrução de polia, as fontes de enxerto  utilizadas    e o tipo de tendão utilizado como motor na sutura proximal  ao enxerto.    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_tab03"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;  &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01tab03.gif"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;RESULTADO&lt;/b&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Na avaliação    pós operatória usou-se a método de WHITE&lt;sup&gt;(21)&lt;/sup&gt;,     o qual baseia-se nos seguintes parâmetros: perda de extensão,  somatória    da flexão das articulações interfalangianas e  metacarpofalangianas    e de distância Polpa-Palma, conforme se vê (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#tab04" target="_blank"&gt;Tabela    4&lt;/a&gt; e nas figuras: &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig13" target="_blank"&gt;13&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig14" target="_blank"&gt;14&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig15" target="_blank"&gt;15&lt;/a&gt;).    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_tab04"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01tab04.gif"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig13"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;  &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig13.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig14"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig14.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;a name="1341eedd596d29e2_fig15"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig15.jpg"&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Os nossos resultados    estão na (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#tab05" target="_blank"&gt;tabela 5&lt;/a&gt;), que segue os critérios    de avaliação propostos por WHITE. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_tab05"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01tab05.gif"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Analisando-se  os    resultados vemos que 5,5% foram considerados excelentes (2  dedos), 61,1% bons    (22 dedos), 16,6% com resultados regulares (6  dedos) e 16,7% com maus resultados    (6 dedos). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;COMPLICAÇÕES&lt;/b&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Dez pacientes tiveram    as seguintes complicações em 17 dedos: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Aderência    ao nível da sutura proximal&lt;/b&gt; em 3 dedos (8,3%) Pacientes números:    01 - 2º QDE, 03 - 4º QDE, 06 - 5º QDE e na distal em 6 dedos (16,6%) 6 - 4&lt;u&gt;&lt;sup&gt;º&lt;/sup&gt;&lt;/u&gt;    QDE, 7- 2º QDD, 10 - 4º QDD, 15 - 3º QDD, 13 - 2º QDE, 21 - 2º QDD. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Infecção&lt;/b&gt;    em 2 dedos (5,5%) Pacientes números: 21- 2º QDD, 1- 4º QDE, &lt;b&gt;migração    do espaçador&lt;/b&gt; de silicone em 1 dedo (2,7%) Paciente número    17 - 4º QDD. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;Afrouxamento    do tendão&lt;/b&gt;  em 4 dedos (11,1%) pacientes números 10 - 3º QDD,    18 - 3º QDD, 2 -  3º QDE, 2 - 4º QDE. e arco de corda em 1 dedo (2,7%) Paciente    número:  19 - 4º QDD. Não se constatou em nenhum caso ruptura do    enxerto de  tendão ou sinovite. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Para  as aderências    tendinosas foram realizados tenólises em segundo tempo  em todos os pacientes.    Os casos de infecção foram tratados com  antibioticoterapia e reoperados    em segundo tempo. No paciente em que  houve a migração do espaçador,    este foi reposicionado e seguida;  posteriormente a técnica normal de    cirurgia, para os casos visíveis  de afrouxamento do tendão foi    feito retesamento e para o caso do  &amp;quot;arco de corda&amp;quot; foi feito a reconstrução    da polia pela técnica do  tipo II. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;DISCUSSÃO&lt;/b&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font size="2"&gt;Quando  deparamos    com uma lesão dos tendões flexores a nível da mão,    é de  suma importância sua divisão em: aguda ou crônica.    Se por um lado as  lesões agudas, quando tratadas, tem um prognóstico    melhor, não  podemos dizer o mesmo das lesões crônicas em    que se faz necessário,  uma reconstrução mais complexa e    portanto sujeita a uma margem maior  de resultados insatisfatórios. Pela    classificação de Boyes&lt;sup&gt;(6)&lt;/sup&gt;,  dentre as crônicas,    as piores quanto ao prognóstico são as de grau  maior do que 3.    A maioria dos casos por nós tratados são lesões  crônicas    assim classificadas, portanto, os piores casos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Em  relação    ao primeiro estágio cirúrgico consideramos importante uma  ampla    exposição da região volar do dedo acometido para que possamos     avaliar as condições das polias remanescentes, e quando de sua     inviabilidade, realizarmos a reconstrução de pelo menos as A 2    e A 4.  Pois sem estas polias, na flexão do dedo ocorre o &amp;quot;arco de corda&amp;quot;    já  mencionado e observado no paciente nº 19 (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig16" target="_blank"&gt;Figs. 16    a 19&lt;/a&gt;).  Para reconstrução de uma polia recorremos a uma fita    transversa do  retináculo extensor do carpo, quando havia necessidade    de mais de uma  polia recorríamos ao flexor superficial do próprio    dedo acometido.  Observamos que o tipo de reconstrução onde a sutura    era feita apenas  suturando-se nas bordas da bainha remanescente (tipo I) técnica     original, descrita&lt;sup&gt;(11)&lt;/sup&gt; não garantia os bons resultados. Portanto    passamos a proceder a reconstrução da polia em forma de anel&lt;sup&gt;(2,12)&lt;/sup&gt;,ao     redor de toda a circunferência da falange proximal e média. Desta     forma obtínhamos uma nova polia com maior resistência evitando-se     assim o efeito em arco de corda. Os pacientes operados pelo tipo II  apresentaram    melhores resultados, como nos pacientes números: 5&lt;b&gt; -&lt;/b&gt; 5º QDE, 9    - 3º QDD, 12 &lt;b&gt;-&lt;/b&gt; 2º QDE, 15 - 3º QDD, 17 - 5º QDD, 23 - 3º QDD,23 - 4º    QDD, 23 - 5º QDD, 24 - 2º QDD, 11 - 4º QDD. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig16"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt; &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig16.jpg"&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig17.jpg"&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig18.jpg"&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_fig19"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;  &lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig19.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Não  usamos    esta técnica em nenhuma lesão do polegar, pois acreditamos  que    nestes casos, a transposição do flexor superficial do 4º dedo     tenha melhores resultados. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Somente  após    um período mínimo de 4 meses é que era realizado o 2º estágio,     tendo como pré-requisito básico a amplitude articular passiva     total do dedo acometido. Apesar das diferenças individuais, as  orientações    quanto ao processo de reabilitação pós-operatória    eram  feitas de maneira uniforme. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Em  relação    ao segundo estágio da reconstrução, consideramos alguns     pontos importantes que levam a um resultado final mais satisfatório.     São estes: o tipo de enxerto, a forma de fixação distal    do enxerto, a  unidade motora a ser utilizada, a tensão da sutura que    devemos  manter ao tendão reconstruído e fisioterapia pós-operatória    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Como  fonte doadora    de enxerto nossa prioridade recaiu sobre o tendão do  palmar longo, plantar    delgado e o extensor curto dos dedos do pé,  nesta ordem. Quando presente    o tendão palmar longo oferece mais  vantagens, sendo o mais utilizado.    Quando foi necessário mais de um  enxerto (caso de dois ou mais dedos    lesados) obviamente realizamos a  retirada de enxerto de outros locais. A passagem    do enxerto pelo  túnel já preparado foi a menos traumática    possível com a realização  de incisões pequenas tanto    a nível do punho como na base da falange  distal do dedo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Em relação    à fixação distal do enxerto achamos mais seguro complementar    a sutura com a realização de um &amp;quot;pull-out&amp;quot;&lt;sup&gt;(18)&lt;/sup&gt;.  Devemos    lembrar também da importância do fechamento da pele na  região    da sutura distal antes do inicio da sutura proximal, pois após  esta teremos    dificuldade em abordar a região volar do dedo devido à  sua posição    de flexão. A nível da sutura proximal, não temos dúvida     em afirmar que a sua realização na zona 5 é fator de melhor     prognóstico do que as realizadas em outro nível, já que    o risco de  aderência é menor&lt;sup&gt;(5)&lt;/sup&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;  Uma vez secionado    o tendão temos uma retração não só do segmento     tendíneo como principalmente da porção muscular. Mesmo    que no momento  de sua utilização procuremos fazer seu alongamento,    acreditamos não  ser possível obter seu comprimento normal, o que    irá ocorrer contudo  ao longo do processo de reabilitação.    A nosso ver esta é a principal  causa da frouxidão que acaba se    sucedendo no tendão reconstruído. Com  relação a    escolha da unidade motora utilizamos o flexor profundo ou  superficial de outro    dedo adjacente. A utilização do flexor  superficial de um dedo    adjacente normal, em geral o quarto dedo,  proporciona maior previsibilidade    quanto a não perda de tensão ao  longo do processo de reabilitação.    Portanto, achamos que no caso de  utilizarmos como unidade motora o próprio    dedo lesado, a tensão da  sutura no intra-operatório deverá    ser maior, o que será observado  pela maior flexão do dedo em relação    aos demais na posição de  repouso, ao contrário da utilização    do tendão adjacente em que  poderemos ajustar a tensão de forma    que o dedo assuma uma posição de  repouso próxima à    anatômica. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Nos  pacientes que    apresentavam &amp;quot;frouxidão&amp;quot;, por perda da tensão pós  operatória    realizamos nova intervenção para retesamento e notamos que  após    a cirurgia houve melhora significativa em 3 casos. Paciente  números:    2 - 3º QDE, 2 - 4º QDE, 10 - 3º QDE, mostrando a importância  da &amp;quot;regulagem&amp;quot;    da tensão na sutura. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Ressaltamos  também    a importância da fisioterapia pós-operatória onde chamamos     à atenção para a posição das articulações    interfalangianas proximais  que devem sempre, estar em posição    de extensão completa (0º), pois a  retração em flexo da    articulação, acaba comprometendo o resultado. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A razão    de adotarmos a classificação de WHITE&lt;sup&gt;(21)&lt;/sup&gt;  é    que a mesma apresenta parâmetros mais completos, possibilitando  assim    uma melhor análise dos resultados, embora as vezes se torne  difícil    compararmos com outras da literatura, menos rigorosas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A reconstrução    de tendões flexores em lesões crônicas é considerada    uma verdadeira operação de salvamento&lt;sup&gt;(16)&lt;/sup&gt;. Nossos resultados    mostraram, quando comparados com a literatura&lt;sup&gt;(4,7,9,14 e 15)&lt;/sup&gt;  uma    média maior de bons resultados; talvez porque tenhamos utilizado  os detalhes    de técnica já mencionados, que teriam influenciado os  nossos resultados    (diminuição da incidência de maus resultados). Como  demonstramos    no paciente número 14 (&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#fig19" target="_blank"&gt;Figs. 19 a 23&lt;/a&gt;). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig20.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig21.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig22.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/a01fig23.jpg"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;CONCLUSÃO&lt;/b&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;A  reconstrução    dos tendões flexores em dois estágios pode melhorar  significativamente    a função dos dedos lesados que apresentam extensa  fibrose ou aderência    do mecanismo flexor. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS    BIBLIOGRÁFICAS&lt;/b&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;1.  ABREU, L. B.    de. Citação em tese de doutorado sobre tenoplastia em  dois estágios    nas secções traumáticas dos tendões flexores nos     dedos da mão, dentro da bainha fibrosa. Arakiri, T. Comunicação     Pessoal, &lt;i&gt;Tese Doutorado à USP:&lt;/i&gt; 01, 1972. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;2. ARONS, M. S.    A-new tendon pulley passes. &lt;i&gt;J. Hand Surg. &lt;/i&gt;10 - A: 758-759, 1985. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;3. BASSETT, A.    L. &amp;amp; CARROLl, R. E. Formation of tendon sheatt by silicone-rod implants.    &lt;i&gt;J. Bone Joint Surg&lt;/i&gt; (Am) 45: 884-885, 1963. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;4. BECKER, H. Primary    repair of flexor tendons in the hand without in immobilisation- preliminary    report. &lt;i&gt;Hand&lt;/i&gt;. 10: 37-47, 1978. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;5.BISHOP, A. T.    Flexor mechanism reconstruction and rehabitation. &lt;i&gt;Surgery of the hand and    upper extremity, &lt;/i&gt;48: 1133-1161, 1991. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;6. BOYES, J. H.    Flexor - Tendon grafts in the fingers and thumb. &lt;i&gt;J. Bone Joint Surg&lt;/i&gt;.,    53 - A : 1332-1342,1971. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;7.BRUG, E. &amp;amp;    STEDTFELD, H. W. Experience with a two-stage pedicled flexor tendon graft. &lt;i&gt;Hand    &lt;/i&gt;11: 198-205, 1979. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;8. BRUNNER, J.    M. The Zig - zag volar - digital incision for flexor tendon. &lt;i&gt;Surgery. Plast.    Reconstr.Surg&lt;/i&gt;. 10:571-574, 1967. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;9. GONZALEZ, R.    Experimental tendon repair with the flexor tunnels. &lt;i&gt;J. Bone. J. T. Surgy    Amer &lt;/i&gt;Vol 35 A: 941, 1953. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;10.  HUNTER, J.    M. &amp;amp; SALISBURE, R. E. Flexor tendon reconstruction in  severely damaged hands:    A two - stage procedure using a silicone -  dacron reinforced glicing prosthesis    prior to tendon grafting. &lt;i&gt;J.Bone Joint Surg&lt;/i&gt;. (Am) 53: 829-858, 1971.    &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;11.  KLEINERT, H.    E. &amp;amp; BENNETT, J. B. Distal pulley reconstruction  employing the always presents    rim of the previous pulley. &lt;i&gt;J. Hand. Surg &lt;/i&gt;3: 297-298, 1978. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;12.  KOCK, S. L.    Complicated contractures of the hand, their treatment by  freeing fibrosed tendon    and replacing destroyed tendons with grafts.  &lt;i&gt;AmSurg &lt;/i&gt;98: 546-580,1933.    &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;13.  MAYER, L. &amp;amp;    RANSOHOFF, N.S. Reconstruction of the distal tendon  sheath contribution to the    Physiological method of Repair of damanged  finger tendon.&lt;i&gt; J. Bone Joint Surg    &lt;/i&gt; 18: 607, 1936. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;14. PAVENA HOLEVICH,    E. Two - stage tenoplasy in injury of the flexor tendons of the hand. &lt;i&gt;J.    Boneand Joint Surg&lt;/i&gt;. , 51 - A : 21-32, 1969. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;15. PUVERTAFT,    R. G. The results of tendons grafting for flexor tendon injuries in fingers    and thumb after long delay. &lt;i&gt;Bull Hosp. Joint. Dis&lt;/i&gt;. , 21 : 317-321, 1960.    &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;16. SCHIMTZ, P.    W. &amp;amp; STROMBERG, W. B. Two - Stage flexon tendon reconstruction in the hand&lt;i&gt;.    Clin Orthop &lt;/i&gt;131: 185-190, 1978. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;17.  SCHNEIDER,    L. H. Staged flexon tendon reconstruction using the  method of Hunter: A personal    series involving 57, flexor tendon. &lt;i&gt;J. Hand. Surg&lt;/i&gt; 3: 287, 1978. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;18. TUBIANA, R.    Pos-Operative care following flexor tendon grafting. &lt;i&gt;Hand &lt;/i&gt;6: 132-154,    1974. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;19. VERDAN, C.    Pratical considerations for primary and secondary repair in flexor tendon injuries.    &lt;i&gt;Surg. Clin. north&lt;/i&gt;. Am., 44 : 951-970, 1964. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;20.  WENSTEIN, S.;    SPRAGUE, B. L. &amp;amp; FLATT, A. Evaluation of the two -  stage flexor tendon reconstruction    in severely damaged digits.&lt;i&gt; J. Bone Surg &lt;/i&gt;58 - A: 786-791, 1976. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;21.  WHITE, R.;    MENIMAN, P. Mc &amp;amp; GORDON, S. Evaluation of results in  flexor tendon surgery.    Ann Chirurgu 33 : 659-662, 1979. &lt;/font&gt;        [ &lt;a&gt;Links&lt;/a&gt; ]&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;a name="1341eedd596d29e2_end"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-78522002000200001#topo" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.scielo.br/img/revistas/aob/v10n2/seta.gif" border="0"&gt;&lt;/a&gt;    Endereço para correspondência&lt;/b&gt;    &lt;br&gt;     Rua das Hortências, 451 - Granja Viana     &lt;br&gt;   Carapicuiba - SP - CEP 06355-370     &lt;br&gt;   Email: &lt;a href="mailto:samuelribak@aol.com" target="_blank"&gt;samuelribak@aol.com&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;font size="2"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Trabalho    realizado no Hospital Nossa Senhora do Pari - São Paulo - SP &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;  &lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-4639418454358020399?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/4639418454358020399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=4639418454358020399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4639418454358020399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4639418454358020399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/12/lesoes-cronicas-de-tendoes-flexores-na.html' title='Lesões crônicas de tendões flexores na mão — Reconstrução em dois estágios'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7442201013715792875</id><published>2011-10-11T12:30:00.001-07:00</published><updated>2011-10-11T12:30:45.513-07:00</updated><title type='text'>Movimentos da mão</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;A flexão do punho é predominantemente uma função da ação sincrônica do flexor radial do carpo, flexor ulnar do carpo e flexor superficial dos dedos. Foi relatado que o flexor profundo dos dedos não exerce um papel na flexão do punho, embora sua posição sugira uma possível contribuição, assim como as posições do palmar longo e flexor longo do polegar. Esses músculos, juntamente com o pronador redondo, compõem o que é denominado grupo flexor superficial do antebraço.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Há três extensores principais do punho: extensor radial longo do carpo, extensor radial curto do carpo e extensor ulnar do carpo. Durante o cerramento do punho, o extensor radial longo do carpo é muito ativo, ao passo que o extensor radial curto do carpo é quase inativo. Em virtude de sua posição, os extensores dos dedos, do dedo mínimo, longo do polegar e do indicador são considerados extensores auxiliares do punho. Um grupo extensor superficial do antebraço é composto pelos extensores radiais longo e curto do carpo, extensor dos dedos, extensor do dedo mínimo, extensor ulnar do carpo e os músculos da articulação do cotovelo braquiorradial e ancôneo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os desvios radial e ulnar (abdução e adução) resultam da contração sinérgica de músculos que são responsáveis primariamente pela flexão e extensão do punho. A abdução resulta da contração do flexor e extensor radiais do carpo. O extensor dos dedos e flexor dos dedos são ativos e podem contrair-se com uma adução extrema do punho ou amplitude do movimento de abdução. A abdução pode ser auxiliada pelo grupo extensor profundo (abdutor longo do polegar, extensor curto do polegar, extensor longo do polegar, extensor do indicador e supinador) devido às suas linhas de tração.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os músculos intrínsecos da mão são subdivididos em três grupos os do dedo polegar, encontrados no lado radial e responsáveis pela eminência tenar; os do dedo mínimo, encontrados no lado ulnar e responsáveis pela eminência hipotenar; e os no meio da mão e entre os metacarpais. Os pequenos músculos intrínsecos da mão estão associados aos movimentos dos dedos. Dividem-se em três grupos - os quatro lumbricais, os quatro interósseos dorsais e os três interósseos palmares. Os lumbricais se localizam na palma, e os interósseos, entre os metacarpais. Todos servem para fletir as falanges proximais e estender as falanges médias e distais. Três músculos atuantes apenas sobre o dedo mínimo, o abdutor do dedo mínimo, flexor curto do dedo mínimo e oponente do dedo mínimo, também são músculos intrínsecos da mão.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A flexão do polegar ocorre quando o primeiro metacarpal é movido transversalmente à palma: a extensão é o movimento de retomo. A abdução do polegar a partir da posição anatômica ocorre quando o primeiro metacarpal afasta-se do segundo num plano perpendicular ao da mão. A adução do polegar é o movimento de retorno. A oposição do polegar aos dedos é uma ação peculiar e crucial da mão humana e envolve uma combinação de abdução, circundução e rotação que traz a ponta do polegar para uma posição olhando para as pontas dos dedos, ou em oposição a elas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Oito músculos atuam sobre o polegar, dos quais quatro são intrínsecos da mão. Os músculos extrínsecos são o extensor longo do polegar, extensor curto do polegar. Abdutor longo do polegar e flexor longo do polegar. Os quatro músculos intrínsecos, que se originam na eminência tenar, são o flexor curto do polegar, oponente do polegar, abdutor curto do polegar e adutor do polegar.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os movimentos do polegar são função de complexas interações neuromusculares e mecânicas entre os músculos intrínsecos e extrínsecos. Uma medida da complexidade e, portanto, da importância do polegar à função normal da mão é refletida pelo fato de que o valor do polegar foi estimado entre 40 e 50% de toda a mão. A extensão das articulações do polegar está sob controle dos extensores longo e curto do polegar, que atuam nas falanges e metacarpais. O oponente do polegar e abdutor curto do polegar são músculos tenares ativos durante a extensão do polegar. O flexor curto do polegar desempenha um importante papel no posicionamento do polegar sem carga próximo às pontas dos dedos, enquanto o flexor longo do polegar geralmente é inativo. Este, entretanto, parece fornecer a maior parte da força necessária para neutralizar cargas aplicadas ao polegar nessa posição, não importando se a falange distal está fletida ou estendida. O fator limitante na força da preensão pode de fato ser uma função da incapacidade de o polegar opor-se a cargas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Para a adução do polegar contribuem o extensor longo do polegar, flexor longo do polegar, flexor curto do polegar e adutor do polegar. A contribuição do flexor e extensor longo do polegar é solicitada para trabalhar contra uma carga e, ao neutralizar as tendências dos outros músculos a fletir ou estender o polegar, propicia um torque de adução resultante.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os músculos hipotenares, são o palmar curto, abdutor do dedo mínimo, flexor curto do dedo mínimo e oponente do dedo mínimo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando o polegar é suavemente colocado em oposição aos lados e pontas de cada um dos dedos mediais, os músculos tenares são mais ativos que os hipotenares. Dos músculos tenares, o oponente é o mais ativo e o flexor curto do polegar o menos ativo. O músculo hipotenar mais ativo é o oponente do dedo mínimo. À medida que a força de oposição aumenta, a atividade do flexor curto do polegar aumenta, tornando-se dominante.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os dedos e seus movimentos exemplificam como o conhecimento do tipo de articulação e da direção da linha de tração dos músculos envolvidos não fornece todas as informações necessárias para determinar o movimento qualitativamente. A complexa expansão extensora, uma estrutura tendínea altamente especializada, é um importante determinante do movimento dos dedos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Na posição lumbrical, os lumbricais e interósseos dorsais e palmares não podem simultaneamente fletir a articulação MF e estender as articulações IFP e IFD. Na posição em gancho, a contração dos flexores longos dos dedos é necessária à flexão das IFP e IFD mas também é acompanhada de um indesejável torque de flexão na MF. Para anular o torque contraproducente, o extensor dos dedos se contrai, mas assim fazendo tende a causar extensão das IFP e IFD). Essas ineficiências aparentes podem ser explicadas pela natureza dos sistemas de alavancas e pela tensão passiva gerada por antagonistas alongados.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os lumbricais e interósseos tendem a ser o sistema muscular dominante na articulação MF. Segundo, o extensor dos dedos domina a articulação MF quando os lumbricais não estão ativos. Terceiro, os flexores longos dominam as articulações IFP e IFD mesmo quando o extensor dos dedos está ativo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Na posição lumbrical, os lumbricais e interósseos causam flexão da MF, que alonga o tendão do músculo extensor dos dedos e subseqüentemente causa extensão das articulações IFP e IFD. Na posição em gancho, o músculo extensor dos dedos e os flexores longos contribuem. O primeiro domina a articulação MF e os dois últimos dominam as articulações IFP e IFD. Na flexão completa, os flexores longos dominam as articulações MF, IFP e IFD, mas o estiramento imposto à expansão extensora deve ser aliviado por algum grau de extensão do punho ou, no mínimo, evitando-se a flexão do punho.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O movimento de preensão é geralmente considerado como a categoria de movimentos da mão nos quais a mão segura um objeto. Os movimentos de preensão são classificados como aperto de potência ou aperto de precisão. No primeiro, todos os músculos extrínsecos contribuem para a força. Os músculos interósseos e tenares são usados no aperto de potência, mas os lumbricais (excluindo o quarto) não são ativos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;O movimento grosseiro e força compressiva necessários no aperto de precisão são proporcionados por músculos extrínsecos específicos. Os músculos intrínsecos, entretanto, fornecem as características de controle fino da preensão. Se um objeto precisa ser girado na mão, os interósseos são importantes para abduzir e/ou aduzir as articulações MF, e os lumbricais abduzem e/ou aduzem e giram a falange proximal. Os interósseos propiciam alterações delicadas na compressão, e o flexor curto do polegar oponente do polegar e abdutor do polegar fornecem forças de adução transversalmente à palma. &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7442201013715792875?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7442201013715792875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7442201013715792875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7442201013715792875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7442201013715792875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/10/movimentos-da-mao.html' title='Movimentos da mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7350773541383573340</id><published>2011-09-25T10:50:00.000-07:00</published><updated>2011-09-25T10:50:00.375-07:00</updated><title type='text'>Fratura exposta</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Quando o osso fraturado ou seu hematoma entra em contato com o meio externo denomina-se fratura exposta&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;.  Outras denominações possíveis como “fratura aberta” ou “fratura  composta”  não são utilizados com frequencia em nosso meio ( na língua  inglesa é utilizado o termo &lt;i&gt;open fracture &lt;/i&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;O  grande problema da fratura exposta é a infecção óssea  (osteomielite)  que pode ocorrer. O osso é um “órgão” pouco vascularizado, o que torna  difícil o combate à infecções . Da mesma forma, os antibióticos não  podem agir adequadamente no osso infectado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;No  atendimento ao paciente com uma ou mais fraturas expostas, deve-se  inicialmente obedecer os princípios de um paciente vítima de trauma ou  seja, seguir os princípios do ATLS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Durante o ABCDE,  no exame primário, &lt;b&gt;a preocupação inicial com a fratura exposta será na &lt;u&gt;Circulação&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;  , após a garantia de uma via aérea pérvia e de uma respiração adequada. Nesta fase, &lt;b&gt;apenas  o alinhamento do membro e a compressão do sangramento com ataduras é  realizado em conjunto com uma imobilização provisória. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Após  a reanimação do paciente, e após os exames subsidiários do exame  primário, será feito o exame secundário e avaliação da fratura exposta  com as radiografias dos membros fraturados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;O  tratamento fundamental da fratura exposta é a prevenção de infecção com  a limpeza exaustiva com 10 litros de soro fisiológico. A Segunda etapa  também importante é o desbridamento  dos tecidos que estão necrosados ou  que estão desvitalizados e irão necrosar. A antibióticoterapia é um  tratamento adjuvante e é feito com  bactericidas de largo espectro de  ação. Os mais utilizados são as cefalosporinas de primeira geração  associados com aminoglicosídeos. Alternativa para essa associação é a  cefalosporina de terceira geração. O agente infeccioso mais comum é o &lt;i&gt;estafilococus aureus .   &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para um tratamento mais adequado , assim como para a definição do prognóstico, foi criado um sistema de classificação por &lt;i&gt;Gustilo e Anderson &lt;/i&gt;para as fraturas expostas .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A classificação está resumida na tabela:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;table style="font-family: arial;" align="center" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" width="90%"&gt;           &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;  &lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tipo I&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tipo II&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tipo III&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ferimento&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;lt; 1 cm&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1 a 10 cm&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&amp;gt; 10 cm&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Contaminação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;pouca&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;moderada&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;grande&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lesão óssea&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Simples ( traço transverso ou oblíquo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pouca cominuição &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cominutiva ou segmentar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;         &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;O tipo III é subdividido em 3 tipos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;table style="font-family: arial;" align="center" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" width="90%"&gt;           &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;III A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;III B&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;III C&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;           &lt;tr&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;È possível cobrir o osso fraturado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Não é possível a cobertura óssea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="Normal" valign="top"&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Lesão vascular que precisa ser reparada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;         &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;           Após a limpeza cirúrgica, a estabilização do osso pode ser feita com  qualquer método. O mais utilizado em fraturas expostas é o Fixador  externo, pois permite a realização de curativos com maior faciliadade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;           Em geral, a ferida na pele não deve ser suturado no tratamento de  urgência das fraturas expotas para que não ocorra a formação de um  hematoma ou abscesso. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;           A profilaxia contra o tétano é obrigatória: Se o paciente está  imunizado(vacina nos últimos 10 anos), apenas a vacina antitetânica é  utilizada, caso contrário, a imunoblobulina humana contra o tétano  também deve ser prescrita.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Após alguns dias , quando na certeza que não haverá infecção, o tratamento definitivo da fratura é realizado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7350773541383573340?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7350773541383573340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7350773541383573340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7350773541383573340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7350773541383573340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/09/fratura-exposta.html' title='Fratura exposta'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7742347107724952714</id><published>2011-09-17T10:49:00.000-07:00</published><updated>2011-09-17T10:49:00.490-07:00</updated><title type='text'>Sindrome do compartimento em fraturas</title><content type='html'>Complicação grave do traumatismo dos membros é a síndrome de compartimento. Um compartimento é delimitado pelo osso e a fáscia que nele se insere. A perna e o antebraço são os mais afetados. A perna possui 4 compartimentos bem definidos: o anterior, lateral, posterior profundo e posterior superficial. O antebraço possui o compartimento anterior e o posterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No interior de um compartimento existem músculos, tendões, arérias e nervos. Sendo inelástico, o aumento da pressão no interior do compartimento, leva à um sofrimento vascular da extremidade, da musculatura local, e dos nervos da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais causa de um aumento da pressão no compartimento, são o edema muscular e a hemorragia decorrentes da fratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o aumento da pressão intracompartimental , os sinais clínicos são os mais importantes, e entre eles, o principal é a dor. Outros sinais são diminuição da perfusão, parestesia, domnuição do pulso e anestesia do membro. Contudo, esses sinais são mais tardios, quando a síndrome já está definitivamente instalada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fraturas da tíbia e as fraturas do cotovelo em crianças são os eventos inicias mais comuns. Quando o antebraço da criança é afetado como decorrente de uma fratura da região do cotovelo( fratura supracondileana de úmero) é denominada contratura isquêmica de Volkmann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento da síndrome é sempre cirúrgico com a abertura da fáscia, a chamada fasciotomia. Sempre que desconfiarmos clinicamente da presença de uma síndrome compartimental (principalmente pela dor intensa), o procedimento deve ser realizado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um método simples para medir a pressão intracompartimental, chamado de Whitesides. Quando a diferença entre a pressão arterial diastólica do paciente e a pressão intracompartimental for menor do que 30mmHg, está indicado também a fasciotomia. Este método é útil em pacientes inconscientes que não podem nos avisar do principal sintoma da síndrome: a dor!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7742347107724952714?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7742347107724952714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7742347107724952714' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7742347107724952714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7742347107724952714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/09/sindrome-do-compartimento-em-fraturas.html' title='Sindrome do compartimento em fraturas'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-5222188766534046491</id><published>2011-09-08T10:47:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T10:47:00.076-07:00</updated><title type='text'>Fases da regeneração óssea</title><content type='html'>Quando um osso se quebra, a fissura também rompe os vasos sangüíneos que percorrem todo o comprimento do osso. O sangue vaza dessas veias e rapidamente forma um coágulo chamado de hematoma no local da fratura. Isso ajuda a estabilizar o osso e a manter as duas partes alinhadas para a cura. O coágulo também interrompe o fluxo de sangue para extremidades partidas dos ossos. Sem receber sangue, essas células ósseas rapidamente morrem. Seguem-se inchaço e inflamação, devido ao trabalho das células que estão removendo tecidos mortos e danificados. Pequenos vasos sangüíneos se estendem até o hematoma sobre a fratura a fim de alimentar o processo de cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Depois de diversos dias, o hematoma sobre a fratura se transforma em um tecido mais duro que forma o calo mole. Células conhecidas como fibroblastos começam a produzir fibras de colágeno, a mais importante proteína dos ossos e do tecido conectivo. Depois, os condroblastos começam a produzir um tipo de cartilagem conhecida como fibrocartilagem, que transforma o calo em um calo fibrocartilaginoso, mais duro. Esse novo calo preenche o espaço entre as partes fraturadas do osso, e dura aproximadamente três semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Em seguida, os osteoblastos começam a produzir células ósseas, formando o calo ósseo. Essa cobertura rígida dura de três a quatro meses e oferece a proteção e a estabilidade necessárias para que o osso entre em seu estágio final de cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A essa altura, o corpo estabeleceu a posição do osso dentro dos músculos, começou a reabsorver porções mortas de osso e criou um calo duro para ocupar o espaço entre as duas porções do osso fraturado. Mas esse tecido ainda precisa de muito trabalho antes que o osso possa absorver a carga costumeira de peso. Osteoclastos e osteoblastos passam meses remodelando o osso e substituindo o calo ósseo por matéria óssea compacta, de maior dureza. Essas células também reduzem o volume do calo ósseo e devolvem o osso ao seu formato original. A circulação sangüínea no osso melhora e o influxo de nutrientes que ajudam a reforçar os ossos, como o cálcio e o fósforo, dão maior resistência ao osso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-5222188766534046491?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/5222188766534046491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=5222188766534046491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5222188766534046491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5222188766534046491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/09/fases-da-regeneracao-ossea.html' title='Fases da regeneração óssea'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-3285519733025257923</id><published>2011-08-29T10:45:00.000-07:00</published><updated>2011-08-29T10:45:00.464-07:00</updated><title type='text'>Fraturas do carpo</title><content type='html'>Como exemplo, temos as seguintes fraturas do carpo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FRATURAS DO SEMILUNAR: é o segundo osso na freqüência das fraturas do carpo, na maioria dos casos é por avulsão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FRATURAS DO PIRAMIDAL: é associada geralmente à outras lesões carpais, o mecanismo de fratura é por avulsão ou excessiva extensão do punho e desvio unas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FRATURAS DO TRAPÉZIO: o trapézio permite a rotação do metacarpo no movimento de oponência do polegar, mecanismo de fratura é a queda com o punho hiperextendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FRATURAS DO AMATO: o amato articula-se com o quarto e quinto metacarpo, mecanismo de fratura a queda do punho estendido ou de golpe direto no lado unar do gancho do amato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FRATURAS DO PSIFORME: é o menor osso do carpo, possui múltiplas inserções, mecanismos de lesão é por trauma direto na região volar do punho, ou por avulsão devido à forte tração do flexor unar do carpo contra uma grande resistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FRATURAS DO CAPTATO: é o maior osso do carpo, ocupa o centro do carpo, mecanismo de lesão pode ser direto no dorso do punho em extensão ou na cabeça do segundo e terceiro metacarpos, com o punho em flexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FRATURAS DO TRAPEZÓIDE: se articula com o escafóide proximalmente, e capitato medialmente, o trapézio lateralmente e o segundo metacarpo distalmente é o menos lesado, mecanismo de lesão são fraturas estáveis e de deslocamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-3285519733025257923?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/3285519733025257923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=3285519733025257923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3285519733025257923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3285519733025257923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/08/fraturas-do-carpo.html' title='Fraturas do carpo'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-5406548642561451595</id><published>2011-08-20T10:43:00.000-07:00</published><updated>2011-08-20T10:43:00.118-07:00</updated><title type='text'>Tipos de fraturas</title><content type='html'>Quando se trata de ossos quebrados, a lesão mais simples que se pode esperar é a fratura simples ou fechada, sem desvio do osso ou perfuração da pele. Como o nome indica, o osso se quebra de maneira simples, em um lugar apenas, sem trauma adicional. Outros tipos de lesões podem não ser tão fáceis de ser reparadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fratura exposta - o osso quebrado perfura a pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fratura impactada - uma ponta do osso fraturado é empurrada contra outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fratura cominutiva - parte do osso se estilhaça em fragmentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fratura parcial - o osso se dobra e racha, mas sem quebrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fratura por avulsão - uma poderosa contração muscular separa o tendão do osso, forçando uma fratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fratura patológica - ossos enfraquecidos por uma doença se quebram mesmo diante de impactos fracos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-5406548642561451595?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/5406548642561451595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=5406548642561451595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5406548642561451595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5406548642561451595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/08/tipos-de-fraturas.html' title='Tipos de fraturas'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8692361556552479702</id><published>2011-08-11T10:41:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T10:41:00.874-07:00</updated><title type='text'>Tratamento de fratura de mão</title><content type='html'>São realizadas por intermédio de tratamento conservador, que são divididas em três partes que são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FASE PRECOCE – do diada lesão até a retirada da imobilização;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FASE INTERMEDIÁRIA - após a retirada da imobilização; e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FASE FINAL - recuperação da função, essa fase é caracterizada pela consolidação completa do osso fraturado. As técnicas de alongamento e o programa de fortalecimento são, portanto, iniciados; São utilizadas órteses dinâmicas para extensão e/ou flexão do punho, podem ser indicadas nos casos de rigidez articular persistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REABILITAÇÃO NO PRÉ-OPERATÓRIO DAS FRATURAS DO CARPO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São realizados procedimentos para ganho A.D.M., articular com exercícios ativo assistidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REABILITAÇÃO NO PÓS-OPERATÓRIO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas primeiras seis semanas, o foco de fratura não pode ser sobrecarregado, são indicados assim como atividades funcionais leves, quando a fratura for estabilizada com fios de Kirschner ou outro tipo de estabilização sem compressão, a reabilitação irá iniciar-se somente após quatro semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a retirada dos pontos o tratamento da cicatriz é iniciado através de massagens para minimizar a hipersensibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOBILIZAÇÃO ARTICULAR DO CARPO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental no processo de reabilitação, pois a dor após as lesões carpais é um constate desafio na recuperação dos movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mobilização articular é um recurso cinesioterápico aplicado diretamente na articulação rígida, e é caracterizada como um movimento passivo pelo terapeuta com velocidade suficientemente baixa para movimentação do paciente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8692361556552479702?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8692361556552479702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8692361556552479702' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8692361556552479702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8692361556552479702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/08/tratamento-de-fratura-de-mao.html' title='Tratamento de fratura de mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1480675494160943162</id><published>2011-08-01T04:04:00.000-07:00</published><updated>2011-08-01T04:04:00.942-07:00</updated><title type='text'>Saiba tudo sobre Fratura do Punho</title><content type='html'>A articulação do punho é formada pelos dois ossos do antebraço (rádio e ulna), onde se apóiam 2 fileiras de pequenos ossos que formam a base para a saída dos dedos.                                                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este conjunto todo é conectado por uma série de fibras chamadas ligamentos e tem a função de permitir o movimento de flexão e extensão, desvio para um lado e para o outro e rotação, permitindo que posicionemos a mão para as suas inúmeras funções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sofrermos uma queda, em geral, temos o reflexo de nos protegermos com a mão espalmada. Isto faz com que todo o peso caia sobre o punho.          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com vários fatores, tais como: o jeito que caímos, altura da queda, resistência do osso ( a osteoporose costuma deixar a região do punho mais porosa) ocorre um tipo de fratura no punho. Algumas mais simples outras em vários fragmentos, como um copo que se despedaça no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós estamos sujeitos a esta fatalidade, as crianças que caem no playground, os jovens que caem praticando esporte, e os idosos que caem em casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, com a fratura ocorre um desvio dos fragmentos para o dorso, associado com um achatamento do rádio, acarretando a deformidade e o inchaço pelo sangramento do osso quebrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem alguns casos onde o osso perfura a pele - trata-se de uma fratura exposta -  algo que requer um tratamento de urgência, com adequada limpeza,  para evitarmos infecção no osso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros casos pode ocorrer a compressão dos nervos que passam em direção á mão pelos fragmentos ósseos, causando diminuição de sensibilidade na ponta dos dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação inicial de uma fratura é importante detectarmos na radiografia se a fratura atinge a articulação. As fraturas intra-articulares merecem uma atenção especial, pois o mínimo degrau entre os fragmentos vai atrapalhar a correta movimentação do punho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo aspecto que devemos nos ater é o quanto o rádio encurtou – se ele grudar mais curto que o osso vizinho vai prejudicar o movimento de rotação e causar dor por impacto da ulna que ficará saliente.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fraturas sem desvio são tratadas com imobilização gessada. É importante que a imobilização, pelo menos no começo,  bloqueie o cotovelo para evitar a rotação do antebraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas fraturas com desvio é importante realizarmos a redução dos fragmentos da fratura. Na situação ideal isto deve ser realizado no centro cirúrgico sem sentir nenhuma dor e com a musculatura relaxada. Coloca-se a região fraturada sob a visão de um aparelho de radioscopia (que permite a visualização dinâmica da fratura em um monitor de televisão) possibilitando a redução adequada dos fragmentos da fratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem casos onde não conseguimos reduzir a fratura pela presença de algo interposto entre os fragmentos ósseos (tendão, músculo, ligamento...). Nestes casos devemos abrir e retirar o que está impedindo a redução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem as fraturas que reduzidas, permanecem no lugar (fraturas estáveis). No entanto, existem fraturas que são reduzidas e não param no lugar (fraturas instáveis) devendo, portanto, serem reduzidas e fixadas no lugar de alguma forma para assegurar uma perfeita consolidação do osso.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente temos dois métodos principais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fixação com pinos (também chamados de fios de aço) que pode ser realizada por um furinho através da pele – fixando os fragmentos ósseos. Trata-se de um método bastante utilizado em fraturas do punho instáveis em crianças. Tem a vantagem de ser pouco invasivo e manter a redução da fratura enquanto o organismo do paciente vai providenciando a consolidação. Após o período de aproximadamente 06 semanas, quando a radiografia de controle assinala que o osso já “grudou” eles são retirados. A desvantagem é que eles não são muito resistentes sendo necessário manter a imobilização incluindo o cotovelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A fixação com placa e parafusos é um método que vem se destacando por proporcionar uma fixação bastante rígida dos fragmentos, permitindo a movimentação mais precoce, cerca de duas semanas após a cirurgia retiram-se os pontos e utiliza-se apenas uma “órtese” com velcro imobilizando somente o punho. Tem a vantagem de possibilitar uma reabilitação mais precoce, evitando rigidez da articulação e atrofia da musculatura. Produz uma cicatriz de certa forma oculta na face palmar do punho (o lado social da mão é o dorso ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja qual for o método escolhido, o objetivo é restaurar a função do punho com boa amplitude de movimento e recuperação da força.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1480675494160943162?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1480675494160943162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1480675494160943162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1480675494160943162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1480675494160943162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/08/saiba-tudo-sobre-fratura-do-punho.html' title='Saiba tudo sobre Fratura do Punho'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-4294909892242891290</id><published>2011-07-25T10:26:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T10:27:16.232-07:00</updated><title type='text'>Primeiros socorros em sangramento na mão</title><content type='html'>Os ferimentos da mão, assim como em outros diferentes locais do corpo, desencadeiam sangramento porque rompem os vasos sanguíneos. O sangue corre dentro de um sistema fechado, constituído pelos vasos sanguíneos. O sangue sai do coração, entra pelas artérias, passa através dos capilares e volta ao coração pelas veias. É um sistema totalmente fechado. O trauma rompe um dos elementos deste sistema, e o sangue é então derramado para o exterior, desencadeando a hemorragia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas situações de hemorragia, a primeira medida de tratamento a ser estabelecida é a hemostasia. Este termo quer dizer: estancar a hemorragia. A maneira mais simples de se estancar uma hemorragia é com uma leve compressão na zona sangrante. Quando ocorre uma hemorragia muito volumosa, a utilização de um lenço (bem um limpo) ou de um guardanapo (também bastante limpo), pode permitir uma compressão uniforme, não exagerada, que interrompa o fluxo do sangramento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência tem mostrado que nessas situações de trauma com sangramento mais ou menos profuso, a ansiedade desencadeada pelo inesperado, no paciente e nos circunjacentes, impede o bom senso do procedimento de hemostasia. Só este início de tratamento com uma compressão leve, e repete-se leve (quero dizer uma compressão que não é forte), na grande maioria das vezes, já modifica todo o prognóstico (evolução) do processo. À medida que é feita a compressão, pode ser observada a pressão necessária para estancar a perda de sangue. Esta é a pressão suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que a hemostasia definitiva será realizada durante o atendimento médico, ou com coagulação dos vasos sangüíneos ou ligadura (atadura) dos mesmos. Chama a atenção dos especialistas a quase constante falta de uma conduta mais arrojada, de uma compressão leve do ferimento nas emergências domiciliares. Às vezes um paciente com um ferimento sangrante é conduzido de maneira atabalhoada ao serviço de Pronto Atendimento, com uma hemorragia abundante, que poderia com compressão leve, evitar uma série de complicações posteriores, às vezes extremamente graves, como anemias agudas e até morte. Antigamente eram usados garrotes na raiz dos membros para estancar o sangramento. Hoje não são mais utilizados, estes procedimentos. O garroteamento pode perfeitamente ser substituído por compressões hemostáticas nas zonas sangrantes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-4294909892242891290?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/4294909892242891290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=4294909892242891290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4294909892242891290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4294909892242891290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/07/primeiros-socorros-em-sangramento-na.html' title='Primeiros socorros em sangramento na mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-120941406330115652</id><published>2011-07-15T14:01:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T14:01:01.028-07:00</updated><title type='text'>Principais nervos sujeitos à pressão e trauma no Punho e Mão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.cno-lx.com/imagens/sindrome_carpico.gif" src="http://www.cno-lx.com/imagens/sindrome_carpico.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nervo mediano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar na mão, esse nervo passa através do túnel cárpico no punho com os tensões flexores. O túnel cárpico é coberto por um ligamento transverso relativamente inelástico, espesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nervo ulnar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra na mão através de uma cava formada pelo osso pisiforme e o gancho do osso hamato, e é coberto pelo ligamento cárpico volar e músculo palmar curto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nervo radial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra na mão como nervo radial superficial, que é somente sensorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padrões de Dor Referida e Lesão Nervosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mão é o ponto terminal de vários nervos importantes. Lesão ou compressão desses nervos podem ocorrer em qualquer lugar ao longo de seu percurso, da coluna cervical até sua terminação. O que o paciente sente como dor ou distúrbio sensorial na mão pode ser devido a lesão no nervo em qualquer lugar de seu percurso, ou a dor pode ser devida a irritação tecidual na origem segmentar comum.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-120941406330115652?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/120941406330115652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=120941406330115652' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/120941406330115652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/120941406330115652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/07/principais-nervos-sujeitos-pressao-e.html' title='Principais nervos sujeitos à pressão e trauma no Punho e Mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8501628720206760518</id><published>2011-07-09T06:59:00.000-07:00</published><updated>2011-07-09T06:59:00.753-07:00</updated><title type='text'>Função da mão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 244px; height: 267px;" alt="http://www.auladeanatomia.com/generalidades/supino1.jpg" src="http://www.auladeanatomia.com/generalidades/supino1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;- Relações comprimento-tensão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posição do punho controla o comprimento dos músculos extrínsecos dos dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Arqueamento e achatamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre arqueamento da mão com flexão dos dedos e achatamento da mão com extensão. O arqueamento melhora a mobilidade da mão para uso funcional e o achatamento para largar objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mecanismo extensor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estruturalmente, o capuz extensor é feito pelo tendão do extensor comum dos dedos. Cada estrutura tem um efeito no mecanismo extensor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Padrões de garra e preensão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garras de potências envolvem agarrar um objeto com dedos parcialmente fletidos contra a palma da mão, com contrapressão do polegar aduzido.&lt;br /&gt;Padrões de precisão envolvem manipulação de um objeto que não está em contato com a palma da mão entre o polegar abduzido e os dedos em oposição.&lt;br /&gt;Controle de Mão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Controle da mão sem carga (livre)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envolve fatores anatômicos, contração muscular e propriedades viscoelásticas dos músculos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8501628720206760518?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8501628720206760518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8501628720206760518' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8501628720206760518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8501628720206760518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/07/funcao-da-mao.html' title='Função da mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7817506336164558137</id><published>2011-07-03T13:44:00.000-07:00</published><updated>2011-07-03T13:44:00.266-07:00</updated><title type='text'>Articulações do Complexo da Mão e seus Movimentos</title><content type='html'>- Articulações Carpometacárpicas dos dígitos 2 a 5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As articulações são envolvidas numa cavidade articular comum e incluem as articulações de cada metacárpico com a fileira distal de cárpicos e as articulações entre as bases de cada metacárpico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos fisiológicos dos metacárpicos são a flexão (arqueamento) e a extensão (achatamento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Articulação capometacárpica do polegar; dígito 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa articulação é uma articulação biaxial em formato de sela (selar) entre o trapézio e a base do 5º metarcápico.Tem uma cápsula frouxa e AM grande, o que permite que o polegar se mova para longe da palma da mão para atividades de oposição e preensão.&lt;br /&gt;Os movimentos fisiológicos do primeiro metacárpico são: flexão, extensão, abdução e adução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Articulações metacarpofalângicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São articulações condilóides biaxiais coma a extremidade distal de cada metacárpico convexa e a falange proximal côncava, mantida por um ligamento volar e 2 colaterais. Os colaterais tornam-se tensos durante a flexão completa e restringem a abdução e adução nessa posição.&lt;br /&gt;Os movimentos fisiológicos da primeira falange são: flexão, extensão, abdução e adução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articulações interfalângicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma articulação interfalângica proximal e uma distal para cada dedo, do 2 ao 5; o polegar tem somente uma articulação interfalângica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos fisiológicos de cada falange são: flexão e extensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7817506336164558137?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7817506336164558137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7817506336164558137' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7817506336164558137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7817506336164558137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/07/articulacoes-do-complexo-da-mao-e-seus.html' title='Articulações do Complexo da Mão e seus Movimentos'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-230828698296098581</id><published>2011-06-28T14:02:00.000-07:00</published><updated>2011-06-28T14:02:01.751-07:00</updated><title type='text'>8 perguntas e respotas sobre a Sindrome do Túnel do Carpo</title><content type='html'>O que é Túnel do Carpo?&lt;br /&gt;É uma passagem anatômica, localizada na porção anterior do punho, formada profundamente por um arco de ossos e superficialmente por um forte ligamento, chamado de Ligamento Transverso do Carpo. Dentro deste túnel se localizam os tendões flexores para os dedos (total de 9) e o nervo mediano. Esse nervo é responsável pela sensibilidade do polegar, indicador, dedo médio e a metade externa do dedo anular. O nervo Mediano localiza-se logo abaixo do Ligamento Transverso do Carpo, e, por ser a estrutura mais delicada no interior desse túnel, pode causar sensação de dor e dormência nas mãos ao ser comprimido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é Síndrome do Túnel do Carpo?&lt;br /&gt;É o conjunto de sinais e sintomas (dor, dormência, formigamento, falta de força) causados pela compressão do Nervo Mediano no punho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as principais causas da Síndrome do Túnel do Carpo? &lt;br /&gt;Não existe um fator único causador da Síndrome do Túnel do Carpo (STC), mas sim algumas situações que, em conjunto ou individualmente, podem promover o aparecimento da síndrome. Basicamente dividimos estas situações em fatores que aumentam o volume das estruturas no interior do túnel ou que diminuem o tamanho do túnel. A STC ocorre principalmente em mulheres após a menopausa, pois alterações hormonais causam um aumento da quantidade de líquido no corpo, levando a um inchaço dos tendões no interior do túnel. Também nessa fase, há uma alteração na estrutura óssea que forma o assoalho do túnel, provocando um uma diminuição do espaço no interior do mesmo. É mais comum na mão direita, mesmo em pacientes canhotos, porém freqüentemente atinge os dois lados. A doença pode também ser causada por patologias como artrite reumatóide, diabetes, fratura do punho mal-consolidada, hipotireoidismo, tumores no interior do túnel e condições fisiológicas, como a gravidez. O uso abusivo do punho e mão em atividades que requeiram força pode aumentar os sintomas da STC, porém não está provado que possa causá-los. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os principais sintomas?&lt;br /&gt;A principal manifestação de STC é a dor e dormência que ocorrem nos dedos inervados pelo Nervo Mediano (Polegar, Indicador, Médio e metade do Anular). Esses sintomas pioram durante a noite e ao despertar pela manhã. O alívio parcial pode ser obtido sacudindo as mãos ou abaixando-as. Durante a crise, a dor pode se irradiar para o antebraço, cotovelo, podendo ir até os ombros. A falta de sensibilidade nos dedos pode causar fraqueza, fazendo com que o paciente freqüentemente deixe cair objetos e tenha dificuldade de diferenciar se algo é frio ou quente. Na base do polegar, existe a Musculatura Tenar, que também é inervada pelo Nervo Mediano. Num estágio avançado, ocorre a atrofia desses músculos, causando a inabilidade do paciente mobilizar o polegar contra os outros dedos da mão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é feito o diagnóstico definitivo? &lt;br /&gt;O diagnóstico é feito pelo exame do médico, através das queixas apresentadas pelo paciente e também por testes realizados. O paciente pode apresentar diferentes níveis de gravidade. Como existem tratamentos diferenciados para cada fase da doença, é imprescindível saber em qual o estágio que o paciente se encontra. Para determinar a gravidade, o principal exame realizado é a eletroneuromiografia. Esse exame é feito em laboratório, geralmente por médicos neurologistas ou fisiatras. Nele, eletrodos são colocados ao longo do membro superior com o objetivo de medir a velocidade de condução elétrica do nervo. Quanto mais apertado ele estiver, menor será a velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Síndrome do Túnel do Carpo pode ser tratada sem cirurgia?&lt;br /&gt;O tratamento na fase inicial da doença é sem cirurgia, chamado tratamento conservador. Isso ocorre quando o paciente apresenta dor moderada, apenas em determinadas atividades, como dirigir ou falar telefone, não tendo perda da sensibilidade nas pontas dos dedos ou atrofia muscular. O tratamento conservador é realizado com o uso de talas removíveis pré-moldadas que mantém o punho em leve extensão, além do uso de medicamentos antiinflamatórios. Esses podem ser em comprimidos ou, dependendo do estágio da doença, com infiltração local do medicamento dentro do túnel. Em pacientes gestantes, o tratamento sem cirurgia deve ser realizado o máximo de tempo possível, isso porque os sintomas geralmente se resolvem espontaneamente após o parto. Para elas, é indicado o uso de talas, porém não se deve administrar antiinflamatórios. Em último caso, quando a paciente não consegue mais dormir ou realizar atividades durante o dia, é indicada a cirurgia com anestesia local. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando é realizado o tratamento cirúrgico?&lt;br /&gt;Em pacientes nos quais os sintomas já ocorrem durante o dia inteiro, quando há fraqueza muscular ou quando o tratamento com medicamentos não apresentou melhora, é indicado o tratamento cirúrgico. Os pacientes idosos têm uma indicação maior de tratamento cirúrgico que os jovens. Para eles, apenas uma leve atrofia da Musculatura Tenar é uma forte indicação para tratamento cirúrgico. Isso ocorre porque pacientes idosos têm uma pobre recuperação da força após a atrofia já estar estabelecida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-230828698296098581?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/230828698296098581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=230828698296098581' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/230828698296098581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/230828698296098581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/06/8-perguntas-e-respotas-sobre-sindrome.html' title='8 perguntas e respotas sobre a Sindrome do Túnel do Carpo'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-3967449163511256147</id><published>2011-06-18T14:03:00.000-07:00</published><updated>2011-06-18T14:03:00.904-07:00</updated><title type='text'>Causas de fraturas de mão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.medplan.com.br/site/imagens/geral/img_20080425_160921.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A maioria das fraturas é devida a algum tipo de trauma. Pode ser um choque direto com força considerável, como pode ser um acidente de automóvel, queda de uma certa altura ou um peso que cai sobre a mão ou o pé. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outras fraturas podem ser causadas por violência indireta como uma queda sobre a mão superestirada, que pode fraturar a extremidade distal do rádio, ou por um dos pés preso em um buraco quando se está correndo, que pode gerar uma força torcional, a qual resulta em fratura da tíbia e da fíbula. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As fraturas por estresse ou fadiga são provocadas por trauma pequeno repetido, que pode ocorrer após marcha por longas distâncias e em geral afetam um ou mais metatársicos. Essas fraturas em geral são confinadas aos membros inferiores e podem afetar a fíbula ou a tíbia, assim como os metatársicos, dependendo do tipo de atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fraturas patológicas ocorrem como resultado de uma doença que afeta a composição do osso, tornando-o propenso à fratura, com freqüência, como resultado de uma lesão relativamente simples. Existem várias desse tipo, porém as mais comuns são o carcinoma metastático, o sarcoma osteogênico, a osteogênese imperfeita (fragilidade óssea), a doença de Paget e infecção óssea.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-3967449163511256147?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/3967449163511256147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=3967449163511256147' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3967449163511256147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3967449163511256147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/06/causas-de-fraturas-de-mao.html' title='Causas de fraturas de mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-739216283395000874</id><published>2011-06-10T14:00:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T14:00:04.126-07:00</updated><title type='text'>O que é cirurgia na mão</title><content type='html'>A cirurgia da mão engloba todo o membro superior , o que implica em tratar afecções que possam acometer estruturas que o constituem como osso , articulações , ligamentos , tendões , músculos , nervos , pele e vasos sangüíneos. Somente com a integridade e inter-relação dessas estruturas é que teremos o funcionamento normal do membro superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a cirurgia da mão é reconhecida como uma especialidade médica , portanto para que algum médico possa se habilitar como tal , deverá ter completado o curso médíco , feito residência em uma área cirúrgica ( cirurgia geral , ortopedia , cirurgia plástica ) e somente então o candidato estará apto para a residência de cirurgia da mão , de dois anos , ao término da qual poderá aplicar a uma rigorosa prova , conforme normas da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão . Uma vez aprovado será conferido ao candidato o título de especialista em cirurgia da mão .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A residência de cirurgia da mão também inclui o aprendizado da microcirurgia , o que permite a capacitação dos residentes na realização de cirurgias de retalhos , reimplantes e microcirugia de nervos periféricos Muitos cirurgiões de mão tem conhecimento para tratamento de afecções do cotovelo e braço . Dentro da cirurgia da mão temos as afecções não traumáticas e traumáticas . A primeira engloba patologias comuns como a síndrome do túnel do carpo , dedo em gatilho , cotovelo de tenista , artrose de dedos e punho dentre outras . No segundo grupo temos desde as cirurgias de reimplante de membros , de fraturas de ossos do membro superior , lesões tendíneas , lesões de nervos periféricos incluindo cirurgia do plexo braquial .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro grupo de patologias são as congênitas , que inclui um grande número de deformidades presentes logo ao nascimento e que exigem um grande conhecimento de anatomia normal e patológica . Como podemos constatar existe um longo trajeto para a formação profissional de um cirurgião de mão , o que garante aos pacientes o correto diagnóstico das patologias e seu adequado tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cirurgiadamao.org.br/ParaLeigos/oque.asp?mn=6"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-739216283395000874?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/739216283395000874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=739216283395000874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/739216283395000874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/739216283395000874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/06/o-que-e-cirurgia-na-mao.html' title='O que é cirurgia na mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7422801620340403190</id><published>2011-06-04T04:18:00.000-07:00</published><updated>2011-06-04T04:18:00.799-07:00</updated><title type='text'>Raio-x  de possíveis fraturas de mão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://prologo.uol.com.br/imagens/materia/Pagliarini_Luciano_RX_FRATURA_2009.jpg" src="http://prologo.uol.com.br/imagens/materia/Pagliarini_Luciano_RX_FRATURA_2009.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="width: 326px; height: 228px;" alt="http://www.cto.med.br/discussao_casos/casos/Sandor.jpg" src="http://www.cto.med.br/discussao_casos/casos/Sandor.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="cursor: -moz-zoom-in; width: 250px; height: 336px;" alt="http://www.poderdasmaos.com.br/site/pub/bancoimg/bancodeimagens/Massagem/osso9.jpg" src="http://www.poderdasmaos.com.br/site/pub/bancoimg/bancodeimagens/Massagem/osso9.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="width: 363px; height: 267px;" alt="http://www.cto.med.br/fraturas_geral/fraturas/WristPA.jpg" src="http://www.cto.med.br/fraturas_geral/fraturas/WristPA.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Vários radiografias achadas na WEB para exemplificar algumas lesões que podem&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7422801620340403190?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7422801620340403190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7422801620340403190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7422801620340403190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7422801620340403190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/06/raio-x-de-possiveis-fraturas-de-mao.html' title='Raio-x  de possíveis fraturas de mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1376619396684804934</id><published>2011-05-28T10:35:00.000-07:00</published><updated>2011-05-28T10:35:00.198-07:00</updated><title type='text'>Movimentos da mão</title><content type='html'>Os movimentos da mão se dividem em: movimento de preensão, movimento de garra e movimento de pinça. O movimento de preensão é caracterizado como a categoria de movimentos da mão nos quais a mão segura um objeto, que classificam-se como aperto de potência ou aperto de precisão. No aperto de potência, os músculos interósseos e tenares são usados, mas os lumbricais (menos o quarto) não são ativos, e todos os músculos extrínsecos contribuem para a força. A força de aperto é contribuída pelos quatro dedos mediais, conseqüentemente pelo dedo médio (maior contribuição), anular, indicador e mínimo. Os músculos extrínsecos específicos são responsáveis pelo movimento grosseiro e força compressiva necessários no aperto de precisão. O controle fino de preensão é realizado pelos músculos intrínsecos. Os lumbricais abduzem e/ou aduzem e giram a falange proximal, e os interósseos são importantes para abduzir e/ou aduzir as articulações metacarpofalângicas, fazendo com que, por exemplo, um objeto seja girado na mão. As forças de adução à palma são fornecidas pelo flexor curto do polegar, oponente do polegar e abdutor do polegar, e os interósseos propiciam alterações delicadas na compressão (RASCH, 1991). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento de garra: dependendo das atividades, podem ser usadas as garras de potência, padrões de precisão e garras combinadas. As garras de potência atuam primariamente com funções isométricas, como no agarrar de um objeto com dedos semi-fletidos contra a palma da mão, e com o polegar aduzido fazendo contrapressão. Os dedos são fletidos, rodados lateralmente e desviados ulnarmente, e o polegar reforça os dedos, ajudando também no controle da direção da força fazendo pequenos ajustes. Os flexores extrínsecos são responsáveis pela maior força de garra, e previne a subluxação das articulações dos dedos. As forças compressivas realizadas no agarrar de um objeto, são provenientes dos músculos tenares e do adutor do polegar. Os interósseos fletem a articulação metacarpofalangeana e rodam a 1ª falange, para que haja a compressão de um objeto externo. Os padrões de precisão envolvem a manipulação de um objeto pelo polegar abduzido e os dedos em oposição, funcionando de forma isotônica primariamente, não estando o objeto em contato com a palma da mão. As garras combinadas são caracterizadas pela execução de atividades de precisão com os dedos 1 e 2, enquanto os dedos 3 e 5 trabalham com potência (KISNER E COLBY, 1992)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento de pinça: é realizado pelo músculo adutor do polegar, pelos interósseos e flexores intrínsecos (músculos da eminência tenar) e também pelos lumbricais, que propiciam a compressão entre o polegar e dedos (KISNER E COLBY, 1992).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1376619396684804934?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1376619396684804934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1376619396684804934' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1376619396684804934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1376619396684804934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/05/movimentos-da-mao.html' title='Movimentos da mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8598427718605875840</id><published>2011-05-23T05:00:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T05:00:07.302-07:00</updated><title type='text'>Sindrome do Túnel do Carpo</title><content type='html'>Síndrome do túnel do carpo é uma neuropatia resultante da compressão do nervo mediano no canal do carpo, estrutura anatômica que se localiza entre a mão e o antebraço. Através desse túnel rígido, além do nervo mediano, passam os tendões flexores que são revestidos pelo tecido sinovial. Qualquer situação que aumente a pressão dentro do canal provoca compressão do nervo mediano e a síndrome do túnel do carpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causas A causa principal da síndrome do túnel do carpo é a L.E.R. (Lesão do Esforço Repetitivo), gerada por movimentos repetitivos como digitar ou tocar instrumentos musicais. Existem também causas traumáticas (quedas e fraturas), inflamatórias (artrite reumatóide), hormonais e medicamentosas. Tumores também estão entre as possíveis causas da síndrome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SintomasO principal sintoma é a parestesia, uma sensação de formigamento, de dormência, que se manifesta mais à noite e ocorre fundamentalmente na área de enervação do nervo mediano.&lt;br /&gt;A evolução da síndrome dificulta manipular estruturas pequenas e executar tarefas simples como pregar um botão, enfiar uma agulha, segurar uma xícara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnóstico Dois testes ajudam a estabelecer o diagnóstico: o teste de Phalen e o teste de Tinel.&lt;br /&gt;O primeiro consiste em dobrar o punho e mantê-lo fletido durante um minuto. Como essa posição aumenta a pressão intracarpeana, se houver compressão do nervo, os sintomas pioram.&lt;br /&gt;O teste de Tinel consiste em percutir o nervo mediano. Se ele estiver comprometido, a sensação será de choque e formigamento.&lt;br /&gt;Em alguns casos, é necessário pedir uma eletroneuromiografia para fechar o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento O tratamento leva em conta o grau de comprometimento da doença. Se for leve, indica-se a colocação de uma órtese para imobilizar o pulso e o uso de antiinflamatório não-hormonal. Se não houver melhora, aplica-se cortisona dentro do canal do carpo.&lt;br /&gt;Esgotadas as possibilidades de tratamento clínico, é indicada a cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendações* Tente evitar atividades que impliquem movimentos de flexo-extensão do punho; * Lembre-se de que alterações dos hormônios da tireóide e doenças como diabetes podem acarretar neuropatias compressivas. Procure o médico se tiver sensação de formigamento nas mãos; * Mulheres no climatério estão mais sujeitas à síndrome do túnel do carpo, por causa da queda na produção de estrógeno; * Sente-se corretamente e apóie braços e punhos quando usar o computador. Não se esqueça de que seu uso inadequado é um fator de risco para L.E.R. e a síndrome do túnel do carpo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8598427718605875840?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8598427718605875840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8598427718605875840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8598427718605875840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8598427718605875840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/05/sindrome-do-tunel-do-carpo.html' title='Sindrome do Túnel do Carpo'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1740022152096779840</id><published>2011-05-16T04:16:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T04:16:00.416-07:00</updated><title type='text'>Tipos de Fraturas</title><content type='html'>Quando se trata de ossos quebrados, a lesão mais simples que se pode esperar é a fratura simples ou fechada, sem desvio do osso ou perfuração da pele. Como o nome indica, o osso se quebra de maneira simples, em um lugar apenas, sem trauma adicional. Outros tipos de lesões podem não ser tão fáceis de ser reparadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Fratura exposta - o osso quebrado perfura a pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Fratura impactada - uma ponta do osso fraturado é empurrada contra outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Fratura cominutiva - parte do osso se estilhaça em fragmentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Fratura parcial - o osso se dobra e racha, mas sem quebrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Fratura por avulsão - uma poderosa contração muscular separa o tendão do osso, forçando uma fratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Fratura patológica - ossos enfraquecidos por uma doença se quebram mesmo diante de impactos fracos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1740022152096779840?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1740022152096779840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1740022152096779840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1740022152096779840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1740022152096779840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/05/tipos-de-fraturas.html' title='Tipos de Fraturas'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-3681902686699046124</id><published>2011-04-27T04:14:00.000-07:00</published><updated>2011-04-27T04:14:01.148-07:00</updated><title type='text'>Cirurgia em fratura de mão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.medplan.com.br/site/imagens/geral/img_20080425_160921.jpg" src="http://www.medplan.com.br/site/imagens/geral/img_20080425_160921.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A mão é feita de vários ossos que formam uma estrutura de sustentação. Esse arcabouço ósseo funciona como ponto de fixação para músculos que fazem o punho e os dedos se moverem. Uma fratura acontece quando determinada força aplicada ao osso é capaz de quebra-lo. Quando isso ocorre, há dor, edema (inchaço) e limitação da mobilidade da parte lesada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fraturas podem ser simples com os “pedaços” dos ossos alinhados e estáveis. Outras fraturas são instáveis  e os fragmentos ósseos tendem a desviar e “perder” a posição original. Algumas fraturas acometem a diáfise(corpo principal do osso) e outras a superfície da articulação. Fraturas cominutivas (multifragmentadas) são ocasionadas por forças de alta energia e são freqüentemente instáveis. A fratura é chamada de exposta quando há “contato” entre os fragmentos da fratura e o meio exterior(lesão na pele ou no leito ungueal). Nesses casos há risco de infecção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alinhamento perfeito do osso no raio-x não é sempre necessário para uma boa função da mão. Um aumento de volume ósseo no sítio da fratura pode aparecer e é conhecido como “calo ósseo”. Isso faz parte do processo normal de cura e geralmente fica menor com o tempo. Complicações do tratamento incluem rigidez, perda da redução, infecção, retardo de consolidação ou ainda, não consolidação(pseudartrose).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fraturas nas crianças podem afetar a placa de crescimento do osso. Você pode diminuir as chances de complicações seguindo atentamente as orientações do seu Cirurgião da Mão durante o período de tratamento, antes de retornar ao trabalho ou às atividades esportivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um programa de Terapia da Mão com órteses e exercícios pode ser recomendado pelo seu médico para acelerar e melhorar o processo de recuperação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-3681902686699046124?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/3681902686699046124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=3681902686699046124' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3681902686699046124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3681902686699046124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/04/cirurgia-em-fratura-de-mao.html' title='Cirurgia em fratura de mão'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8003133945079558330</id><published>2011-04-15T04:11:00.000-07:00</published><updated>2011-04-15T04:14:02.935-07:00</updated><title type='text'>Tratamento de fraturas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith1.jpg" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os princípios básicos do tratamento da fratura são extremamente simples. Inicialmente se a fratura é deslocada ou angulada, ela é reduzida, de tal forma que os fragmentos da fratura estejam satisfatoriamente alinhados, essa etapa ajuda a prevenir ou minimizar deformidade resíduas. A fratura então imobilizada ou fixada, até que o processo de fixação natural una os ossos quebrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez atingido uma redução satisfatória, a fixação mantém a redução durante o processo de cicatrização com fraturas instáveis e fraturas intra-articulares desalinhadas, a fixação externa com gesso é geralmente insuficiente. Nestes casos, os fragmentos são cirurgicamente expostos, reduzidos e fixados com algum tipo de dispositivo interno de fixação. Muitos dispositivos diferentes, inclusive pinos, parafusos, hastes intramedulares e combinações de placas e parafusos, foram desenvolvidos para estabilizar os fragmentos das fraturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento da fratura por meios de osteossíntese tornou-se mais evidente a partir da Segunda guerra mundial quando a medicina avançou, principalmente com o uso de cobaias humanas e um dos principais grupos foram os alemães que formaram uma associação para otimizar o tempo de recuperação de um soldado fraturado e recoloca-lo de volta em atividade por um curto período de tempo. Esta associação é conhecida nos dias atuais como uma fundação AO especializada em osteossíntese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBJETIVO DO TRATAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda da função do envoltório de tecido mole devida à fibrose e à rigidez secundária da articulação somente pode ser evitada pela mobilização precoce. Assim, no tratamento moderno das fraturas, o foco principal não é a consolidação do osso em detrimento das funções, mas sim a restauração das funções dos tecidos moles e articulações adjacentes. Uma deformidade ou uma pseudo-artrose são relativamente fáceis de se corrigir, desde que se mantenha um bom funcionamento do tecido mole, enquanto que a fibrose, obliteração dos planos de deslizantes do tecido mole e a rigidez articular costumam ser permanentes. O cirurgião moderno portanto, direciona o tratamento para o retorno precoce às funções e aos movimentos e considera a união óssea de importância secundária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento moderno das fraturas, com ênfase no aspecto funcional, não se resume a abordagem cirúrgica da fratura. Este tratamento utiliza a imobilização do osso por meio de suportes especiais que permitem um retorno imediato a função e ao movimento. Este método pode ser aplicado a fraturas nas quais angulação, rotação, e encurtamento podem ser encontrados ; desta forma sua aplicação está limitada a certas fraturas dos ossos longos. Sua utilização nas fraturas intra-articulares e periarticulares é muito restrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno precoce à função total, após uma fratura, somente pode ser alcançado com uma fixação interna suficientemente estável, que elimina a dor e permite que o paciente retorne o movimento, com sustentação parcial de carga sem o risco de falha da fixação, que resultará em consolidação viciosa ou pseudo-artrose.com métodos não-funcionais, o total retorno as funções dificilmente é atingido e, mesmo assim somente depois de prolongado período de reabilitação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8003133945079558330?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8003133945079558330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8003133945079558330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8003133945079558330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8003133945079558330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/04/tratamento-de-fraturas.html' title='Tratamento de fraturas'/><author><name>saude.chakalat.net</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-4_COO0_UBP8/Thscpdr8J9I/AAAAAAAAABc/qws5tQ3nqXc/s220/daniface.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7692547415040495407</id><published>2011-01-17T04:58:00.001-08:00</published><updated>2011-01-17T04:58:37.309-08:00</updated><title type='text'>Síndrome do Túnel do Carpo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_P7DlgLzVFPo/TBvzX-Q3rRI/AAAAAAAAB6Y/-gP_RKOR7Wg/s1600/tunel-carpiano%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt; &lt;font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000"&gt;Síndrome do túnel do carpo é o nome referido a uma doença que ocorre quando o nervo que passa na região do punho (nervo mediano) fica submetido a compressão, originando sintomas característicos que serão descritos adiante.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000"&gt;Representa doença muito comum entre mulheres na faixa de 35 a 60 anos; pode ocorrer com menor frequência fora dessas faixas de idade e também ocasionalmente em homens.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000"&gt;Os sintomas típicos são representados por dormência e formigamento nas mãos, principalmente nas extremidades dos dedos indicador, médio e anular; em quase 2/3 dos casos é bilateral. Caracteristicamente esses sintomas ocorrem durante a noite, fazendo com que as pessoas tenham que levantar, movimentar as mãos ou mesmo coloca-las em imersão de água quente; algumas vezes pode surgir dor em todo membro superior (mão, antebraço e braço); também são frequentes as sensações de choques em determinadas posições da mão como segurar um objeto com força, segurar volante do carro ou descascar frutas e legumes. Com muita frequência as pessoas imaginam que estão tendo &amp;quot;derrame&amp;quot; ou &amp;quot;problemas de circulação&amp;quot; procurando assistência médica especializada nessa área. Esses sintomas de dormência e formigamento podem melhorar e piorar ao longo de meses ou até anos, fazendo com que o diagnóstico preciso e correto seja retardado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000"&gt;Na maioria dos casos essa compressão do nervo na região do punho (&amp;quot;nervo preso&amp;quot;) deve-se a estreitamento no seu canal de passagem por inflamação crônica não específicados tendões que também passam por esse canal. Em outros casos com menor frequência podem exister doenças associadas comprimindo o nervo. É importante ressaltar que mulheres grávidas podem ter sintomas da doença ocasionados por edema (&amp;quot;inchaço&amp;quot;) próprio da gravidez; na maioria dos casos os sintomas desaparecem após o parto podendo reaparecer muitos anos mais tarde. Algumas atividades profissionais que envolvem flexão contínua dos dedos (exemplo ordenha de leite) podem desencadear sintomas de compressão do nervo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000"&gt;O diagnóstico da síndrome do túnel do carpo é baseado nos sintomas característicos e na comprovação da compressão do nervo por um exame chamado eletroneuromiografia; nesse exame os nervos do antebraço, punho e dedos são estimulados por choques de pequena intensidade sendo o resultado medido na tela do aparelho.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000"&gt;O tratamento para os casos de compressão leve (critério baseado no exame eletroneuromiográfico) pode ser inicialmente feito imobilizando-se o punho por &amp;quot;splints&amp;quot;; jamais o punho deve ser enfaixado pois pode piorar a compressão; também deve ser evitada qualquer medida fisioterápica nessa fase. Os &amp;quot;splints&amp;quot; são pequenas talas de material duro porém flexível que são colocados desde a mão até o antebraço e fixados com velcro, podendo ser facilmente retirados e colocados. Os remédios ou infiltrações no local podem ser utilizados, porém são sempre paliativos ou seja não resolvem o problema definitivamente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000000"&gt;Nos casos em que o tratamento por imobilização falha ou naqueles nos quais o exame eletroneuromiográfico revela compressão mais grave do nervo devem ser submetidos à cirurgia. O objetivo da cirurgia é abrir o canal por onde o nervo passa, resolvendo o problema definitivamente na maioria dos casos. Quando o nervo fica comprimido muito tempo pode haver atrofia definitiva (&amp;quot;nervo atrofiado ou seco&amp;quot;) com pouca recuperação mesmo após a cirurgia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7692547415040495407?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7692547415040495407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7692547415040495407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7692547415040495407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7692547415040495407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2011/01/sindrome-do-tunel-do-carpo.html' title='Síndrome do Túnel do Carpo'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_P7DlgLzVFPo/TBvzX-Q3rRI/AAAAAAAAB6Y/-gP_RKOR7Wg/s72-c/tunel-carpiano%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-863471052809532265</id><published>2010-12-13T13:04:00.001-08:00</published><updated>2010-12-13T13:04:13.806-08:00</updated><title type='text'>Anatomia muscular da mão</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background="funbarra3.jpg" width="562" height="35"&gt; &lt;font color="white" face="verdana" size="3"&gt;&lt;center&gt;Músculos da Mão - Dissecação Superficial&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/sistemamuscular/maosuperficial.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" background="fff10.jpg" width="562" height="10"&gt; &lt;font color="black" face="verdana" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;     &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background="funbarra3.jpg" width="562" height="35"&gt; &lt;font color="white" face="verdana" size="3"&gt;&lt;center&gt;Músculos da Mão - Dissecação Profunda&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/sistemamuscular/maopalmar.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" background="fff10.jpg" width="562" height="10"&gt; &lt;font color="black" face="verdana" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background="funbarra3.jpg" width="562" height="35"&gt; &lt;font color="white" face="verdana" size="3"&gt;&lt;center&gt;Músculos da Mão - Interósseos Palmares&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/sistemamuscular/maointerpalmar.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" background="fff10.jpg" width="562" height="10"&gt; &lt;font color="black" face="verdana" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background="funbarra3.jpg" width="562" height="35"&gt; &lt;font color="white" face="verdana" size="3"&gt;&lt;center&gt;Músculos da Mão - Interósseos Dorsais&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/sistemamuscular/maointerdorsais.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" background="fff10.jpg" width="562" height="10"&gt; &lt;font color="black" face="verdana" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td background="funbarra3.jpg" width="562" height="35"&gt; &lt;font color="white" face="verdana" size="3"&gt;&lt;center&gt;Músculos da Mão - Lumbricais&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/sistemamuscular/maolumbricais.jpg" border="1"&gt;    &lt;font color="black" face="verdana" size="1"&gt;&lt;u&gt;&lt;br&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-863471052809532265?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/863471052809532265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=863471052809532265' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/863471052809532265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/863471052809532265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/12/anatomia-muscular-da-mao.html' title='Anatomia muscular da mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-640140919378036951</id><published>2010-11-19T10:18:00.001-08:00</published><updated>2010-11-19T10:18:37.506-08:00</updated><title type='text'>Processo de reparação dos ossos</title><content type='html'>&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_XbT5CFVQAXs/Rz8DdbQAdJI/AAAAAAAAAF8/gKr7sOPpQrs/s320/fraturas%2Bfragmentos.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_XbT5CFVQAXs/Rz8DdbQAdJI/AAAAAAAAAF8/gKr7sOPpQrs/s320/fraturas%2Bfragmentos.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;É fácil pensar nos ossos como matéria sólida e morta, sobre a qual repousam tecidos vivos, mas o esqueleto é parte tão viva do organismo quanto os tecidos ou os órgãos. O corpo armazena minerais nos ossos compactos, produz glóbulos vermelhos na medula óssea vermelha e armazena gordura na medula óssea amarela.&lt;br&gt; &lt;br&gt;É importante lembrar que os ossos estão constantemente mudando. Células conhecidas como osteoclastos constantemente dissolvem os ossos velhos, de modo que os osteoblastos possam substituí-los por novo tecido ósseo - um processo conhecido como remodelamento ósseo. Um outro tipo de célula, conhecido como condroblasto, forma novas cartilagens. Essas são as três células primordialmente responsáveis pelo crescimento dos ossos - e não só pelo crescimento ósseo que as pessoas experimentam no começo da vida. Esse constante remodelamento de ossos gradualmente substitui o tecido ósseo antigo por tecido novo, ao longo de meses.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Os riscos para os ossos&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Você corre o risco de quebrar um osso? A Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos relata que homens com menos de 45 anos experimentam os maiores riscos de fratura, e que mulheres na menopausa e acima dos 45 anos sofrem o maior número de fraturas. O rádio, um osso do pulso, é o que mais costuma quebrar, pelo menos entre as pessoas com menos de 75 anos. Entre os idosos, fraturas de bacia são muito mais comuns [fonte: OSF Healthcare (em inglês)].&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quase imediatamente depois da quebra, o corpo começa a tentar corrigir o problema. Os médicos costumam dividir o processo em quatro fases.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando um osso se quebra, a fissura também rompe os vasos sangüíneos que percorrem todo o comprimento do osso. O sangue vaza dessas veias e rapidamente forma um coágulo chamado de hematoma no local da fratura. Isso ajuda a estabilizar o osso e a manter as duas partes alinhadas para a cura. O coágulo também interrompe o fluxo de sangue para extremidades partidas dos ossos. Sem receber sangue, essas células ósseas rapidamente morrem. Seguem-se inchaço e inflamação, devido ao trabalho das células que estão removendo tecidos mortos e danificados. Pequenos vasos sangüíneos se estendem até o hematoma sobre a fratura a fim de alimentar o processo de cura.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Depois de diversos dias, o hematoma sobre a fratura se transforma em um tecido mais duro que forma o calo mole. Células conhecidas como fibroblastos começam a produzir fibras de colágeno, a mais importante proteína dos ossos e do tecido conectivo. Depois, os condroblastos começam a produzir um tipo de cartilagem conhecida como fibrocartilagem, que transforma o calo em um calo fibrocartilaginoso, mais duro. Esse novo calo preenche o espaço entre as partes fraturadas do osso, e dura aproximadamente três semanas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em seguida, os osteoblastos começam a produzir células ósseas, formando o calo ósseo. Essa cobertura rígida dura de três a quatro meses e oferece a proteção e a estabilidade necessárias para que o osso entre em seu estágio final de cura.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A essa altura, o corpo estabeleceu a posição do osso dentro dos músculos, começou a reabsorver porções mortas de osso e criou um calo duro para ocupar o espaço entre as duas porções do osso fraturado. Mas esse tecido ainda precisa de muito trabalho antes que o osso possa absorver a carga costumeira de peso. Osteoclastos e osteoblastos passam meses remodelando o osso e substituindo o calo ósseo por matéria óssea compacta, de maior dureza. Essas células também reduzem o volume do calo ósseo e devolvem o osso ao seu formato original. A circulação sangüínea no osso melhora e o influxo de nutrientes que ajudam a reforçar os ossos, como o cálcio e o fósforo, dão maior resistência ao osso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://saude.hsw.uol.com.br/ossos-quebrados1.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-640140919378036951?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/640140919378036951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=640140919378036951' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/640140919378036951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/640140919378036951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/11/processo-de-reparacao-dos-ossos.html' title='Processo de reparação dos ossos'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XbT5CFVQAXs/Rz8DdbQAdJI/AAAAAAAAAF8/gKr7sOPpQrs/s72-c/fraturas%2Bfragmentos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-5519624117573938876</id><published>2010-11-18T11:43:00.001-08:00</published><updated>2010-11-18T11:43:09.968-08:00</updated><title type='text'>Digiflex</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.fisiostore.com.br/product.aspx?idproduct=CHTT-10074&amp;amp;partner=afl76"&gt;&lt;img alt="http://www.fisiostore.com.br/images/product/CHTT-10074_4_400.jpg" src="http://www.fisiostore.com.br/images/product/CHTT-10074_4_400.jpg" width="272" height="272"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="verdana_11_cinza"&gt;                                 &lt;span id="ctl00_ContentSite_lblProductShortDescription"&gt;Digiflex  é um aparelho para exercitar mão, dedos e antebraço. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Capaz de realizar as manobras para cada dedo individualmente ou de modo global&lt;br&gt;&lt;span class="verdana_11_cinza"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentSite_lblProductShortDescription"&gt;&lt;br&gt;  Indicado para  fortalecer a musculatura, aumentar mobilidade e coordenação dos dedos.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Cada cor representa uma resistência, de 0,7Kg a 4,1Kg.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Disponível em cinco cores e resistências diferentes: &lt;br&gt; Amarelo: 1.5 lbs - 0,7 kg&lt;br&gt; Vermelho: 3.0 lbs - 1,4 kg&lt;br&gt; Verde: 5.0 lbs - 2,3 kg&lt;br&gt; Azul: 7.0 lbs - 3,2 kg&lt;br&gt; Preto: 9.0 lbs - 4,1 kg&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.fisiostore.com.br/product.aspx?idproduct=CHTT-10074&amp;amp;partner=afl76"&gt;Veja maiores informações aqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-5519624117573938876?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/5519624117573938876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=5519624117573938876' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5519624117573938876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5519624117573938876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/11/digiflex.html' title='Digiflex'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-6774733344710781641</id><published>2010-10-25T09:07:00.001-07:00</published><updated>2010-10-25T09:07:17.752-07:00</updated><title type='text'>Traumatismo da mão</title><content type='html'>&lt;b&gt;Traumatismos da Mão&lt;/b&gt; é a única obra da literatura médica  brasileira dirigida com exclusividade para o diagnóstico e tratamento  das lesões traumáticas da mão. Desde o seu lançamento, tem sido um  referencial destinado a orientar todos os médicos que se interessam pela  cirurgia da mão.&lt;br&gt;&lt;br&gt; 	  						 						 						&lt;div id="area132"&gt; 							&lt;div id="area133"&gt;&lt;div class="boxProductPics"&gt; 						 			 			&lt;div class="productPicFull"&gt; 				 					&lt;span id="goog_1224388822"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/63979/traumatismos+da+mao/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="traumatismos+da+mao" id="baseImg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/63979.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="goog_1224388823"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a title="Traumatismos da Mão" rev="lightwindow_width=680,lightwindow_height=622" class="lightwindow" href="http://www.submarino.com.br/#light-Content"&gt; 				&lt;/a&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;Nesta 3ª edição, os leitores observarão, de forma  muito clara, o desenvolvimento de cada tema, onde os aspectos  anatômicos, assim como os conhecimentos da fisiopatologia são sempre  valorizados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os assuntos, muito bem ilustrados, proporcionam de maneira didática o estabelecimento de diagnósticos e propostas de tratamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Destaque também para a colaboração de especialistas do mais alto nível científico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/63979/traumatismos+da+mao/?franq=172965"&gt;Clique aqui e veja mais informações&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-6774733344710781641?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/6774733344710781641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=6774733344710781641' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6774733344710781641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6774733344710781641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/10/traumatismo-da-mao.html' title='Traumatismo da mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-4052876180381057706</id><published>2010-10-05T14:41:00.000-07:00</published><updated>2010-10-05T14:48:45.352-07:00</updated><title type='text'>Fratura do Boxer</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337441896770461026" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 314px; height: 244px; text-align: center;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_s4pNqOUH_WU/ShJnIEpKXWI/AAAAAAAAARw/3OHuHeyvYz0/s320/boxe_3.gif" border="0"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Tambem chamada de Fratura do colo do 5º metacarpiano é geralmente causada por um trauma direto com a mão fechada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O nome Fratura de Boxer vem dos lutadores de boxe que regularmente tem esse tipo de fratura.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O tratamento não cirúrgico é o mais indicado, mesmo com uma deformidade em angulação residual.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-4052876180381057706?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/4052876180381057706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=4052876180381057706' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4052876180381057706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4052876180381057706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/10/fratura-do-boxer.html' title='Fratura do Boxer'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_s4pNqOUH_WU/ShJnIEpKXWI/AAAAAAAAARw/3OHuHeyvYz0/s72-c/boxe_3.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-3963683102233090682</id><published>2010-07-22T10:40:00.001-07:00</published><updated>2010-07-22T10:40:02.658-07:00</updated><title type='text'>Inexistência de regras para reimplantes de mãos aumenta o número de inválidos no Brasil</title><content type='html'>&lt;br&gt;O programa de transplante de órgãos e tecidos do Brasil possui 548 estabelecimentos de saúde conveniados e 1.376 equipes médicas credenciadas. Está organizado em filas de espera, de acordo com o órgão a ser transplantado: córnea, fígado, medula óssea, rim e pâncreas, pulmão e tecido. Segundo a SBCM (Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão), a situação para os portadores de lesões agudas nas mãos, ocasionadas por acidentes de trabalho, por esmagamentos, ação de guilhotinas, cortes com facas, acidentes de motos e carros e que necessitam de microcirurgia reconstrutiva, reimplantes de dedos, ou até do membro completo, é bem diferente. &lt;br&gt; &lt;br&gt;No levantamento realizado pela SBCM com 119 médicos especialistas em cirurgia da mão dos estados do Amazonas, Bahia, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Goiás e Piauí, cerca de 98% afirmam que não há centros de saúde públicos específicos para a realização de microcirurgia reconstrutiva e reimplantes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"É pela falta de um programa similar ao de transplantes e pela inexistência desses centros que os acidentados são atendidos nos hospitais por clínicos, cirurgiões ou ortopedistas que não têm a especialização em cirurgia da mão. Sem o atendimento adequado, muitos terminam por sofrer a amputação do membro ou parte dele e vão aumentar a lista de aposentados por invalidez do Brasil, pois ele passa a ser inútil para o trabalho. Isto é uma irresponsabilidade da gestão pública e uma economia burra", explica dr. Rames Mattar Júnior, ortopedista especializado em cirurgia da mão e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão. &lt;br&gt; &lt;br&gt;"Economiza-se no atendimento especializado de emergência e se gasta muito mais com tratamentos demorados na fase crônica da lesão. Mesmo com medicamentos caros e reabilitação, a maioria dos pacientes sofrem sequelas incapacitantes", complementa dr. Mattar Júnior. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo o especialista, foi criado recentemente no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo um centro de referência para o atendimento de pessoas que precisam de microcirurgia reconstrutiva ou reimplantes de membros. Para ele, na grande São Paulo devem ser criados mais nove centros iguais. &lt;br&gt; &lt;br&gt;"No cenário atual este é um diferencial, criado após intervenções e pedidos da categoria junto ao poder público. Há 16 médicos, terapeutas da mão e assistentes sociais atendendo lesões complexas, reimplantes, fraturas expostas graves, lesão de tendões e nervos periféricos na emergência. Existem estudos que determinam que deve haver um centro como o do Hospital das Clínicas a cada 1,5 milhão de habitantes. Na grande São Paulo há necessidade de cerca de dez centros. A falta de serviços de referência no setor público e a grande demanda de paciente gera um verdadeiro caos no atendimento".&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para o dr. Mattar Júnior, o número de médicos para atender os pacientes ainda é pequeno. "Já realizamos mais de cem procedimentos microcirúrgicos e reimplantes este ano. A procura pelo nosso centro é grande e estamos nos organizando para atender a todos os casos. Em algumas situações específicas, como nas lesões do plexo braquial, causadas usualmente por acidentes de motocicleta, e que geram uma paralisia completa do membro superior, a espera para o tratamento cirúrgico pode ser de até um ano. Nestes casos sabemos que os melhores resultados são obtidos quando a cirurgia é realizada nos primeiros seis meses da lesão".&lt;br&gt; &lt;br&gt;O cenário dos reimplantes e da microcirurgia reconstrutiva no Brasil será apresentado em 30 de julho, durante o Fórum Social e de Defesa Profissional, organizado pela SBCM (Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão). O evento será realizado em São Paulo, das 9h às 18h, no hospital Santa Catarina. O especialista Rames Mattar Júnior será responsável pela apresentação do painel "A situação dos reimplantes no Brasil. Reimplante é importante? Temos regras para transplantes, mas não para reimplantes. O que falta?". &lt;br&gt; &lt;br&gt;Serviço:&lt;br&gt;Fórum Social e de Defesa Profissional dos Especialistas em Cirurgia da Mão&lt;br&gt;Organização: Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão&lt;br&gt;Data: 30 de julho de 2010 – início 9h&lt;br&gt;Local: Auditório do Hospital Santa Catarina – Avenida Paulista, 200, São Paulo&lt;br&gt; &lt;br&gt;Mais informações e inscrições: (11) 5092-3434 / 3426. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-3963683102233090682?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/3963683102233090682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=3963683102233090682' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3963683102233090682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3963683102233090682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/07/inexistencia-de-regras-para-reimplantes.html' title='Inexistência de regras para reimplantes de mãos aumenta o número de inválidos no Brasil'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-17680750444376203</id><published>2010-07-07T11:18:00.001-07:00</published><updated>2010-07-07T11:18:37.222-07:00</updated><title type='text'>Fraturas</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1084054/fraturas/?franq=172965"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/1084054_4.jpg" alt="Fraturas"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1084054/fraturas/?franq=172965"&gt;&lt;/a&gt;Clique aqui na capa para ter maiores informações&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas é livro de sucesso. Sua primeira edição, de 3.000 exemplares, se esgotou em apenas 12 meses. Agora, em sua segunda, revista, ampliada e atualizada, segue promissoramente o percurso da anterior. Esta edição enriqueceu-se muito, com novas ilustrações e figuras e a inclusão de novos e inéditos casos clínicos. O texto sofreu atualização, tendo como referências pesquisas bibliográficas, baseadas em evidências médicas, a par da contribuição dos conhecimentos e da experiência traumato-ortopédica de sua equipe de colaboradores, verdadeiramente a elite de docentes e profissionais desta especialidade médica em nosso país. Sua linha didática também se aperfeiçoou, agora, ao apresentar, da forma mais clara possível, as principais fraturas e o seu tratamento, visando principalmente às práticas mais modernas e aos materiais disponíveis no Brasil para a reconstrução do aparelho locomotor. Apóiam decisivamente a atual edição o Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, EPM-UNIFESP, e a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, SBOT.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-17680750444376203?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/17680750444376203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=17680750444376203' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/17680750444376203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/17680750444376203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/07/fraturas.html' title='Fraturas'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1282736093688539157</id><published>2010-06-10T13:24:00.001-07:00</published><updated>2010-06-10T13:24:20.606-07:00</updated><title type='text'>Fratura de Boxer</title><content type='html'>&lt;br&gt;As fraturas do colo do quinto metacarpiano, são conhecidas como a fratura do "boxer", onde o desvio volar do fragmento distal é causado pelo impacto direto do punho fechado, como em um soco no boxe.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento dessas fraturas pode ser conservador, através de uma redução e imobilização gessada, ou nos casos onde a fratura é instável, o tratamento cirúrgico está indicado para manter a redução dos fragmentos ósseos.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1282736093688539157?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1282736093688539157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1282736093688539157' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1282736093688539157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1282736093688539157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/06/fratura-de-boxer.html' title='Fratura de Boxer'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8580846706329078355</id><published>2010-06-08T07:14:00.001-07:00</published><updated>2010-06-08T07:14:42.064-07:00</updated><title type='text'>Acrocianose</title><content type='html'>&lt;br&gt;A acrocianose é a coloração azulada , persistente e indolor de ambas as mãos e, menos comumente, dos pés, a qual é causada por um espasmo de causa desconhecida dos pequenos vasos sangüíneos da pele. Geralmente, o distúrbio afeta as mulheres e não necessariamente aquelas que apresentam doença arterial oclusiva. Os dedos das mãos e dos pés e as próprias mãos e pés tornam-se constantemente frios e azulados e apresentam sudorese abundantemente. Essas áreas podem aumentar de volume (edema). Comumente, as temperaturas baixas aumentam a coloração azulada, enquanto o aquecimento a reduz.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;img src="http://www.vivendosaudavel.com/wp-content/uploads/2010/02/Acrocianose.jpg"&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;O distúrbio é indolor e não lesa a pele. Os médicos diagnosticam o distúrbio baseando- se nos sintomas persistentes, os quais limitamse às mãos e aos pés dos pacientes juntamente com pulsos normais. Geralmente, o tratamento é desnecessário. Os médicos podem prescrever drogas vasodilatadoras, mas, na maioria dos casos, essas substâncias não são eficazes. Muito raramente, é realizada a secção de nervos simpáticos para alívio dos sintomas.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: Merck&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8580846706329078355?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8580846706329078355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8580846706329078355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8580846706329078355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8580846706329078355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/06/acrocianose.html' title='Acrocianose'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1896806628455884454</id><published>2010-06-03T11:23:00.001-07:00</published><updated>2010-06-03T11:23:33.638-07:00</updated><title type='text'>Lesão de Stener</title><content type='html'>&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;Lesão anatómica, corrigível cirurgicamente, responsável pela instabilidade crónica dos polegares de gamekeepers (caça de coelhos) e esquiadores; consiste na insuficiência, rotura ou avulsão traumática (da falange proximal) do ligamento cubital colateral da articulação metacarpofalângica do polegar; é habitualmente provocada por abdução forçada do polegar.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;  &lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;O sintoma principal é a i&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;nstabilidade do polegar com movimentos anormais de lateralidade para o lado de fora.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="line-height:13px"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;img alt="Ligamento-Colateral-Ulnar-STENER_2_180" src="http://www.sosmaorecife.com.br/page18/page36/page37/files/Ligamento-Colateral-Ulnar-STENER_2_180.gif" width="135" height="180" style="border-top-style:none;border-right-style:none;border-bottom-style:none;border-left-style:none;border-width:initial;border-color:initial"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;span style="line-height:13px"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="line-height:13px"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;O principal sinal é a dor e falta de força nas pinças que necessitam o uso do polegar.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;O tratamento da lesão aguda pode ser tratada com imobilização. Como descreveu Stener, nas lesões completas há uma invasão da aponeurose do músculo do polegar entre as margens da lesão, impedindo sua cicatrização. Na maioria das vezes, as margens do ligamento restante é de péssima qualidade, impedindo sua sutura, sendo necessário sua reconstrução.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;A lesão crônica, é uma lesão antiga não tratada. A articulação é instável com dor nas pinças. É tratada com a reconstrução do ligamento ou uma ARTRODESE - fusão da articulação. Pode ocorrer lesão associada como fraturas e lesões de tendão ou nervo que necessita ser tratada.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;Com a ajuda de SOS Mão Recife&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1896806628455884454?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1896806628455884454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1896806628455884454' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1896806628455884454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1896806628455884454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/06/lesao-de-stener.html' title='Lesão de Stener'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-2136775790254186748</id><published>2010-05-17T19:23:00.001-07:00</published><updated>2010-05-17T19:23:48.740-07:00</updated><title type='text'>Dedo em gatilho</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Dedo em Gatilho ou Tenossinovite Estenosante é a constrição da bainha tendinosa geralmente associada à superfície áspera do tendão. Resulta na interferência com o deslizamento macio normal do tendão dentro da bainha. Pode-se apresentar como uma dor discreta ao nível da articulação metacarpofalangiana e falange proximal, volarmente, com ou sem fenômeno de gatilho, até a deformidade fixa em flexão (COHEN, 1996).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O dedo em gatilho acomete mais mulheres de meia idade do que homens, e incide preferencialmente na mão dominante e na idade adulta, e não é incomum a associação com outras patologias inflamatórias no membro superior. A etiologia é desconhecida, mas há várias teorias, e a mais aceita é a de microtraumatismos. Todos os dedos podem ser afetados, mas o dedo anular é o mais afetado seguido pelo polegar e médio, indicador, e mínimo, nesta ordem. A maioria dos casos é na mesma mão, mas também é comum afetar ambas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Diversas condições podem relacionar-se ao dedo em gatilho, entre elas a artrite reumatóide, diabetes, gota, pacientes hemodialisados, tumores de tendão ou sua bainha, configurando os casos de dedos em gatilho secundários. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Os tendões são mantidos no lugar nos ossos por uma série de ligamentos em um arranjo tipo túnel. O engatilhamento é geralmente o resultado de um espessamento no tendão, havendo a formação de um nódulo nele, que se localiza na superfície palmar das articulações metacarpofalangeanas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A inflamação dos tendões flexores dos dedos pode produzir espessamentos que dificultam o deslizamento deles em suas bainhas. Ocorre nas atividades em que há associação de força com compressão palmar por alicates, tesouras e gatilhos de bombas de gasolina. Pode haver, ainda, espessamento do ligamento-polia. A irritação constante do tendão que desliza repetidamente através da polia faz com que o tendão aumente de volume nesta área criando, assim, o nódulo.&lt;br&gt; Podem causar o engatilhamento artrite reumatóide, lacerações parciais do tendão, trauma repetido por ferramentas motorizadas com empunhadura de pistola ou longas horas empunhando uma roda de direção. O engatilhamento pode, ainda, ser causado por um defeito congênito que forma um nódulo no tendão. A situação não é usualmente observável até que a criança começa a usar as mãos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2005_Enegep0406_1183.pdf"&gt;&lt;b&gt;Retirei daqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-2136775790254186748?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/2136775790254186748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=2136775790254186748' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2136775790254186748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2136775790254186748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/05/dedo-em-gatilho.html' title='Dedo em gatilho'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-5968819708716753985</id><published>2010-04-23T07:36:00.000-07:00</published><updated>2010-04-23T07:37:05.848-07:00</updated><title type='text'>Ossos dos dedos</title><content type='html'>&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;img src="http://www.mundoeducacao.com.br/upload/conteudo/falanges.JPG"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Cada mão apresenta &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;14 falanges&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;, sendo que no polegar estas são duas: proximal (primeira falange) e distal (segunda falange). Do segundo ao quarto dedo há três falanges em cada: proximal, média (segunda falange) e distal. &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; "&gt; &lt;br style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; "&gt;As falanges proximais são mais longas que as distais, sendo que as do polegar são mais curtas e largas que as dos outros dedos.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-5968819708716753985?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/5968819708716753985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=5968819708716753985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5968819708716753985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5968819708716753985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/04/ossos-dos-dedos.html' title='Ossos dos dedos'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8358660451531590947</id><published>2010-04-06T10:20:00.001-07:00</published><updated>2010-04-06T10:20:10.740-07:00</updated><title type='text'>Curso Online de Fraturas</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(122, 122, 122); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; "&gt;&lt;ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; "&gt; &lt;li style="text-decoration: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Objetivos do curso:&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-decoration: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-decoration: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Atualizar o conhecimento, a respeito dos princípios gerais que envolvem os conhecimentos das fraturas musculoesqueléticas;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-decoration: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Aprimorar os conceitos sobre os tipos, causas e tratamento para os diferentes tipos de fraturas.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;li style="text-decoration: none; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Conteúdo:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;&lt;div id="aba_conteudo"&gt;&lt;div class="left_cp_one" style="float: left; text-align: left; margin-right: 20px; padding-left: 15px; width: 370px; "&gt; &lt;ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; "&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Introdução;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Lesões traumáticas de ossos e articulações;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;União de fraturas;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Tipos de fraturas;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas dos membros superiores;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas de ombro;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fratura de braço;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas e luxações do cotovelo e do antebraço;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas e luxações do punho e da mão;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas dos membros inferiores;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas da pelve;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas e luxações do quadril e fêmur;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas de joelho e perna;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fraturas do tornozelo e do pé;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Síndromes articulares;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="left_cp" style="float: left; text-align: left; padding-left: 15px; width: 370px; "&gt; &lt;ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: none; "&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Genu varo;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Genu valgo;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Artrogripose múltipla;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Artrose;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Artrite reumatóide ou doença reumatóide;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Osteonecrose;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Algoneurodistrofia;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Luxação congênita do quadril;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Subluxação congênita do quadril;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Métodos de avaliação articular;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Exames para avaliação articular;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Reabilitação;   &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-decoration: none; list-style-type: disc; margin-bottom: 4px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fisioterapia.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/v/9nqSH0Ja8p0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;Veja aqui&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; o resumo do curso completo em vídeo. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/cursos/cursos_detalhes.asp?id=308&amp;amp;p=73"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Veja aqui maiores informações sobre o curso&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8358660451531590947?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8358660451531590947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8358660451531590947' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8358660451531590947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8358660451531590947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/04/curso-online-de-fraturas.html' title='Curso Online de Fraturas'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-2975373197512232563</id><published>2010-03-19T19:48:00.001-07:00</published><updated>2010-03-19T19:48:28.698-07:00</updated><title type='text'>O osso escafóide</title><content type='html'>&lt;br&gt;O escafoide é um dos oito ossos que formam o carpo. Seu nome origina-se do grego e significa semelhante ou com forma de um barco (&amp;quot;escafo&amp;quot; = barco + &amp;quot;óide&amp;quot; = semelhança). É classificado como um osso curto e localiza-se lateralmente em relação aos outros ossos do carpo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No carpo, a fratura do escafoide é a lesão óssea mais frequente, presente em cerca de 60% das fraturas desta região da mão. Esta incidência chegou a 78,8% das fraturas de ossos do carpo em coletânea de publicações encontradas por Amadio &amp;amp; Moran, em um total de 6390 fraturas dos ossos do carpo descritas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fraturas&lt;br&gt;&lt;br&gt;A fratura do escafoide ocorre na maioria das vezes em acidentes com a mão dorsifletida, como em quedas ao solo com a mão espalmada ou por golpes de objetos pesados nesta posição, como por exemplo em goleiros no futebol de salão. Sua principal complicação é a necrose avascular.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A circulação interna do escafoide é do tipo recorrente, ou seja, os vaso penetram o escafoide na sua parte dorsal e distal, destes locais correm por dentro do osso no sentido distal para proximal. Nas fraturas do polo proximal do osso, devido à sua anatomia circulatória peculiar, a ocorrência de necrose avascular é maior. A necrose óssea, quando ocorre, é um fator adicional importante para que não ocorra a consolidação deste osso.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-2975373197512232563?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/2975373197512232563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=2975373197512232563' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2975373197512232563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2975373197512232563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/03/o-osso-escafoide.html' title='O osso escafóide'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-4914543366948355641</id><published>2010-02-28T08:49:00.001-08:00</published><updated>2010-02-28T08:49:20.686-08:00</updated><title type='text'>Ossos da mão: Piramidal</title><content type='html'>&lt;img src="http://smartimagebase.com/imagescooked/27663W.jpg" alt="Anatomia da Mão e dos Ossos do Pulso"&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;span style="font-family:sans-serif;font-size:13px;line-height:19px"&gt;&lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;  O &lt;b&gt;osso piramidal&lt;/b&gt; (também chamado de &lt;b&gt;osso triangular&lt;/b&gt;, ou &lt;b&gt;triquetal&lt;/b&gt;) está localizado no pulso, no lado medial da fileira proximal do carpo, entre o semilunar e o pisiforme. Está localizado no lado da ulna na mão, mas ele não articula-se com ela. Ele conecta-se com o pisiforme, hamato, e semilunar. É o terceiro osso mais quebrado dentre os ossos do carpo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;Ele pode ser distinguido dos outros ossos do carpo pela sua forma piramidal característica, e por uma face oval isolada que articula com o pisiforme.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;Seu nome deriva do latim &lt;i&gt;&amp;quot;triquetrus&amp;quot;&lt;/i&gt;, que significa &amp;quot;com três diagonais&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;  As faces:&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;A &lt;i&gt;face superior&lt;/i&gt; apresenta uma porção medial rugosa, que não articula, que uma porção lateral convexa que articula com o disco de fibrocartilagem do pulso.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;A &lt;i&gt;face inferior&lt;/i&gt; é côncava, curvada, e lisa para a articulação com o hamato. A porção dorsal é rugosa para a adesão dos ligamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;A &lt;i&gt;face lateral&lt;/i&gt;, a base da pirâmide, é marcada por uma face chata e quadrilateral, que articula com o semilunar.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;A &lt;i&gt;face medial&lt;/i&gt;, ponta da pirâmide, é &amp;quot;pontuda&amp;quot; e rugosa, para a ligação com o ligamento ulnar do pulso.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:0.4em;margin-right:0px;margin-bottom:0.5em;margin-left:0px;line-height:1.5em"&gt; Fonte: Wikipedia&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-4914543366948355641?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/4914543366948355641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=4914543366948355641' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4914543366948355641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4914543366948355641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/02/ossos-da-mao-piramidal.html' title='Ossos da mão: Piramidal'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-2654699472784415968</id><published>2010-02-24T11:12:00.001-08:00</published><updated>2010-02-24T11:12:50.828-08:00</updated><title type='text'>Cirurgia de mão é uma especialidade</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:&amp;#39;Times New Roman&amp;#39;;font-size:medium"&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A mão é um orgão sensitivo e motor que apresenta grande complexidade de função. O membro superior atua em função da mão que é posicionado para as atividades laborativas e de lazer.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Podemos dizer que a origem da mão é no hemisfério cerebral contralateral. Sua inervação origina-se no plexo braquial nas raizes da C5 a T1.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;font size="2"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Para a formação do Cirurgião de Mão é necessário conhecimento profundo da fisiologia deste complexo orgão sensitivo e motor que é a mão e que transcedem o aprendizado do Curso Médico. A especialidade Cirurgia da Mão nasceu com os resultados insatisfatórios do tratamento cirúrgico das frequentes lesões dos tendões flexores, resultando na denominação incorreta da especialidade como Cirurgia da Mão. Este nome não reflete a extensão e complexidade desta especialidade, tanto que várias Sociedades Científicas modificaram a denominação inicial para Cirurgia da Mão e Membro Superior. Esta denominação é mais fidedigna pois, o membro superior funciona como uma unidade integrada com o objetivo de posicionar a mão em condições de exercer sua função sensitiva e motora. Não se deve confundir uma articulação por mais complexa, com um órgão sensitivo-motor, como a mão.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;No passado para o tratamento das lesões complexas da mão era necessário a participação de vários especialistas. A necessidade de um especialista que pudesse tratar os grandes traumas do membro superior surgiram com as grandes Guerras Mundiais, pois a as lesões com explosivos necessitavam de grandes reconstruções com a participação de Cirurgiões, Ortopedistas, Cirurgiões Plásticos e Neurocirurgiões. Neste contexto surgiu e se desenvolveram os cirurgiões preocupados em reestabelecer a função da mão, permitindo a reintegração destes traumatizados à sociedade.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;A filosofia para o tratamento das patologias e traumatismos da mão é restabelecer sua função, ou seja, proporcionar movimentos básicos como flexo-extensão, assim como movimentos complexos como a oponência do polegar. Os movimentos devem ser sincronizados e consecutivos entre as 31 articulações que compõem o punho e mão. Aliado ao movimento é fundamental a atividade sensitiva da mão, que a transforma nos olhos do cego,permitindo que os deficientes visuais enxergem através das mão , para isto, é necessário a preservação dos receptores altamente diferenciados ao nível das polpas digitais. Para estas funções é fundamental a qualidade da cobertura cutânea ao nível do membro superior e, particularmente no punho e mão. Esta necessidade proporcionou o desenvolvimento de um capítulo importante na Cirurgia da Mão, da cobertura cutânea, com a incorporação das técnicas microcirúrgicas para a realização dos retalhos locais e à distância. Nos ultimos 10 anos mais de 15 retalhos microcirúrgicos foram descritos pelos cirurgiões de mão, que permitiram grandes avanços na qualidade de reabilitação dos pacientes portadores de patologias desta região.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Para a formação do Cirurgião de Mão é necessária uma formação diferenciada que não é possível em nenhuma das especialidades existentes. Como comprovação deste fato destacamos a necessidade do residente em Cirurgia Plástica realizar estágio de pelo menos 1 mes em um Serviço de Ensino e Treinamento em Cirurgia da Mão. Também nos principais Hospitais Universitários do país, o residente de Ortopedia e Traumatologia também realiza estágio nos setores de Cirurgia da Mão dos respectivos Serviços de Ensino e Treinamento.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Para a formação do especialista é fundamental o perfeito conhecimento dos nervos periféricos, a partir do plexo braquial, sua anatomia topográfica , fisiologia, técnicas microcirúrgicas e reabilitação; domínio das funções e fisiologia das estruturas musculares, tendíneas, ligamentares, articulares e ósseas que através da sua integração são responsáveis pelos movimentos da mão;cobertura cutânea fundamental para integração da sensibilidade e motricidade, onde existem peculiariedades que não observamos em outras regiões, microcirurgia aplicada às lesões do plexo braquial, nervos periféricos, retalhos microcirúrgicos e reimplantes de membros.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;a href="http://www.compuland.com.br/anatomia/topomembro.htm" target="_blank"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Fonte&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-2654699472784415968?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/2654699472784415968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=2654699472784415968' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2654699472784415968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2654699472784415968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/02/cirurgia-de-mao-e-uma-especialidade.html' title='Cirurgia de mão é uma especialidade'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1960534106285616417</id><published>2010-02-18T11:51:00.001-08:00</published><updated>2010-02-18T11:51:33.093-08:00</updated><title type='text'>Sistema muscular da mão</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;A gravidade de uma fratura na mão, dependendo da região que acomete, determina o inicio do tratamento que pode ser cirúrgico ou não.  Sendo cirurgico ou não é importante para  o profissional que for cuidar da reabilitação e do próprio paciente entender o complexo da mão e dividi-los em sistema ósseo, nervoso e muscular.  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Encontrei navegando pela web um site simples, mas muito bem explicado sobre a anatomia muscular da mão. Saber aonde começa e termina cada músculo para aprender reabilitar movimentos acometidos é essencial para a pronta recuperação. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.auladeanatomia.com/sistemamuscular/mao.htm"&gt;Acesse o site e veja mais.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja o blog sobre &lt;a href="http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com"&gt;Fisioterapia na Ortopedia&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1960534106285616417?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1960534106285616417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1960534106285616417' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1960534106285616417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1960534106285616417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/02/sistema-muscular-da-mao.html' title='Sistema muscular da mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-6025313615259443168</id><published>2010-01-22T04:27:00.001-08:00</published><updated>2010-01-22T04:27:59.984-08:00</updated><title type='text'>Testes de Avaliação de lesões de punho e mão</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;span style="font-size:13px;line-height:18px"&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span style="font-weight:normal"&gt;Saber realizar testes para punho e dedos é fundamental para avaliar a dimensão ou consequencias de uma fratura na mão. Portanto, falaremos de testes para punho e dedos a fim de se saber o que uma lesão por fratura afetou ou não a mão do paciente.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;  &lt;font color="#333333" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span style="line-height:18px"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:13px;line-height:18px"&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span style="font-weight:normal"&gt;&lt;/span&gt;Testes para Punho&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- Phalen Invertido:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; paciente deve estender o punho; o terapeuta deve fazer uma compressão sobre o túnel do carpo. Formigamento nos dedos (polegar, indicador, médio e metade lateral do anular) pode indicar uma compressão do nervo medial do túnel do carpo pela inflamação do retináculo flexor, luxação do osso semilunar artríticas ou tenossinovite dos tendões flexores dos dedos.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- Phalen: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;flexionar ambos os punhos e encostá-los, mantendo por 60 segundos. Se o paciente sentir queimação, dor , ou parestesia nos 3 primeiros dedos, o terapeuta suspeitará de uma compressão do nervo mediano ( síndrome do túnel do carpo).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- Allen:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; para verificar a irrigação das artérias radial e ulnar, solicitar ao paciente que abra e feche a mão algumas vezes e liberar uma artéria de cada vez, observando a coloração da palma da mão.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- Finkelstein:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; testa o tendão abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar. Fechar o punho e forçá-lo medialmente. Dor distal ao processo estilóide do rádio é indicativo de tenossinovite estenosante do tendão do polegar (doença de de Quervain).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- Tríade do túnel ulnar:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; inspecionar e palpar o punho do paciente, procurando dor à palpação em cima do túnel ulnar, garra do dedo anular e atrofia hipotenar. Se der positivo estes sinais, indicará compressão do nervo ulnar, possivelmente no túnel de Guyon ( síndrome de Guyon).&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- Teste do pinçamento:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; pedir ao paciente para pinçar um pedaço de papel entre os dedos do polegar, indicador e médio por 1min. enquanto o terapeuta tenta tirá-lo. Com a compressão do nervo mediano, o paciente poderá, se o teste for positivo, referir entorpecimento e/ou caimbras dos dedos daquela região.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;Testes para Dedos&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- Teste de esforço em Varo e Valgo:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt; testam a integridade dos ligamentos colaterais e da cápsula que rodeia as articulações. Com uma preensão em pinça, pegar a articulação suspeita (interfalangeana distal ou proximal) com uma mão. Com a mão oposta, pegar como pinça o osso adjacente e colocar um esforço em varo ou em valgo na articulação. Se dor for provocada (teste positivo), então uma entorse capsular, subluxação ou luxação da articulação serão suspeitadas; e uma frouxidão pode indicar uma ruptura na cápsula articular ou nos ligamentos colaterais, secundária a trauma.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;- Teste do extensor comum dos dedos: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#333333"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;com os dedos flexionados, instruir o paciente para estendê-los. Incapacidade de estender qualquer dos dedos, é indicadora de uma lesão desta porção particular do tendão extensor comum dos dedos.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#333333" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;Visite o &lt;/b&gt;&lt;a href="http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com"&gt;&lt;b&gt;blog sobre Fisioterapia Ortopédica&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-6025313615259443168?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/6025313615259443168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=6025313615259443168' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6025313615259443168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6025313615259443168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/01/testes-de-avaliacao-de-lesoes-de-punho.html' title='Testes de Avaliação de lesões de punho e mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8552417390767953102</id><published>2010-01-12T13:04:00.001-08:00</published><updated>2010-01-12T13:04:46.611-08:00</updated><title type='text'>Testes ortopédicos para mão</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;Teste dos tendões flexores superficiais dos dedos: mantenha os demais dedos em extensão completa, segurando-os firmemente e peça ao paciente para fazer flexão do dedo que está livre. Quando o tendão está íntegro ele é capaz de fletir a articulação rnetacarpofalangeana e a interfalangeana proximal, sem fletir a interfalangeana distal. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teste dos tendões flexores profundos dos dedos: mantenha estendidas as articulações metacarpofalangeana e interfalangeana proxirnal do dedo que se quer testar, segurando-o. Solicite ao paciente que faça flexão da articulação interfalangeana distal. Se isto for possível, o tendão estará integro. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teste do nervo ulnar: há déficit sensitivo na área cutânea do nervo. A parte motora é realizada pedindo ao paciente que faça abdução ativa do 5º dedo, opondo-se resistência. Haverá paralisia ou fraqueza do músculo nas lesões.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teste do nervo mediano: há déficit sensitivo na área cutâneã do nervo. Para testar a parte motora, peça ao paciente para fazer uma forte pinça como polegar e indicador, pelas extremidades dos dedos, formando um "O". Se houver lesão, a pinça só será feita com as polpas digitais. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teste do nervo radial: há déficit sensitivo na área cutânea do nervo. Para testar a parte motora, solicite ao paciente para realizar extensão do punho e dedos, opondo-se resistência. Haverá paralisia ou fraqueza dos extensores. A paralisia completa do nervo radial dá a "mão caída" e a lesão mais freqüente ocorre por traumatismo do nervo na diáfise do úmero por uma fratura. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teste de Phalen: O túnel do carpo é formado no punho por um assoalho e parede compostos pelos ossos do carpo e fechado, anteriormente, pelo ligamento transverso profundo do carpo. Neste canal passam 8 tendões e o nervo mediano, sendo o espaço exíguo. Na síndrome do túnel do carpo, ocorre compressão do nervo mediano neste nível. O quadro geral é de dor e parestesia irradiados na área sensitiva do mediano. No teste de Phalen, solicita-se que o paciente faça flexão volar aguda do punho, geralmente forçando urna mão contra a outra, pela face dorsal. Em caso positivo, surgirá dor e/ou formigamento na área do mediano.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.fmrp.usp.br/revista/1996/vol29n1/semiologia_ortopedica.pdf" target="_blank"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já acessou o blog &lt;a href="http://fraturademao.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Fratura de mão&lt;/a&gt; hoje?&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8552417390767953102?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8552417390767953102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8552417390767953102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8552417390767953102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8552417390767953102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/01/testes-ortopedicos-para-mao.html' title='Testes ortopédicos para mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-3834988565147865630</id><published>2010-01-04T10:30:00.001-08:00</published><updated>2010-01-04T10:30:01.682-08:00</updated><title type='text'>Avaliação fisioterapeutica da mão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; "&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0in; text-align: justify; line-height: 21px; text-indent: 35.45pt; "&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; "&gt;O exame físico da mão compreende inspeção estática, palpação, movimentação passiva, movimentação ativa, teste neurológico e manobras especiais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; A mão em repouso apresenta uma posição característica das articulações metacarpofalângicas e interfalângicas, com flexão progressivamente maior do indicador para o dedo mínimo. Um dedo que se mantém em extensão, na &lt;b&gt;posição de repouso&lt;/b&gt;, pode-se pensar em lesão dos tendões flexores.&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&amp;#39;Na mão normal, ainda observamos que a região palmar forma uma "concha". Esta forma é dada pela presença dos arcos palmares mantidos pelos músculos intrínsecos da mão, de tal forma que, na sua paralisia, a forma de "concha" desaparece.&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&amp;#39;arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; mso-ansi-language: pt-br;&amp;quot;&amp;gt;Inspeção estática&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0in; text-align: justify; line-height: 21px; text-indent: 0.5in; "&gt; &lt;span lang="PT-BR" style="font-family: arial, sans-serif; "&gt;Podemos observar: revestimento cutâneo, trofismo da musculatura intrínseca e extrínseca, edema, cicatrizes, unhas, deformidades gerais e deformidades específicas tais como:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0in; text-align: justify; line-height: 21px; text-indent: 0.5in; "&gt; &lt;span lang="PT-BR" style="font-family: arial, sans-serif; "&gt;DEDO EM MARTELO: Caracterizado por flexão ou queda da falange distal. Ocorre por lesão do tendão extensor terminal em sua inserção na falange distal. Pode ser conseqüência de uma lesão tendínea ou fratura-avulsão;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0in; text-align: justify; line-height: 21px; text-indent: 0.5in; "&gt; &lt;span lang="PT-BR" style="font-family: arial, sans-serif; "&gt;DEDO EM BOTOEIRA: Caracterizado por flexão da articulação interfalângica proximal e hiperextensão da interfalângica distal. Ocorre por lesão do tendão extensor central em sua inserção na base da falange média;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0in; text-align: justify; line-height: 21px; text-indent: 0.5in; "&gt; &lt;span lang="PT-BR" style="font-family: arial, sans-serif; "&gt;DEFORMIDADE EM PESCOÇO DE CISNE: Caracterizada por hiperextensão da articulação interfalângica proximal e flexão da articulação interfalângica distal. Observada com freqüência na artrite reumatóide, por lesão dos elementos que contém o aparelho extensor, ou pode ainda ocorrer como conseqüência de uma deformidade em martelo, na qual toda a força extensora pode concentrar-se na articulação interfalângica proximal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja um fasciculo sobre &lt;a href="http://www.ronaldoazze.com.br/fasciculo/fasciculo6.PDF"&gt;Semiologia da mão&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-3834988565147865630?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/3834988565147865630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=3834988565147865630' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3834988565147865630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3834988565147865630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2010/01/avaliacao-fisioterapeutica-da-mao.html' title='Avaliação fisioterapeutica da mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-166745199881688926</id><published>2009-12-31T06:14:00.001-08:00</published><updated>2009-12-31T06:14:58.482-08:00</updated><title type='text'>Feliz 2010...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;img src="http://www.istockphoto.com/file_thumbview_approve/3376501/2/istockphoto_3376501-celebration-toast-with-champagne.jpg" alt="Celebration toast with champagne Royalty Free Stock Photo"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;UM BRINDE AO ANO QUE SERÁ O ANO DA SUA VIDA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;É O QUE DESEJAMOS. É O QUE QUEREMOS.  É O QUE ACONTECERÁ. BASTA VOCÊ ACREDITAR!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;EM 2010, ESTAREMOS AQUI, INFORMANDO E APRENDENDO CADA VEZ MAIS.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;br clear="all"&gt;&lt;img src="http://i486.photobucket.com/albums/rr227/danichakalat/barraaa.gif"&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#CC0000" face="&amp;#39;comic sans ms&amp;#39;, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-166745199881688926?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/166745199881688926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=166745199881688926' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/166745199881688926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/166745199881688926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/12/feliz-2010.html' title='Feliz 2010...'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7507378021986735880</id><published>2009-12-24T07:59:00.001-08:00</published><updated>2009-12-24T07:59:27.401-08:00</updated><title type='text'>Um grande natal para você e sua família</title><content type='html'>&lt;img src="http://memoireairfrance.canalblog.com/feliz_natal.jpg"&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Estamos sempre online para trazer o melhor conteúdo e informação para vocês, nossos leitores.  Desejamos então um ótimo Natal, com toda a paz, amor, felicidade e saúde que você merece.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A &lt;a href="http://Chakalat.net"&gt;Chakalat.net&lt;/a&gt; continuará trabalhando para trazer fatos e informações sobre o seu assunto favorito.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" color="#FF0000"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Muita paz e amor!!!&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7507378021986735880?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7507378021986735880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7507378021986735880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7507378021986735880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7507378021986735880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/12/um-grande-natal-para-voce-e-sua-familia.html' title='Um grande natal para você e sua família'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1600442005561214035</id><published>2009-12-16T08:31:00.001-08:00</published><updated>2009-12-16T08:31:47.428-08:00</updated><title type='text'>Lesões crônicas de tendões flexores na mão</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="color:rgb(98, 98, 98);font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:14px"&gt;&lt;h1 style="font-size:30px;font-family:Helvetica, Arial, sans-serif;letter-spacing:-1px;margin-top:0px;margin-right:10px;margin-bottom:5px;margin-left:0px;padding-top:10px;padding-right:10px;padding-bottom:10px;padding-left:10px"&gt;   &lt;font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"&gt;&lt;span style="font-size:14px;font-weight:normal;letter-spacing:normal"&gt;&lt;font color="#000000" face="arial"&gt;&lt;span style="font-size:small"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align:justify;padding-right:10px"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tratamento das lesões crônicas dos &lt;strong&gt;tendões musculares&lt;/strong&gt; flexores da mão, ainda hoje, é um desafio pela grande freqüência de aderência do &lt;strong&gt;tendão muscular&lt;/strong&gt; usado como enxerto. &lt;br&gt;   &lt;br&gt;O conceito atual de tratamento deste tipo de lesão do &lt;strong&gt;tendão muscular&lt;/strong&gt; é a reconstrução em dois estágios. O primeiro, onde se coloca um material sintético no trajeto do tendão objetivando a formação de um neo-túnel que possa receber o enxerto biológico que será utilizado em um segundo tempo da reconstrução. &lt;br&gt;   &lt;br&gt;A utilização de implantes iniciou-se em 1936, em clássica experiência com tubos de celulóides, na qual observou-se a formação de uma pseudobainha, composta por células adaptadas em aceitar uma estrutura de deslizamento, no caso a estrutura de tendão. Esta técnica não obteve o sucesso esperado, pois sendo o material muito rígido, impedia a mobilização passiva das articulações, resultando em rigidez do dedo. Somente em 1963 é que se iniciou a utilização de espaçadores mais flexíveis, de material tipo silicone.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Outras propostas de tratamento em dois estágios incluíam a utilização de enxerto de &lt;strong&gt;tendão muscular&lt;/strong&gt;, como o vascularizado, do flexor superficial do mesmo dedo, conforme trabalho em1969, que apesar de bastante interessante, desconsiderava a utilização do implante no primeiro tempo. Somente em 1971 foi que aprimoraram e detalharam a técnica de reconstrução tendínea em 2 estágios da forma como hoje conhecemos, incluindo relatos clínicos de alguns bons resultados. &lt;br&gt;   &lt;br&gt;A citação reflete bem a importância do tema analisado &amp;quot;Os &lt;strong&gt;tendões musculares &lt;/strong&gt;flexores fazem parte de um conjunto anátomo-fisiológico muito complexo da mão. São os principais elementos atuantes nos movimentos de preensão; preensão forte e vigorosa do operário que empunha a sua marreta, preensão delicada e sutil do desenhista que traça as linhas corretas de um perfil de um rosto ou de um hábil cirurgião que maneja o seu bisturi em movimentos rápidos e precisos. Se para o operário a invalidez de uma de suas mãos significa a perda de sua capacidade para o trabalho, para os outros representa toda uma gama de dificuldades a começar pelo seu relacionamento do dia a dia.&amp;quot; &lt;br&gt;   &lt;br&gt;Apesar de haver quase um consenso no que se refere à forma de reconstrução das lesões crônicas dos &lt;strong&gt;tendões musculares&lt;/strong&gt; flexores, observamos uma diversidade muito grande em relação aos resultados obtidos, muitas vezes, pouco animadores, o que nos motivou a realização deste trabalho relatando nossa experiência. Baseado em nossos resultados propomos uma discussão sobre os eventuais fatores que contribuem para obtenção de um resultado mais satisfatório.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Retirado &lt;a href="http://www.portalfisioterapia.com.br/fisioterapia/principal/conteudo.asp?id=6042" target="_blank"&gt;daqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1600442005561214035?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1600442005561214035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1600442005561214035' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1600442005561214035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1600442005561214035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/12/lesoes-cronicas-de-tendoes-flexores-na.html' title='Lesões crônicas de tendões flexores na mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8424255344924219996</id><published>2009-11-25T16:48:00.001-08:00</published><updated>2009-11-25T16:48:31.194-08:00</updated><title type='text'>Anatomia da mão</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;div&gt;A mão é o segmento mais especializado do aparelho locomotor, sendo estrutura de grande sensibilidade,  enorme motricidade, aliadas a uma força considerável. Se o membro inferior aproxima ou afasta o indivíduo de um objeto, o membro superior aproxima ou afasta o objeto do indivíduo, ação que demanda precisão e eficiência de movimentos. A mão dá terminalidade ao membro superior. Sua anatomia é toda voltada para a realização de suas funções, concentrando muitas estruturas importantes em um pequeno espaço. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A pele do dorso da mão é fina e elástica para alongar-se quando a mão se fecha ou se faz a flexão do punho. Entretanto, na face palmar ela é completamente diferente. É formada por um coxim gorduroso que se assenta sobre a aponeurose palmar e tem a função de acolchoar e proteger estruturas mais profundas, O revestimento cutâneo palmar forma rugosidades (dermatóglifos) que têm função antiderrapante. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As pregas palmares são reforços de inserção da pele e contribuem para aumentar o grau de flexão das articulações. Há duas saliências dos coxins correspondendo às eminências tênar (do lado do polegar) e hipotênar (do lado do 5° dedo). &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O punho é formado pela articulação radiocarpiana que se compõe pela epífise distal do rádio e ulna (articulação rádio-ulnar distal) e os ossos da primeira fileira do carpo  escafóide, semilunar, piramidal e pisiforme). A segunda fileira é formada pelo trapézio, trapezóide, capitato e unciforme. O metacarpo é formado pelos ossos metacarpianos  que se articulam com as falanges dos dedos (2 no polegar e 3 nos demais dedos). A musculatura da mão é intrínseca quando se origina e insere na própria mão: interósseos dorsais, palmares, lumbricais e musculatura da eminência tênar e hipotênar. A musculatura extrínseca origina-se no braço/ antebraço e insere-se na mão por meio de tendões:&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• flexor radial do carpo: origina-se do epicôndilo mediale se insere no trapézio e metacarpianos. Realiza a flexão do punho e auxilia na abdução da mão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• flexor ulnar do carpo: origina-se, do epicôndilo medial e se insere no pisiforme. Realiza a flexão do punho e auxilia na adução da mão.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;• flexor superficial dos dedos: origina-se, principalmente, do epicôndilo medial, divide-se em quatro tendões que se inserem na falange média (2° ao 5° dedos). Realiza a flexão das articulações interfalangeana proximal e metacarpofalangeanas e auxilia na flexão do punho.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;div&gt;• flexor profundo dos dedos: origina-se do terço proximal da ulna, divide-se em quatro tendões que se inserem nas falanges distais (2° ao 5° dedos). Realiza a flexão das falanges distais e auxilia na flexão do punho.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;• flexor longo do polegar: origina-se da região proximal do rádio e insere-se na base da falange distal do polegar. Realiza a flexão das falanges do polegar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• extensores radiais curto e longo do carpo: originamse da região do epicôndilo lateral do úmero. Inserem-se na base do 2° e 3° ossos metacarpianos e&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;têm ação na extensão e abdução do punho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• extensor ulnar do carpo: origina-se do epicôndilo lateral e se insere na base do 5° osso metacarpiano. Realiza extensão e adução do punho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• extensor dos dedos: origina-se do epicôndilo lateral do úmero, divide-se em quatro tendões que se dirigem do 2° ao 5° dedos, com inserção na base da falange distal. Realiza extensão dos dedos (o 1° e  5° têm extensores próprios adicionais).&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;• abdutor longo do polegar: origina-se da superfície posterior da diáfise da ulna e insere-se no 1° osso metacarpiano e trapézio. Realiza abdução e auxilia na extensão do polegar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;• extensor curto do polegar: origina-se do terço proximal do rádio e membrana interóssea e inserese na base da falange proximal do polegar, realizando sua extensão.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;• extensor longo do polegar: origina-se do terço médio da ulna e se insere na base da falange distal do polegar. Realiza extensão das falanges do polegar, adução e rotação lateral do polegar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  Os tendões flexores atravessam um canal osteofibroso que se inicia na cabeça dos metatarsianos e termina na base da falange distal. Em algumas regiões, o canal sofre o reforço de polias cuja função é manter os tendões junto do esqueleto, evitando seu deslocamento durante a flexo-extensão do dedo. Este detalhe anatômico é muito importante pois lesões tendinosas neste canal representam dificuldades adicionais de reparo e reconstrução. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;A movimentação da mão compõe-se de: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;• punho: flexão dorsal e palmar, abdução (ou desvio radial) e adução (ou desvio ulnar).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• dedos: flexão e extensão das articulações metacarpofalangeanas e interfalangeanas. Adução (os dedos se aproximam) abdução (os dedos se afastam).&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;O polegar tem todos estes movimentos e mais a oponência que é uma combinação de movimentos que o torna capaz de tocar a polpa digital de todos os outros dedos, fazendo uma pinça. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A anatomia não é simplista como aqui foi colocada. Há muitos detalhes importantes e, freqüentemente, os tendões relacionam-se entre si, anatômica e funcionalmente. Para maiores detalhes, consultar textos especializados.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em breve colocarei um texto aqui sobre inervação da mão e testes especiais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você já acessou hoje o blog &lt;a href="http://fraturademao.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Fraturas de Mão&lt;/a&gt;?&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8424255344924219996?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8424255344924219996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8424255344924219996' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8424255344924219996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8424255344924219996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/11/anatomia-da-mao.html' title='Anatomia da mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-837506227108117124</id><published>2009-11-24T13:38:00.001-08:00</published><updated>2009-11-24T13:38:23.110-08:00</updated><title type='text'>Pseudo artrose de escafóide</title><content type='html'>&lt;br&gt;O osso escafóide é um dos 8 ossos do punho, chamados ossos do carpo, que são distribuídas em duas fileiras. Uma próxima dos ossos do ante braço - fileira proximal e a outra distal. O escafóide é o único osso a participar das duas fileiras, por isso sua particularidade.&lt;br&gt;  É a fratura mais comum dos ossos do punho.&lt;div&gt;&lt;br&gt;Ela pode ocorrer com uma queda com a mão aberta. Muitas vezes o sintoma inicial é apenas dor e num Rx de urgência, mesmo de boa qualidade, a fratura não aparece. Com a continuação da dor e em radiografias com desvio ulnar e radial, a fratura aparece. É comum pessoas apresentarem uma fratura do escafóide, fazer um Rx que não mostra a fratura e somente meses ou anos depois, em caso de outro traumatismo ou dor "idiopática" no punho, ser diagnósticada. Como a fratura não se consolidou, se transformou em uma  "Pseudo Artrose".&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;Os principais sintomas de pseudoartrose de escafóide  são dor na tabaqueira anatômica e aos movimentos de flexão e extensão. As vezes na primeira consulta, mesmo com Rx de boa qualidade a fratura pode não aparecer. É necessário muito cuidado em todo traumatismo com a mão aberta. Em casos de dúvida, uma Tomografia Computadorizada ou Ressonãnica nuclear magnética é realizada num período de 15 dias, o que confirma o diagnóstico.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;O tratamento de uma fratura simples sem desvio - pode ser tratada com aparelho gessado ante braquio palmar (da metade do braço até a mão) em torno de 6 (seis) semanas e mais 3 semanas com uma luva. A razão de todo esse tempo de imobilização se deve que a vascularização do escafóide é deficitária, necessitando mais de tempo do que outras fraturas para consolidar. Fixação per cutânea com parafuso canulado auto compressivo em titânio. Normalmente essa cirurgia é realizada sem incisão e a passagem do fio guia e do parafuso é controlado com um intensificador de imagem.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;Mesmo uma fratura do escafóide, tratada convenientemente, pode evoluir para uma PSEUDO ARTROSE. Por falta de consolidação, as duas extremidades de uma fratura absorvem-se, arredondam-se e produzem um movimento anormal, assemelhando-se a uma articulação, daí o nome PSEUDO ARTROSE, ou seja, uma articulação falsa. O seu tratamento necessita de outras táticas como enxerto ósseo vascularizado ou não, e outros procedimentos no punho: Ressecção da primeira fileira do carpo, artroscopias e artrodeses (juntar duas articulações) parciais ou total e prótese.&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-837506227108117124?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/837506227108117124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=837506227108117124' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/837506227108117124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/837506227108117124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/11/pseudo-artrose-de-escafoide.html' title='Pseudo artrose de escafóide'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-953659970978463018</id><published>2009-11-08T14:54:00.001-08:00</published><updated>2009-11-08T14:57:24.275-08:00</updated><title type='text'>Primeiros socorros em fraturas de mão</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="text-align: left; width: 740px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr class="textodicas" style="color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-decoration: none; text-transform: none;"&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" width="72%"&gt;&lt;div class="textodicas" style="color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-align: justify; text-decoration: none; text-transform: none;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Fratura do pulso -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Não faça nada além de enfaixar firmemente o pulso e levar a vítima ao&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;pronto-socorro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class="textodicas" style="color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; text-decoration: none; text-transform: none;"&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5769309376704226756&amp;amp;postID=953659970978463018" name="016"&gt;&lt;/a&gt;Fratura da mão&lt;/b&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;Enfaixe a mão com os dedos semidobrados em posição côncava. Para isso,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;faça a pessoa envolver um chumaço ou rolo de algodão na palma da mão e apóie sobre uma tala.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em seguida, fixe o conjunto com bandagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5769309376704226756&amp;amp;postID=953659970978463018" name="017"&gt;&lt;/a&gt;Fratura de dedo da mão -&amp;nbsp;&lt;/b&gt;Imobilize os dedos fraturados com uma tira de papelão grosso ou&lt;br /&gt;uma&amp;nbsp;tabuinha (por exemplo, um palito de sorvete).&amp;nbsp;Coloque essa tala sob o dedo fraturado&lt;br /&gt;até a palma&amp;nbsp;da mão, protegendo-a com um pequeno pedaço de gaze ou algodão.&amp;nbsp;Envolva&lt;br /&gt;o conjunto com&amp;nbsp;bandagens em todo o comprimento do dedo, até a palma da mão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-953659970978463018?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/953659970978463018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=953659970978463018' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/953659970978463018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/953659970978463018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/11/primeiros-socorros-em-fraturas-de-mao.html' title='Primeiros socorros em fraturas de mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-3154320098432419588</id><published>2009-10-20T16:52:00.001-07:00</published><updated>2009-10-20T16:52:39.195-07:00</updated><title type='text'>A fisioterapia na fratura de Smith</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;img border="0" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith7.gif" width="228" height="174"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A fratura de Smith é&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; uma fratura da extremidade inferior do rádio com deslocamento palmar do fragmento radial distal e deslocação da articulação radiocubital distal. A fratura é provocada por uma queda no dorso do punho flexionado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A melhor forma de se fazer uma&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; redução da fratura de Smith é conseguida com a tração longitudinal, supinação, e mantendo o pulso no ponto morto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O tratamento de fisioterapia para uma fratura de Smith deve ser feita com Crioterapia ou Laserterapia e no tratamento de cinesioterapia deve ser feito mobilização cicatricial ( no pós operatório, massagem local, ganho de arco articular, alongamento passivo e evoluir conforme o tratamento para mobilização de punhos com theraband (resistência), trabalho de propriocepção e movimentos ativos (principalmente pronação e supinação).&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Os principais desafios que o fisioterapeuta irá enfrentar em um tratamento de fratura de smith são a perd&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;a de amplitude de movimento, dor, edema, o que dificultará o retorno à função. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A Fisioterapia tem um importante papel no tratamento pós-operatório destas fraturas, agindo na prevenção e tratamento destas complicações, possibilitando ao paciente o retorno as suas atividades normais, em período breve, seguro e em melhor nível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Visite nossos blogs. Clique &lt;/b&gt;&lt;a href="http://saude.chakalat.net"&gt;&lt;b&gt;aqui!&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-3154320098432419588?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/3154320098432419588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=3154320098432419588' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3154320098432419588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3154320098432419588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/10/fisioterapia-na-fratura-de-smith.html' title='A fisioterapia na fratura de Smith'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-6212240575200360893</id><published>2009-10-02T16:49:00.001-07:00</published><updated>2009-10-02T16:51:56.076-07:00</updated><title type='text'>Exercícios para realibilitação de fraturas de mão</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="1032" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="style17" colspan="2" height="81" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" valign="top"&gt;Os exercícios a seguir são apenas um guia de tratamento básico, por isso o paciente deve fazer a reabilitação acompanhado de um fisioterapeuta, para que o programa seja personalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir os objetivos, como: analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho da amplitude de movimento de uma articulação, etc, e por isso, o tratamento não deve ser feito sem a supervisão de um profissional.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;1 - Movimentos Ativos:A – Flexão: Gentilmente flexione o punho para frenteB – Extensão: Leve a mão para trás, estendendo o punho.C – Lateralmente: Leve a mão de um lado para outro&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="21"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center" height="160" valign="top"&gt;&lt;img height="160" src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/88_stc1.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="45"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="504" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" class="style17" height="56" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" valign="top" width="583"&gt;&lt;strong&gt;2 - Alongamentos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A - Flex ão e Extensão de Punho: Com a mão lesionada flexionada para frente, use a outra mão para aplicar pressão.&amp;nbsp; Mantenha 20 segundos e relaxe.&amp;nbsp; Leve a palma da mão lesionada para trás e com a outra mão aplique pressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B - Flex ão de Punho em Pé: Em pé, apóie as costas das mãos em uma mesa, a palma e os dedos devem estar para cima, apontando para o seu corpo.&amp;nbsp; Mantenha os cotovelos estendidos, incline-se para frente.&amp;nbsp; Mantenha essa posição por 20 segundos e relaxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Extens ão de Punho em Pé: De frente para mesa, apóie as palmas das mãos na mesa, mantenha os cotovelos estendidos e incline o corpo para frente. Mantenha 20 segundos e relaxe.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="21"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center" height="301" valign="top"&gt;&lt;img height="445" src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/87_frat_escafoide_1.jpg" width="350" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="33"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="206" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="118" valign="top" width="200"&gt;&lt;img height="206" src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/88_stc4.jpg" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;3 - Flexão de Punho:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segurando uma lata de molho de tomate, com a palma da mão para cima, flexione o punho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lentamente, volte à posição inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça 3 séries de 10 repetições.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="34"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="231" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="231" valign="top" width="200"&gt;&lt;img height="231" src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/88_stc5.jpg" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;4 - Extensão de Punho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a palma da mão para baixo, segurando uma lata de molho de tomate, lentamente, traga a mão para cima.&amp;nbsp; Volte à posição inicial.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça 3 séries de 10 repetições.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="40"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="281" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td rowspan="2" valign="top" width="200"&gt;&lt;img height="281" src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/88_stc6.jpg" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td height="84" width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;5 - Flexão de Dedos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segure uma bola de borracha e aperte-a o máximo possível, mantenha por 5 segundos e relaxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça 3 séries de 10 repetições.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="136"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="42"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="268" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" height="268" valign="top" width="200"&gt;&lt;img height="268" src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/87_frat_escafoide_2.jpg" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;6 - Extensão de Dedos:&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Com a palma da mão apoiada em uma mesa, levante um dedo, mantenha 5 segundos e relaxe.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repita com os outros dedos até fazer 10 vezes cada dedo.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="40"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="199" valign="top"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" height="199" valign="top" width="200"&gt;&lt;img height="199" src="http://www.clinicadeckers.com.br/imagens/orientacoes/87_frat_escafoide_3.jpg" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="19"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align="left" class="style17" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;" valign="top" width="364"&gt;&lt;strong&gt;7 - Pronação e Supinação do Antebraço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Com o cotovelo flexionado a 90º e apoiado no tronco, gire a palma da mão para cima e para baixo, sem mexer o cotovelo.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça 3 séries de 10 repetições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://www.clinicadeckers.com.br/html/orientacoes/ortopedia/087_fratura_escafoide.html"&gt;FONTE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Esses exercícios não dispensam o atendimento médico e nem fisioterapêutico. Esse post é um exemplo de exercícios e não significa que todos os pacientes que tiveram fratura estão aptos a realizarem esses exercícios. Procure um profissional.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-6212240575200360893?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/6212240575200360893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=6212240575200360893' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6212240575200360893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6212240575200360893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/10/exercicios-para-realibilitacao-de.html' title='Exercícios para realibilitação de fraturas de mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-6534300848392213170</id><published>2009-09-04T19:38:00.001-07:00</published><updated>2009-09-04T19:38:41.689-07:00</updated><title type='text'>Sindrome do tunel do carpo</title><content type='html'>&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;trebuchet ms&amp;#39;; color: rgb(128, 128, 128); -webkit-border-horizontal-spacing: 8px; -webkit-border-vertical-spacing: 8px; "&gt;A Síndrome do Túnel do Carpo é uma compressão das estruturas nervosas (nervos) ao nível do punho. É a causa mais comum de compressão nervosa associada com as atividades esportivas. Qualquer esporte que envolva movimentos repetidos do punho, ou movimentos de apreensão com a mão, pode ocasionar a Síndrome do Túnel do Carpo. Nota-se uma freqüência maior nos ciclistas, arremessadores e jogadores de tênis. Algumas vezes há relato de queda com a mão aberta ou uma fratura do punho. Pode também estar associada à tendinite dos tendões flexores. É muito comum em pessoas que não são atletas mas que realizam atividades com movimentos repetitivos da mão e do punho, como digitadores de computador, secretárias, lavadeiras, etc.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os sintomas mais comuns são, dor ao nível da mão e do punho e alterações da sensibilidade (formigamento) nos dedos polegar, indicador e médio. A dor, geralmente, piora à noite e algumas vezes pode irradiar para o ombro. Com o passar do tempo o paciente vai diminuindo a força no punho e nos dedos da mão, e, nos estágios finais, apresenta atrofia da musculatura da mão junto ao dedo polegar. Durante o exame, alguns testes especiais ajudam a confirmar o diagnóstico. Os exames de raio X tem pouca utilidade, só esclarecendo doenças associadas. A ressonância magnética e a tomografia computadorizada ajudam no diagnóstico, porém o melhor exame complementar para a Síndrome do Túnel do Carpo é a eletroneuromiografia, que é um exame em que se estimulam os nervos com impulsos elétricos, e então nota-se se eles estão anormais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento pode ser conservador ou cirúrgico dependendo de vários fatores como, atividade profissional, tipo de esporte, mão dominante e gravidade dos sintomas. De uma maneira geral o tratamento conservador consiste em analgésicos, restrição da atividade causadora e imobilização do punho em discreta extensão. A infiltração local, no túnel do carpo, pode ser de alguma ajuda em casos específicos. Se os sintomas persistirem ou continuarem a piorar após 8 a 12 semanas de tratamento conservador, então o tratamento cirúrgico está indicado, com a abertura do túnel do carpo. O retorno às atividades esportivas é feito de acordo com a remissão dos sintomas e não é incomum que esses sintomas permaneçam por até um ano após a liberação cirúrgica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-6534300848392213170?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/6534300848392213170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=6534300848392213170' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6534300848392213170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6534300848392213170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/09/sindrome-do-tunel-do-carpo.html' title='Sindrome do tunel do carpo'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-5466353016720508313</id><published>2009-08-27T05:09:00.000-07:00</published><updated>2009-08-27T05:12:09.431-07:00</updated><title type='text'>Anuncie neste blog</title><content type='html'>Esse é um blog &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;específico&lt;/span&gt;, sobre um determinado assunto. Assunto que liga diversas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;especialidades&lt;/span&gt; de profissões, assim como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;serviços&lt;/span&gt; atrelados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor de blog deste blog é ávido por informação. Se ele tem uma dúvida, aqui ele procura esclarecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para anunciar nesse blog é simples. Basta mandar uma mensagem pelo formulário abaixo, especificando o blog que há a preferência do anúncio, efetuar o pagamento pelo link que será enviado ou por deposito bancário no Banco do Brasil e escolher ou enviar o formato do banner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas características dos anúncios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Opção 1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tamanho:&lt;/span&gt; 160 px por 150 px;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Posicionamento:&lt;/span&gt; À direita, parte superior do blog, aonde há uma maior visibilidade para o leitor;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não é permitido&lt;/span&gt; anúncio de cunho pornográfico ou que fira qualquer legislação em vigor, incluindo sites de compartilhamento de arquivos.&lt;br /&gt;Teremos somente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;dois&lt;/span&gt; anunciantes por vez.&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;valor do investimento&lt;/span&gt; para se fazer esse anúncio mensal é de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;R$ 20,00 &lt;/span&gt;, iniciando no primeiro dia e terminando no último dia do mês. Se quiser optar pelo anúncio &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;trimestral&lt;/span&gt; o valor é de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;R$ 50,00&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um mês:&lt;br /&gt;&lt;!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;form target="pagseguro" action="https://pagseguro.uol.com.br/security/webpagamentos/webpagto.aspx" method="post"&gt;&lt;input type="hidden" name="email_cobranca" value="danielasouto@uol.com.br"&gt;&lt;input type="hidden" name="tipo" value="CP"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="hidden" name="moeda" value="BRL"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_id_1" value="01"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_descr_1" value="01 mes de anuncio no Blog Fraturas de Mão Opcao 1"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_quant_1" value="1"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_valor_1" value="2000"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_frete_1" value="000"&gt;&lt;input type="image" src="https://pagseguro.uol.com.br/Security/Imagens/btnPagar.jpg" name="submit" alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!"&gt;&lt;/form&gt;&lt;!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para três meses:&lt;br /&gt;&lt;!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;form target="pagseguro" action="https://pagseguro.uol.com.br/security/webpagamentos/webpagto.aspx" method="post"&gt;&lt;input type="hidden" name="email_cobranca" value="danielasouto@uol.com.br"&gt;&lt;input type="hidden" name="tipo" value="CP"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="hidden" name="moeda" value="BRL"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_id_1" value="01"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_descr_1" value="03 meses de anuncio no Blog Fraturas de Mão Opcao 1"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_quant_1" value="1"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_valor_1" value="5000"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_frete_1" value="000"&gt;&lt;input type="image" src="https://pagseguro.uol.com.br/Security/Imagens/btnPagar.jpg" name="submit" alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!"&gt;&lt;/form&gt;&lt;!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mande sua &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mensagem&lt;/span&gt; para qualquer dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Opção 2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tamanho:&lt;/span&gt; 468 px por 60 px;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Posicionamento:&lt;/span&gt; Na parte superior do blog, ao lado do título aonde há uma maior visibilidade para o leitor;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não é permitido&lt;/span&gt; anúncio de cunho pornográfico ou que fira qualquer legislação em vigor, incluindo sites de compartilhamento de arquivos.&lt;br /&gt;Teremos somente &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;um&lt;/span&gt; anunciante por vez.&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;valor do investimento&lt;/span&gt; para se fazer esse anúncio mensal é de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;R$ 25,00 &lt;/span&gt;, iniciando no primeiro dia e terminando no último dia do mês. Se quiser optar pelo anúncio &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;trimestral&lt;/span&gt; o valor é de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;R$ 60,00&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;É um anúncio específico, para um público específico. E ainda ganha uma resenha, um post para ser publicado junto ao conteúdo do blog, por tempo indeterminado. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aproveite&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um mês:&lt;br /&gt;&lt;!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;form target="pagseguro" action="https://pagseguro.uol.com.br/security/webpagamentos/webpagto.aspx" method="post"&gt;&lt;input type="hidden" name="email_cobranca" value="danielasouto@uol.com.br"&gt;&lt;input type="hidden" name="tipo" value="CP"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="hidden" name="moeda" value="BRL"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_id_1" value="01"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_descr_1" value="01 mes de anuncio no Blog Fraturas de Mão opcao 2"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_quant_1" value="1"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_valor_1" value="2000"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_frete_1" value="000"&gt;&lt;input type="image" src="https://pagseguro.uol.com.br/Security/Imagens/btnPagar.jpg" name="submit" alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!"&gt;&lt;/form&gt;&lt;!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para três meses:&lt;br /&gt;&lt;!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;form target="pagseguro" action="https://pagseguro.uol.com.br/security/webpagamentos/webpagto.aspx" method="post"&gt;&lt;input type="hidden" name="email_cobranca" value="danielasouto@uol.com.br"&gt;&lt;input type="hidden" name="tipo" value="CP"&gt;&lt;br /&gt;&lt;input type="hidden" name="moeda" value="BRL"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_id_1" value="01"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_descr_1" value="03 meses de anuncio no Blog Fraturas de Mão Opção 2"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_quant_1" value="1"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_valor_1" value="6000"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_frete_1" value="000"&gt;&lt;input type="image" src="https://pagseguro.uol.com.br/Security/Imagens/btnPagar.jpg" name="submit" alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!"&gt;&lt;/form&gt;&lt;!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mande sua &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mensagem&lt;/span&gt; para qualquer dúvida.&lt;br /&gt;&lt;form method="post" action="http://kontactr.com/euser.php"&gt;&lt;input name="id" type="hidden" value="29400" /&gt;&lt;table cellpadding="10px" border="0" style="font-size: 13px; font-family: Tahoma, Verdana;"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right"&gt;Seu Nome: &lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;input name="sender_name" type="text" style="width: 200px;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right"&gt;Seu Email: &lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;input name="sender_email" type="text" style="width: 200px;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right"&gt;Titulo: &lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;input name="subject" type="text" style="width: 200px;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right" valign="top"&gt;Messagem: &lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;textarea rows="10" cols="30" name="message" style="font-size: 13px; padding: 3px; font-family: Tahoma, Verdana;"&gt;&lt;/textarea&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="right" valign="middle"&gt;Imagem (case-sensitive): &lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="http://kontactr.com/captcha.php" /&gt; &lt;input type="text" name="captcha_code" style="margin-bottom: 10px; font-size: 13px; padding: 3px; font-family: Tahoma, Verdana;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="center"&gt;&lt;input name="send" type="submit" id="send" value="Enviar" style="font-size: 20px; width: 80px; letter-spacing: 5px;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;/form&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-5466353016720508313?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/5466353016720508313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=5466353016720508313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5466353016720508313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5466353016720508313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/08/anuncie-neste-blog.html' title='Anuncie neste blog'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7363545615989001516</id><published>2009-07-14T14:07:00.001-07:00</published><updated>2009-07-14T14:07:47.541-07:00</updated><title type='text'>Dedo mindinho dá 50% da força à mão</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Quinto dedo da mão costuma ser visto quase como acessório. &lt;br&gt;Mas sua perda acaba sendo muito sentida, quando acontece. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O dedo mindinho, o humilde dedo número cinco da mão, há muito tempo é visto como um acessório decorativo, um dedinho para levantar delicadamente enquanto tomamos uma xícara de chá. O que perderíamos se não tivéssemos esse dedinho? &lt;br&gt; &lt;br&gt;&amp;quot;Você perderia facilmente 50% da força da sua mão&amp;quot;, afirmou Laurie Rogers, terapeuta ocupacional e terapeuta de mão certificada do Hospital Nacional de Reabilitação em Washington. Ela explicou que apesar dos dedos indicadores e médios, junto com o polegar, funcionarem para pinçar e agarrar objetos – fechando zípers, abotoando botões – os dedos mínimos se juntam ao anelares para dar força à mão. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Aprendi isso sozinha no último mês de abril, quando tropecei enquanto fazia jogging e minha figura de 60 quilos esmagou o osso na base do meu mindinho direito, um osso da largura de um lápis. Eu quebrei minha articulação metacarpofalangeal, MCP, onde o dedo se liga à mão. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Cinco meses depois, o dedinho ainda não era capaz de dobrar sozinho. Não conseguia fechar a mão, manusear uma raquete de tênis com controle, segurar direito um pesinho de musculação ou um aspirador de pó. Pelo fato da lesão ter ocorrido na minha mão dominante, escrever era uma tarefa difícil. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Problema comum &lt;br&gt;&lt;br&gt;Minha situação estava longe de ser especial. Fraturas do dedo mindinho e do seu metacarpo – o osso que se estende da base do dedo até a mão – são duas vezes mais freqüentes que fraturas em qualquer outra parte do dedo ou do metacarpo, incluindo o polegar. Existem poucos dados confiáveis que monitoram lesões no dedo mindinho nos Estados Unidos; as estatísticas são de um estudo de 2003 do &amp;quot;The Journal of Hand Surgery&amp;quot; (volume britânico e europeu) que analisou o equivalente a um ano de dados de uma emergência hospitalar em Amsterdã, Holanda. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A alta incidência de fraturas pode ser atribuída ao status do mindinho, junto com o dedo indicador, como &amp;quot;dedo de fronteira&amp;quot;, um &amp;quot;apoio para livros&amp;quot; em relação aos dedos anelares e médios, explicou Dr. Steven Z. Glickel, diretor do C.V. Starr Hand Surgery Center do t. Lukes-Roosevelt Hospital Center em Nova York e presidente da Sociedade Americana de Cirurgia de Mão. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Apesar do dedo indicador &amp;quot;ser, pelo menos, um pouco protegido por estar adjacente ao polegar&amp;quot;, continuou o médico, &amp;quot;o dedo mínimo praticamente não tem nenhuma proteção&amp;quot;. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os ossos do dedo mínimo – as falanges distal, média e próxima – são geralmente quebrados em quedas ou quando o dedo é atingido por algo, como uma bola de basquete. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Apesar da rigidez e do inchaço, muitas pessoas não percebem que o dedo está quebrado, então não procuram tratamento. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fratura oculta &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;As pessoas pensam que se não sentem dor e podem mover o dedo, ele não está quebrado&amp;quot;, disse Scott G. Edwards, diretor de cirurgia de mão e cotovelo do Georgetown University Hospital. &amp;quot;Isso simplesmente não é verdade.&amp;quot; &lt;br&gt; &lt;br&gt;Os reparos a um dedo mindinho quebrado podem significar pinos, parafusos e placas. Oito dias após minha queda, dois pinos foram colocados através da minha articulação MCP. O procedimento, realizado por Edwards em cirurgia ambulatorial, conectou novamente minha falange próxima e reforçou a articulação central do mindinho, conhecida como articulação interfalangeal próxima, ou PIP. Um gesso foi aplicado da ponta dos dedos até o cotovelo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Doze dias depois, o gesso foi removido e a reabilitação foi iniciada. Nunca tinha ouvido falar em terapia de dedo, mas ela existe – e é dolorosa. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;Terapeutas de mão fazem com que pareçamos bonzinhos&amp;quot;, disse Leon S. Benson, diretor de cirurgia de mão do Evanston Northwestern Healthcare em Illinois. &amp;quot;Estou no consultório, feliz e contente, então digo ao paciente: Agora você vai descer para ver Mary Beth, a terapeuta que vai machucar você.&amp;quot; &lt;br&gt; &lt;br&gt;Os tratamentos incluem aplicação de calor, ultra-som, estímulos neuromusculares, talas e exercícios manuais. Começar a reabilitação logo – dentro de alguns dias ou semanas após a cirurgia – é de extrema importância; sem isso, o tecido cicatrizado pode se expandir e a inchação pode piorar. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Comecei minha terapia rapidamente, mas o terapeuta que me ajudava era gentil demais para manipular meu dedo. Quando finalmente encontrei um substituto competente, meu dedo estava rígido e a cicatrização parecia estar avançando. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O tecido de cicatrização, um tecido conectivo fibroso formador da ferida, é mais proeminente e problemático nos dedos porque praticamente não existe músculo ali, logo os tendões se acomodam diretamente no osso. Acumular tecido de cicatrização no dedo mindinho é como &amp;quot;injetar cola dentro de um relógio&amp;quot;, disse Benson. &amp;quot;Trava tudo&amp;quot;. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O inchaço também pode retardar a recuperação. &amp;quot;É como tentar dobrar uma grande salsicha&amp;quot;, comparou Edwards. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Um exame de ressonância magnética do meu dedo foi realizado depois dos pinos terem sido removidos. O resultado confirmou que o tecido de cicatrização tinha imobilizado os tendões flexores – eles ficam permitem que os dedos se dobrem, como se fôssemos dar um soco. Além de não receber tratamento eficaz rapidamente, a genética pode ter contribuído, já que algumas pessoas formam tecido de cicatrização mais facilmente que outras. De qualquer forma, meu dedo estava travado. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Em outubro, passei por uma tenólise do tendão flexor, durante a qual Edwards conseguiu meticulosamente liberar os tendões. No dia seguinte à cirurgia, comecei a fazer terapia com Rogers. No início do mês, concluí meu tratamento; meu dedinho agora dobra facilmente e a força voltou à minha mão. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Agora, o dedo mindinho tem todo o meu respeito. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="2"&gt;Fonte: G1&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/small&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7363545615989001516?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7363545615989001516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7363545615989001516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7363545615989001516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7363545615989001516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/07/dedo-mindinho-da-50-da-forca-mao.html' title='Dedo mindinho dá 50% da força à mão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-5225392866132710393</id><published>2009-06-27T15:50:00.001-07:00</published><updated>2009-06-27T15:50:20.729-07:00</updated><title type='text'>Lesões cronicas da mão na Dort / Ler</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Avaliação das lesões crônicas da mão:&lt;br&gt;História:&lt;br&gt;Começamos colhendo informações referentes ao paciente como: nome, idade, sexo, endereço, profissão, hábitos de laser e mão dominante. A seguir perguntamos sobre a natureza da lesão, o agente causador, quais foram as possíveis causas, o momento exato. A natureza e a extensão da lesão inicial devem ser esclarecidas com precisão, tais como lesões antigas no membro superior.&lt;br&gt; Exame físico:&lt;br&gt;O exame físico é dirigido para a pesquisa da queixa principal, mas todo o membro superior deve ser examinado e comparado com o lado normal. Edemas localizados, condições da pele, deformidades nos dedos, alterações de coloração, hipotrofias musculares podem ser percebidas na inspeção e podem indicar o diagnóstico da causa ou origem da lesão.&lt;br&gt; No exame da movimentação ativa pesquisamos rigidez articular e instabilidades a movimentação ativa, o estado dos músculos tendões e nervos. O teste de sensibilidade pode ser realizado através da pesquisa da sensibilidade táctil e de dois pontos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Testes Especiais:&lt;br&gt;1 - Teste de Phalen - Ambos os punhos em flexão provocam a precipitação dos sintomas de formigamento, hipoestesia ou hiperestesia no território inervado pelo nervo mediano. Isto ocorre porque esta posição diminui o continente do túnel e precipita os sintomas da Síndrome do túnel do carpo.&lt;br&gt; 2 - Sinal de Tinel - A percursão do nervo mediano ao nível do canal do carpo ou imediatamente proximal a ele pode provocar choques ou hiperestesia no território inervado pelo nervo mediano na Síndrome do túnel do carpo.&lt;br&gt; 3 - Sensibilidade discriminativa de dois pontos estáticos (Weber) - este teste de sensibilidade entre dois pontos mede a densidade de inervação cutânea quanto ao número de fibras de adaptação lenta e sistema de receptores. É bastante útil para estabelecer o grau de comprometimento de um nervo periférico sensitivo.&lt;br&gt; 4 - Sensibilidade entre dois pontos móveis - mede a densidade de inervação de fibras de adaptação rápida e sistema de receptores. &lt;br&gt;5 - Teste motor - Procurar determinar a existência de paresias comparando sempre com o lado contralateral, dando importância ao lado dominante do paciente e ao biotipo do paciente.&lt;/font&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Patologias encontradas com mais frequência nos mecanismos por esforços repetitivos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;1- Síndrome do túnel do carpo:&lt;br&gt;O que é túnel do carpo?&lt;br&gt;É o canal formado anatomicamente pelos ossos localizados na região do carpo (punho) e por um ligamento forte na região do carpo.&lt;br&gt; As paredes laterais e o assoalho são constituidas pelos ossos do carpo e o teto pelo lig. transverso do carpo. O túnel do carpo contém tendões que flexionam os dedos e o polegar e o nervo mediano que proporciona sensibilidade ao polegar, indicador e metade radial do anular.&lt;br&gt; Quais são as causas?&lt;br&gt;É causada por uma compressão do nervo mediano no canal do carpo e pode ser causada por vários problemas. Um aumento do volume do conteúdo do canal do carpo ou uma diminuição no continente criam situações de compressão do nervo mediano contra o ligamento transverso do carpo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Algumas causas de compressão do nervo mediano no canal do carpo:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A) Inflamação ou edema nos tendões e bainhas tendinosas no canal do carpo;&lt;br&gt;B) Retenção de líquido; &lt;br&gt;C) Lesões por esmagamento;&lt;br&gt;D) Edema na mão e antebraço;&lt;br&gt;E) Alargamento do nervo mediano;&lt;br&gt; F) Condições sistêmicas (gravidez, anticoncepcional):&lt;br&gt;G) Fraturas e luxação ao nível do punho:&lt;br&gt;H) Artrite reumatóide;&lt;br&gt;I) alargamento do nervo mediano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Sinais e sintomas: Manifestações mais comuns são: formigamento, adormecimento e queimação do polegar, dedo indicador, médio e metade do anular. Ocorrem mais comumente à noite e nas primeiras horas da manhã. A dor pode irradiar para cotovelo, ombro e região cervical.&lt;br&gt; A diminuição da sensibilidade da mão pode causar fraqueza e perda da capacidade funcional da mão. Os pacientes geralmente referem que deixam cair objetos e que não conseguem sentir suas temperaturas, a mão pode ficar fria e seca.&lt;br&gt; Pode haver atrofia da região tenar, e quando comparado uma mão com a outra há um achatamento desta região.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Condições mais propensas a desenvolver a doença:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A síndrome do túnel do carpo pode estar relacionada com a idade, o sexo, a ocupação, a fatores hereditários e a condições médicas. Trabalhos que requerem o uso da palma da mão com pressões e esforços repetidos ao nível do punho podem aumentar a possibilidade de desenvolvimento de uma síndrome do túnel do carpo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Diagnóstico:&lt;br&gt;Teste de Tinel - Percussão da área do nervo mediano e obtenção de choque irradiado para o nervo mediano.&lt;br&gt;Teste de Phalen - Flexão passiva do punho por um período de um minuto e será positivo se o paciente referir dor, choque ou adormecimento na área inervada pelo mediano.&lt;br&gt; Teste de sensibilidade discriminativa de dois pontos revelará perda da função sensitiva na região inervada pelo N. Mediano.&lt;br&gt;Tratamento conservador&lt;br&gt;Os pacientes com poucos sintomas devem iniciara o tratamento conservador. O tratamento conservador é realizado pelo uso de órtese para alívio dos sintomas e fisioterapia. O tempo que o paciente deverá usar a órtese varia de paciente para paciente e é de acordo com a preferência do médico.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Tratamento cirúrgico:&lt;br&gt;É realizado quando os pacientes não apresentam melhora com o tratamento conservador. A cirurgia é realizada com anestesia local e é realizado uma incisão no ligamento transverso do carpo, que aliviará a compressão do nervo mediano.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;2 - Síndrome do túnel cubital:&lt;br&gt;O que é túnel cubital?&lt;br&gt;É um canal localizado ao nível do cotovelo por onde passa o nervo ulnar, cujos limites são: epicôndilo medial anteriormente, lig. ulno-umeral lateralmente e póstero-medialmente as duas cabeças do flexor ulnar do carpo. O teto do túnel é formado por uma banda fibrosa que se estende do olécrano ao epicôndilo medial.&lt;br&gt; Quais as causas?&lt;br&gt;Algumas doenças podem predispor esta neuropatia compressiva, são: diabetes, insuficiência renal, desnutrição, alcoolismo crônico, hemofilia, lepra, mieloma múltiplo, acromegalia e outras.&lt;br&gt;Podem ser também por condições patológicas, traumáticas ou anatômicas.&lt;br&gt; Quadro clínico:&lt;br&gt;Paciente refere dor no cotovelo, parestesias, hipoestesia no território do N. Ulnar e paresia dos músculos inervados pelo N. Ulnar.&lt;br&gt;Tratamento &lt;br&gt;O tratamento conservador sempre deve ser realizado e inclui o repouso do cotovelo, medicação anti-inflamatória, uso de órtese e fisioterapia.&lt;br&gt; Quando o paciente não evolui bem há indicação de procedimento cirúrgico - neurólise do nervo ulnar ao nível do cotovelo, com ou sem epicondilectomia, Transposição superficial.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;3 - Síndrome do canal de Guyon:&lt;br&gt;É a compressão do nervo ulnar ao nível do punho no canal descrito por Guyon. &lt;br&gt;Limites&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;- medial: psiforme e origem tendinosa do abdutor do dedo mínimo;&lt;br&gt;- lateral: hâmulo do hamato e expansão da fáscia do palmar longo;&lt;br&gt;- teto: ligamento carpal volar (piso-hamático);&lt;br&gt; - assoalho: pelos ossos do carpo.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Etiologia: &lt;br&gt;Uma das causas mais comuns é a compressão do N. Ulnar no canal de Guyon por um cisto sinovial. Outras causas são alterações da artéria ulnar que passa junto ao n. Ulnar e fraturas dos ossos do carpo.&lt;br&gt; Quadro clínico:&lt;br&gt;Dor ao nível do bordo medial do punho e alterações de sensibilidade no dedo mínimo e metade medial do dedo anular. Pode haver paresia progressiva dos músculos intrínsecos da mão inervados pelo nervo ulnar.&lt;br&gt; Tratamento:&lt;br&gt;Quando se detecta uma causa física da compressão há indicação cirúrgica para descompressão do nervo ulnar. Nas alterações anatômicas pode-se tentar tratamento conservador com repouso, uso de órtese, medicação anti-inflamatória, medicação anti-inflamatória e fisioterapia. Na persistência dos sintomas deve-se indicar cirurgia para promover descompressão do nervo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Tenosinovite estenosante DeQuervain&lt;br&gt;Anatomia:&lt;br&gt;Na região dorsal do punho estão os tendões estensores dos dedos, polegar e do punho. Estes tendões passam por 6 túneis que formam o retináculo dos estensores ou ligamento carpal dorsal.&lt;br&gt; O primeiro compartimento dorsal é o mais lateral de todos e nele passam os tendões abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar. Estes tendões têm função de afastar o polegar da mão e movimentar o punho.&lt;br&gt;O que é tenosinovite DeQuervain?&lt;br&gt; A moléstia de DeQuervain é um processo inflamatório agudo dos tendões do 1°compartimento dorsal do punho. O tecido sinovial que envolve o 1° compartimento dorsal sofre um processo de espessamento e edema diminuindo o continente deste túnel. Os tendões podem inchar ao redor desta constrição e so0frer aderências.&lt;br&gt; O que causa a tenosinovite DeQuervain?&lt;br&gt;Essa inflamação pode ocorrer por qualquer condição que cause alteração anatômica do primeiro compartimento ou edema e espessamento dos tendões e bainhas. Traumas repetidos, esforços repetidos, reumatismo pode precipitar a doença, mas em muitos casos não há uma causa bem definida.&lt;br&gt; Quem desenvolve a doença?&lt;br&gt;Ocorre mais freqüentemente entre os 30 e 50 anos, as mulheres são mais acometidas numa razão de 8/1. As pessoas que desenvolvem tarefas com movimentos repetidos de lateralização do punho com preensão utilizando o polegar são mais predispostas a desenvolver esta patologia.&lt;br&gt; Sinais e sintomas:&lt;br&gt;O sintoma principal é dor na base do polegar. Pode haver irradiação da dor para o polegar e antebraço. A dor normalmente piora com o esforço físico da mão. Pode haver e crepitação na região lateral do punho.&lt;br&gt; Como é feito o diagnóstico?&lt;br&gt;O diagnóstico é feito através da dor no lado radial do punho associado a certo grau de edema. O sinal de Finkelstein é positivo: neste teste a manobra de desvio ulnar do punho com mão fechada é extremamente dolorosa nos pacientes portadores da doença.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Tratamento conservador:&lt;br&gt;Normalmente inicia-se o tratamento com medicação anti-inflamatória e uso de imobilizador (gesso ou órtese) A infiltração com corticóide pode ser utilizada também para melhorar o processo anti-inflamatório, bem como a fisioterapia.&lt;br&gt; Tratamento cirúrgico:&lt;br&gt;Se os sintomas persistirem apesar do tratamento conservador a cirurgia estará indicada. Realiza-se uma incisão transversa sob o primeiro compartimento dorsal, seccionamos o ligamento dorsal do carpo e expõem-se os tendões abdutor longo do polegar e extensor curto do polegar que são testados qto a mobilidade e aderências, a ferida é então fechada.&lt;br&gt; Pós-operatório:&lt;br&gt;O paciente é mantido com curativo e orientado a movimentar o polegar dentro do limite da sua dor. A recidiva é rara.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;font face="Verdana" color="#000000"&gt;Marcelo Zeltzer &lt;/font&gt;&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div align="left"&gt; &lt;div align="justify"&gt; &lt;dl&gt; &lt;dt&gt;&lt;span&gt;&lt;font face="Verdana" color="#000000"&gt;Fisioterapeuta - Petrópolis/RJ &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-5225392866132710393?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/5225392866132710393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=5225392866132710393' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5225392866132710393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5225392866132710393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/06/lesoes-cronicas-da-mao-na-dort-ler.html' title='Lesões cronicas da mão na Dort / Ler'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8993847890877320447</id><published>2009-06-04T13:11:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T13:11:00.727-07:00</updated><title type='text'>Acidentes e mãos e dedos</title><content type='html'>&lt;a title="View Protecao Das Maos on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/6717879/Protecao-Das-Maos" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;"&gt;Protecao Das Maos&lt;/a&gt; &lt;object codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" id="doc_541870845573888" name="doc_541870845573888" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%" rel="media:presentation" resource="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6717879&amp;access_key=key-26yk6cnf0xdkcddh3r0g&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" xmlns:media="http://search.yahoo.com/searchmonkey/media/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/terms/" &gt;  &lt;param name="movie" value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6717879&amp;access_key=key-26yk6cnf0xdkcddh3r0g&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode="&gt;   &lt;param name="quality" value="high"&gt;   &lt;param name="play" value="true"&gt;  &lt;param name="loop" value="true"&gt;   &lt;param name="scale" value="showall"&gt;  &lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;   &lt;param name="devicefont" value="false"&gt;  &lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;   &lt;param name="menu" value="true"&gt;  &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;   &lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;   &lt;param name="salign" value=""&gt;        &lt;embed src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6717879&amp;access_key=key-26yk6cnf0xdkcddh3r0g&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" play="true" loop="true" scale="showall" wmode="opaque" devicefont="false" bgcolor="#ffffff" name="doc_541870845573888_object" menu="true" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" salign="" type="application/x-shockwave-flash" align="middle"  height="500" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt;             &lt;span rel="media:thumbnail" href="http://i.scribd.com/profiles/images/cxuqr3cp70xz1-thumb.jpg"&gt;       &lt;span property="media:title"&gt;Protecao Das Maos&lt;/span&gt;   &lt;span property="dc:creator"&gt;api_user_11797_SESMT00&lt;/span&gt;       &lt;span property="dc:type" content="Text"&gt;    &lt;/object&gt; &lt;div style="margin: 6px auto 3px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block;"&gt;    &lt;a href="http://www.scribd.com/upload" style="text-decoration: underline;"&gt;Publish at Scribd&lt;/a&gt; or &lt;a href="http://www.scribd.com/browse" style="text-decoration: underline;"&gt;explore&lt;/a&gt; others:            &lt;a href="http://www.scribd.com/browse/School-Work/" style="text-decoration: underline;"&gt;School Work&lt;/a&gt;              &lt;a href="http://www.scribd.com/browse/Research/Humanities" style="text-decoration: underline;"&gt;Humanities&lt;/a&gt;                  &lt;a href="http://www.scribd.com/tag/culture" style="text-decoration: underline;"&gt;culture&lt;/a&gt;              &lt;a href="http://www.scribd.com/tag/literature" style="text-decoration: underline;"&gt;literature&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8993847890877320447?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8993847890877320447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8993847890877320447' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8993847890877320447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8993847890877320447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/06/acidentes-e-maos-e-dedos.html' title='Acidentes e mãos e dedos'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-6650651946580637919</id><published>2009-05-16T13:10:00.000-07:00</published><updated>2009-05-16T13:10:00.887-07:00</updated><title type='text'>Prevençao em lesão de mãos e dedos</title><content type='html'>&lt;a title="View PrevenÇÃo Acidentes Com mÃos on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/6717884/PrevenCAo-Acidentes-Com-mAos" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;"&gt;PrevenÇÃo Acidentes Com mÃos&lt;/a&gt; &lt;object codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" id="doc_169028398543395" name="doc_169028398543395" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%" rel="media:presentation" resource="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6717884&amp;access_key=key-8pwj111255944fb19q&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" xmlns:media="http://search.yahoo.com/searchmonkey/media/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/terms/" &gt;  &lt;param name="movie" value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6717884&amp;access_key=key-8pwj111255944fb19q&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode="&gt;   &lt;param name="quality" value="high"&gt;   &lt;param name="play" value="true"&gt;  &lt;param name="loop" value="true"&gt;   &lt;param name="scale" value="showall"&gt;  &lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;   &lt;param name="devicefont" value="false"&gt;  &lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;   &lt;param name="menu" value="true"&gt;  &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;   &lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;   &lt;param name="salign" value=""&gt;        &lt;embed src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6717884&amp;access_key=key-8pwj111255944fb19q&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" play="true" loop="true" scale="showall" wmode="opaque" devicefont="false" bgcolor="#ffffff" name="doc_169028398543395_object" menu="true" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" salign="" type="application/x-shockwave-flash" align="middle"  height="500" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt;             &lt;span rel="media:thumbnail" href="http://i.scribd.com/profiles/images/ndvaijuhuekn-thumb.jpg"&gt;       &lt;span property="media:title"&gt;PrevenÇÃo Acidentes Com mÃos&lt;/span&gt;   &lt;span property="dc:creator"&gt;api_user_11797_SESMT00&lt;/span&gt;       &lt;span property="dc:type" content="Text"&gt;    &lt;/object&gt; &lt;div style="margin: 6px auto 3px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block;"&gt;    &lt;a href="http://www.scribd.com/upload" style="text-decoration: underline;"&gt;Publish at Scribd&lt;/a&gt; or &lt;a href="http://www.scribd.com/browse" style="text-decoration: underline;"&gt;explore&lt;/a&gt; others:            &lt;a href="http://www.scribd.com/browse/School-Work/" style="text-decoration: underline;"&gt;School Work&lt;/a&gt;              &lt;a href="http://www.scribd.com/browse/Magazines-Newspapers/" style="text-decoration: underline;"&gt;Magazines &amp; Newspape&lt;/a&gt;                  &lt;a href="http://www.scribd.com/tag/safety" style="text-decoration: underline;"&gt;safety&lt;/a&gt;              &lt;a href="http://www.scribd.com/tag/trabalho" style="text-decoration: underline;"&gt;trabalho&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-6650651946580637919?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/6650651946580637919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=6650651946580637919' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6650651946580637919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/6650651946580637919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/05/prevencao-em-lesao-de-maos-e-dedos.html' title='Prevençao em lesão de mãos e dedos'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-2210901058331141550</id><published>2009-04-30T13:09:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T13:09:01.478-07:00</updated><title type='text'>Apresetação de Fratura no Escafóide</title><content type='html'>&lt;a title="View Fratura Do Escafóide on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/7457529/Fratura-Do-Escafoide" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;"&gt;Fratura Do Escafóide&lt;/a&gt; &lt;object codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" id="doc_57575330678324" name="doc_57575330678324" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%" rel="media:document" resource="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=7457529&amp;access_key=key-5zt70k01opg0vocscjw&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" xmlns:media="http://search.yahoo.com/searchmonkey/media/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/terms/" &gt;  &lt;param name="movie" value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=7457529&amp;access_key=key-5zt70k01opg0vocscjw&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode="&gt;   &lt;param name="quality" value="high"&gt;   &lt;param name="play" value="true"&gt;  &lt;param name="loop" value="true"&gt;   &lt;param name="scale" value="showall"&gt;  &lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;   &lt;param name="devicefont" value="false"&gt;  &lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;   &lt;param name="menu" value="true"&gt;  &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;   &lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;   &lt;param name="salign" value=""&gt;        &lt;embed src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=7457529&amp;access_key=key-5zt70k01opg0vocscjw&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" play="true" loop="true" scale="showall" wmode="opaque" devicefont="false" bgcolor="#ffffff" name="doc_57575330678324_object" menu="true" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" salign="" type="application/x-shockwave-flash" align="middle"  height="500" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt;             &lt;span rel="media:thumbnail" href="http://i.scribd.com/profiles/images/7grxq1to6drb1-thumb.jpg"&gt;       &lt;span property="media:title"&gt;Fratura Do Escafóide&lt;/span&gt;   &lt;span property="dc:creator"&gt;fabifortisakabe5960&lt;/span&gt;       &lt;span property="dc:type" content="Text"&gt;    &lt;/object&gt; &lt;div style="margin: 6px auto 3px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block;"&gt;    &lt;a href="http://www.scribd.com/upload" style="text-decoration: underline;"&gt;Publish at Scribd&lt;/a&gt; or &lt;a href="http://www.scribd.com/browse" style="text-decoration: underline;"&gt;explore&lt;/a&gt; others:                &lt;a href="http://www.scribd.com/tag/Science-Engineering" style="text-decoration: underline;"&gt;Science-Engineering&lt;/a&gt;              &lt;a href="http://www.scribd.com/tag/Science" style="text-decoration: underline;"&gt;Science&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-2210901058331141550?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/2210901058331141550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=2210901058331141550' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2210901058331141550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2210901058331141550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/04/apresetacao-de-fratura-no-escafoide.html' title='Apresetação de Fratura no Escafóide'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-4160291779420014953</id><published>2009-04-10T14:15:00.001-07:00</published><updated>2009-04-10T14:15:41.294-07:00</updated><title type='text'>Sua saúde no Twitter</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br clear="all"&gt;Noticias sobre a sua saúde diretamente no Twitter.&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Engloba todos os blogs que a Chakalat.net com diversos assuntos como: fisioterapia, odontologia, esportes, estetica, relaxamento, educação física, hérnia de disco e etc.&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Siga-nos agora!!!&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href="http://twitter.com/suasaude"&gt;http://twitter.com/suasaude&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-4160291779420014953?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/4160291779420014953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=4160291779420014953' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4160291779420014953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4160291779420014953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/04/sua-saude-no-twitter.html' title='Sua saúde no Twitter'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7058777986485092732</id><published>2009-04-10T13:09:00.001-07:00</published><updated>2009-04-10T13:09:20.153-07:00</updated><title type='text'>Fraturas do membro superior</title><content type='html'>&lt;a title="View Fraturas MMSS on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/6588574/Fraturas-MMSS" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;"&gt;Fraturas MMSS&lt;/a&gt; &lt;object codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" id="doc_93422660596205" name="doc_93422660596205" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%" rel="media:presentation" resource="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6588574&amp;access_key=key-10j4z3uf7bvu7luu0k1h&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" xmlns:media="http://search.yahoo.com/searchmonkey/media/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/terms/" &gt;  &lt;param name="movie" value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6588574&amp;access_key=key-10j4z3uf7bvu7luu0k1h&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode="&gt;   &lt;param name="quality" value="high"&gt;   &lt;param name="play" value="true"&gt;  &lt;param name="loop" value="true"&gt;   &lt;param name="scale" value="showall"&gt;  &lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;   &lt;param name="devicefont" value="false"&gt;  &lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;   &lt;param name="menu" value="true"&gt;  &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;   &lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;   &lt;param name="salign" value=""&gt;        &lt;embed src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=6588574&amp;access_key=key-10j4z3uf7bvu7luu0k1h&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" play="true" loop="true" scale="showall" wmode="opaque" devicefont="false" bgcolor="#ffffff" name="doc_93422660596205_object" menu="true" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" salign="" type="application/x-shockwave-flash" align="middle"  height="500" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt;             &lt;span rel="media:thumbnail" href="http://i.scribd.com/profiles/images/eze67j1cdwf63-thumb.jpg"&gt;       &lt;span property="media:title"&gt;Fraturas MMSS&lt;/span&gt;   &lt;span property="dc:creator"&gt;api_user_11797_sobralense&lt;/span&gt;       &lt;span property="dc:type" content="Text"&gt;    &lt;/object&gt; &lt;div style="margin: 6px auto 3px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 12px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block;"&gt;    &lt;a href="http://www.scribd.com/upload" style="text-decoration: underline;"&gt;Publish at Scribd&lt;/a&gt; or &lt;a href="http://www.scribd.com/browse" style="text-decoration: underline;"&gt;explore&lt;/a&gt; others:                &lt;a href="http://www.scribd.com/tag/Uncategorizable-Uncategorizable" style="text-decoration: underline;"&gt;Uncategorizable-Unca&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7058777986485092732?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7058777986485092732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7058777986485092732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7058777986485092732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7058777986485092732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/04/fraturas-do-membro-superior.html' title='Fraturas do membro superior'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-5935670722967072028</id><published>2009-02-21T13:38:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:38:30.063-08:00</updated><title type='text'>Fratura de Barton</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;Fratura de &lt;b&gt;Barton&lt;/b&gt; é uma&amp;nbsp;&lt;b&gt;fratura&lt;/b&gt; intra-articular do &lt;a class="mw-redirect" title="Rádio distal" href="http://64.233.187.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Distal_radius&amp;amp;prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3Dfratura%2Bde%2Bbarton%26tq%3DBarton%2Bfracture%26sl%3Dpt%26tl%3Den&amp;amp;usg=ALkJrhi1gBmuUdm2V9fhbKc6mirew3KA6A"&gt;&lt;font color="#002bb8"&gt;rádio distal&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; com luxação do &lt;a class="mw-redirect" title="Radiocárpicos conjunta" href="http://64.233.187.132/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Radiocarpal_joint&amp;amp;prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3Dfratura%2Bde%2Bbarton%26tq%3DBarton%2Bfracture%26sl%3Dpt%26tl%3Den&amp;amp;usg=ALkJrhjID0Xm65CqVm9WPkygh5hK6EUH4w"&gt;&lt;font color="#002bb8"&gt;radiocárpicos comum.&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;,&amp;#39;serif&amp;#39;; mso-fareast-font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;É uma fratura-luxação com lesão intraarticular, na qual o carpo e a margem do radio distal são desviados em conjunto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;O tratamento desta fratura é normalmente feito por redução aberta e fixação interna com placa e parafusos, mas ocasionalmente a fratura pode ser tratada conservadoramente.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-5935670722967072028?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/5935670722967072028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=5935670722967072028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5935670722967072028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5935670722967072028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fratura-de-barton.html' title='Fratura de Barton'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1053418598337074310</id><published>2009-02-21T13:35:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:35:34.477-08:00</updated><title type='text'>Fraturas intra-articulares complexas do rádio distal: classifição e conduta</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fraturas intra-articulares complexas do rádio distal: classifição e conduta&lt;/b&gt;  &lt;p&gt;As fraturas intra-articulares do rádio distal requerem uma redução anatômica já que um degrau mínimo de desvio está associada com o desenvolvimento de osteoartrose. Tais fraturas são classificadas com base tanto no mecanismo como no padrão de lesão. A classificação compreensiva das fraturas define aquelas que ocorrem devido a uma força de cizalhamento e que envolvam parte da superficie articular como tipo B. Estas por sua vez são subdivididas em tipo B1, que envolve o processo estilóide do rádio (fratura do chauffeur); tipo B2, que envolve a margem dorsal do rádio; e tipo B3 que envolve a margem volar distal do rádio (fratura de Barton). As fraturas do grupo B são instáveis e com frequência requerem intervenção cirúrgica. As fraturas intra-articulares resultam de uma força de compressão sobre a extremidade distal e são classificads como grupo C. O tipo C é uma fratura em duas partes sem cominução metafisária; o tipo C2 é uma fratura em duas partes com comunição metafisária, e a tipo C3, é uma fratura com mais de duas partes com ou sem comunição. A tática operatória para es fraturas por compressão envolve a restauraçào dos quatro fragmentos &amp;quot;comuns&amp;quot; em sequência. Isto pode ser consegiudo somente através de manobras manipulativas ou com uma limitada exposição dos fragmentos fraturados e estabilização percutânia com fios de Kirschner. Frequentemente é necessária a neutralização com um fixador externo e enxerto ósseo autólogo. &lt;br&gt; &lt;/p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1053418598337074310?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1053418598337074310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1053418598337074310' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1053418598337074310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1053418598337074310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fraturas-intra-articulares-complexas-do.html' title='Fraturas intra-articulares complexas do rádio distal: classifição e conduta'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7907149499596411237</id><published>2009-02-21T13:33:00.003-08:00</published><updated>2009-02-21T13:33:51.193-08:00</updated><title type='text'>Fraturas da base do primeiro metacarpo</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;São tratados em um capítulo separado por serem de difícil manutenção de redução em gesso pela ação da musculatura tênar e ação isolada do abdutor do polegar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;As fraturas de Bennet e Rolando são por regra de redução fechada e fixação percutanea . A manobra de redução destas fraturas são por tração, pronação, adução e extensão do polegar, com tração direta sobre este e então fixação percutanea ao trapézio e segundo metacarpo. As fraturas da base do primeiro metacarpo extra articulares são incapacitantes quando possuem angulação maior que 30 graus.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7907149499596411237?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7907149499596411237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7907149499596411237' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7907149499596411237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7907149499596411237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fraturas-da-base-do-primeiro-metacarpo.html' title='Fraturas da base do primeiro metacarpo'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-5522761223780492835</id><published>2009-02-21T13:33:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:33:19.040-08:00</updated><title type='text'>Luxação carpo metacárpica</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Cerca de 70% delas ocorrem&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;na articulação do quinto osso metacarpal com o hamáto, pela maior mobilidade desta articulação. Nos casos de luxação sem fratura, redução fechada e gesso antebraquiopalmar são suficientes na maioria dos casos. Outros casos são tratados de forma geralmente cirúrgica com redução aberta e fixação percutanea com&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;fios de Kirschner.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Devemos atentar para o grande edema destas lesões e o risco de síndrome compartimenta, e lembrarmos&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;que o terceiro raio da mão é a chave para uma redução anatômica.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-5522761223780492835?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/5522761223780492835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=5522761223780492835' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5522761223780492835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/5522761223780492835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/luxacao-carpo-metacarpica.html' title='Luxação carpo metacárpica'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-8204471637620346773</id><published>2009-02-21T13:32:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:32:20.336-08:00</updated><title type='text'>Fraturas dos metacarpos</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Correspondem a cerca de 30% de todas as fraturas da mão. O objetivo do tratamento é restaurar os arcos longitudinal e dorsal da mão, além de corrigir encurtamentos, desvios angulares e rotacionais. Dividimos&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;as fraturas dos metacarpos em cabeça, colo, diáfise e base para meio de diagnóstico e tratamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Fraturas da cabeça devem ter sua superfície articular restaurada. Quando sem desvio, são imobilizadas em tala metacarpo falangiana em flexão de 70 graus.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Fraturas do colo são mais freqüentes no quinto metacarpo(fratura de boxer) e aceitam desvios de até 30 graus de flexão para tratamento conservador. Se desvios maiores devem ser reduzidas aberta ou fechada e fixada por meio de placas e parafusos ou fios de Kirschner.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Fraturas da diáfise causam uma sobreposição de 1,5 cm sobre o dedo vizinho a cada 5 graus de rotação. Portanto qualquer grau de rotação é inaceitável, devendo ser reduzido aberta ou fechada&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;e fixada por meio de fios de Kirschner ou placas e parafusos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Fraturas da base por serem articulares seguem o mesmo princípio das fraturas da cabeça, devendo ter sua anatomia restaurada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-8204471637620346773?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/8204471637620346773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=8204471637620346773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8204471637620346773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/8204471637620346773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fraturas-dos-metacarpos.html' title='Fraturas dos metacarpos'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-2379855496968390705</id><published>2009-02-21T13:31:00.003-08:00</published><updated>2009-02-21T13:31:41.407-08:00</updated><title type='text'>Fraturas das falanges</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;São fraturas muito comuns, que acontecem principalmente na idade produtiva e estão ligadas com acidentes no trabalho na sua maioria dos casos. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A maioria das fraturas são estáveis e podem ser tratadas por meio de uso de talas metálicas. Indicamos o tratamento cirúrgico nos seguintes casos- falha na redução da fratura, fraturas intra-articulares e instáveis, associação a lesões extensas de partes moles, fraturas expostas ou com grande perda óssea, fraturas associadas à politrauma ou fraturas epifisiárias em crianças tipo Salter-Harris III e IV.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Devemos atentar para&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a importância de evitarmos a permanência principalmente de desvios rotacionais e angulares.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-2379855496968390705?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/2379855496968390705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=2379855496968390705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2379855496968390705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2379855496968390705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fraturas-das-falanges.html' title='Fraturas das falanges'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-4966754167442314920</id><published>2009-02-21T13:31:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:31:18.128-08:00</updated><title type='text'>Fratura de Monteggia</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;É uma fratura do terço proximal da ulna com luxação da cabeça do rádio, podendo esta luxação ser classificada em 4 tipos de acordo com o sentido da luxação da cabeça do rádio.(anterior 60%, posterior, lateral e fratura de ambos os ossos proximalmente com luxação da cabeça do rádio).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;O tratamento em crianças pode ser exitoso com a redução fechada e imobilização. No adulto é indicada a redução aberta e fixação interna. Importante é lembrar da lesão e interposição do ligamento anular ao nível da cabeça do rádio, lesão esta responsável tanto pela dificuldade de redução como instabilidade pós redução.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-4966754167442314920?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/4966754167442314920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=4966754167442314920' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4966754167442314920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4966754167442314920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fratura-de-monteggia.html' title='Fratura de Monteggia'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7553261624368684071</id><published>2009-02-21T13:29:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:29:47.237-08:00</updated><title type='text'>Fratura isolada da ulna (fratura do cassetete)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Fratura isolada da ulna(fratura do cassetete)&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Geralmente resulta de um golpe direto sobre a ulna. Quando há pouco desvio é passível de tratamento conservador, com imobilização gessada por cerca de 3 meses. Quando há deslocamento maior que 50% ou angulação maior que 10 graus, considera-se a redução aberta e fixação&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;interna.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt 70.8pt"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7553261624368684071?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7553261624368684071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7553261624368684071' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7553261624368684071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7553261624368684071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fratura-isolada-da-ulna-fratura-do.html' title='Fratura isolada da ulna (fratura do cassetete)'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-3658496210769379503</id><published>2009-02-21T13:28:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:28:40.522-08:00</updated><title type='text'>FIXADORES EXTERNOS - TÉCNICA DE ILIZAROV</title><content type='html'>&lt;div&gt; &lt;h2&gt;&amp;nbsp;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Os primeiros fixadores externos, técnica de Ilizarov, também conhecidos por Fixadores Russos, que obtiveram sucesso em Goiás foram feitos pelos médicos Ricardo Esperidião e Wellington Jorge. Os pacientes dos primeiros casos já estavam em fase de amputação das pernas e tinham esgotado todas as possibilidades de tratamentos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ricardo Esperidião salienta que, se bem utilizado, o aparelho pode transformar a vida das pessoas, pois atua para realizar grandes alongamentos ósseos em processos congênitos (pessoas que nascem com membros curtos), nas infecções chamadas osteomielites e fraturas expostas, e com grandes perdas ósseas. As montagens são realizadas nesses casos para traumas ou perdas ósseas, dispensando a utilização de enxertos pelo princípio da compressão e distração, propiciando a formação óssea.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O ortopedista Esperidião recorda que o método tornou-se moda no Brasil inteiro e em Goiás não foi diferente. Para ele, esse modismo não trouxe benefício porque muitos médicos, que não sabiam utilizar a técnica de maneira adequada, não conseguiram o resultado desejado. &amp;quot;Colocar o aparelho é relativamente fácil; entretanto, obter os resultados não é tão simples. Muitos que não utilizavam a técnica correta obtiveram resultado negativo&amp;quot;, afirma Ricardo. Outro ponto observado por ele foi a utilização indiscriminada dos aparelhos. Por exemplo, não era recomendado que se colocasse em crianças muito pequenas, em pacientes com problemas neurológicos e em casos de depressão, psicoses e outros transtornos, pois essas pessoas não toleram o aparelho. Mesmo assim alguns profissionais utilizaram a técnica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os resultados negativos, oriundos dessa má utilização, fizeram com que muitos que realmente precisavam se recusassem a utilizá-lo. &amp;quot;Depois da fase inicial, houve um momento que o uso se tornou mais preciso, deixou de ser novidade. Como o método era bom, não caiu no esquecimento; pelo contrário, voltou a ser usado. Em 2006, muitos colegas fazem esse procedimento de maneira excelente e obtendo ótimos resultados&amp;quot;, afirma.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ricardo Esperidião retornou, em 1979, de São Paulo, para trabalhar em Goiás, onde nasceu e está até hoje. Foi um dos pioneiros no Brasil a conhecer os Fixadores Externos, técnica de Ilizarov. Ele e mais 12 médicos brasileiros viajaram para os Estados Unidos, por ocasião de um congresso em Washington, para apresentação teórica e prática dos métodos de Ilzarov. Logo em seguida, em 1986, durante a jornada dos ex-residentes do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o professor Bianchi-Maiocchi mostrou-lhes pela primeira vez a metodologia de Ilizarov. Em dezembro daquele mesmo ano fundou-se a Associação para Aplicação do Método de Ilzarov (Asami) brasileira, que em 1989 trouxe ao Brasil o professor Ilizarov para ministrar o I Curso Internacional do Método, na USP.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nasceu então a idéia de se fazer uma visita à cidade de Kurgan, na ex-União Soviética, para aperfeiçoamento da técnica. Devido a proximidade geográfica de Goiânia com Brasília e a embaixada russa, Esperidião foi de extrema importância em todo processo, porque naquela época, devido ao contexto político no qual estava inserido a União Soviética, viajar para lá era complicado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Após um ano de negociações, em julho de 1990 o grupo de médicos foi para o país de Ilzarov. Mas, antes de prosseguir para Kurgan, a primeira parada da equipe foi na Universidade de Coimbra, em Portugal, já que o professor Ilzarov ministrou um curso naquela cidade. Após o seminário, os brasileiros se juntaram aos portugueses, alemães e franceses, todos interessados na técnica russa. Eles passaram um mês na cidade de Kurgan aprendendo. Com o retorno, organizaram simpósios e cursos para ensinar outros médicos a colocar o aparelho e sobre sua função.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;a href="http://www.leechvideo.com/video/view945905.html"&gt;Veja aqui a técnica de Ilizarov&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-3658496210769379503?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/3658496210769379503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=3658496210769379503' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3658496210769379503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/3658496210769379503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fixadores-externos-tecnica-de-ilizarov.html' title='FIXADORES EXTERNOS - TÉCNICA DE ILIZAROV'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-7964293360171921217</id><published>2009-02-21T13:23:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:23:41.283-08:00</updated><title type='text'>Tratamento de fratura é simplificado</title><content type='html'>Uma "costura" com fio de aço maleável está substituindo com vantagens o emprego de placas de metal e parafusos no tratamento de fraturas nas mãos. A técnica, desenvolvida pelos médicos Wilson Modesto de Oliveira Júnior e Sérgio Brandi, de Sorocaba, interior de São Paulo, é considerada menos invasiva e custa dez vezes menos do que o tratamento convencional. O procedimento, conhecido como "cerclagem", foi considerado inovador durante apresentação no 1º Congresso Luso-Espanhol de Cirurgia da Mão, realizado na semana passada em Portugal. Segundo Brandi, o fio de aço maleável já era utilizado com bons resultados em fraturas de ossos da face e da coluna. Ele conta que Oliveira Júnior, especialista em traumas de mão, teve a idéia de empregá-lo também nos casos de fraturas de falanges e metacarpos, pequenos ossos que formam a mão humana. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Nas fraturas de mão, a simples imobilização, como ocorre em outras fraturas de membros, não apresenta resultados positivos, daí a necessidade da fixação das partes a serem soldadas naturalmente. Na mesma abertura feita para fixar o pino, é colocado o fio que será amarrado na outra parte do osso lesionado. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A técnica foi adotada pelo setor de ortopedia da Santa Casa de Sorocaba, onde Oliveira Júnior e Brandi atuam. O hospital atende principalmente a casos de acidentes de trabalho, envolvendo operários da construção civil e funcionários de indústrias que operam máquinas. Nos últimos três anos, 60 pacientes foram submetidos a cirurgias com o emprego da cerclagem e o índice de resposta positiva ao tratamento foi considerado muito bom.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Além do custo, que favorece o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o aspecto mais positivo é que o tratamento se torna menos invasivo. "É uma técnica mais simples, que funciona muito bem e pode ser aplicada na maioria dos casos", diz Brandi. O implante de fio maleável, que substitui pinos e placas de metal, tem menos volume e causa danos menores aos tecidos. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A técnica é completada com a mobilização da mão por um período de duas a três semanas. A recuperação dos movimentos é mais rápida. Brandi ressalta que ele e seu colega - que ainda não retornou de Portugal - esperaram a consolidação dos resultados para divulgar a técnica. "Hoje se discute o custo elevado, quase proibitivo, da medicina cirúrgica, por isso achamos importante oferecer essa alternativa", explica. No congresso, a cerclagem de mão foi apresentada durante aula dirigida a especialistas de todo o mundo. A técnica será agora divulgada em revistas científicas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-7964293360171921217?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/7964293360171921217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=7964293360171921217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7964293360171921217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/7964293360171921217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/tratamento-de-fratura-e-simplificado.html' title='Tratamento de fratura é simplificado'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-4868506357760575242</id><published>2009-02-21T13:13:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:13:54.367-08:00</updated><title type='text'>Fratura de colles</title><content type='html'>A &lt;b&gt;fratura de Colles&lt;/b&gt; é a fratura da extremidade distal do rádio, onde o fragmento se desloca para trás e para o exterior. Foi descrita por Colles em 1814.  &lt;p&gt;Ocorre com freqüência em crianças, geralmente de 6 a 10 anos, e em pessoas idosas, principalmente em mulheres acima dos 50 anos, em decorrência da osteoporose.&lt;/p&gt; &lt;div&gt;A causa mais comum é uma queda leve sobre a mão espalmada, onde a extremidade distal do rádio sofre o impacto, e o fragmento ósseo se desloca posteriormente e lateralmente.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Característica&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;Tem como característica o aspecto da mão como o dorso de um garfo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a id="Classifica.C3.A7.C3.A3o" name="Classifica.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Classificação&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Há duas classificações para a fratura de Colles:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;i&gt;Oblíqua&lt;/i&gt;: resulta em duas partes que são cortantes, correndo o risco de romper tecidos e vasos;  &lt;li&gt;&lt;i&gt;Transversal&lt;/i&gt;: fratura perpendicular ao segmento ósseo. &lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;a id="Complica.C3.A7.C3.B5es" name="Complica.C3.A7.C3.B5es"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Complicações&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Pode trazer as seguintes complicações:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;síndrome do túnel do carpo  &lt;li&gt;artrite pós-traumática  &lt;li&gt;Síndrome de Volkman  &lt;li&gt;Calo vicioso  &lt;li&gt;Distrofia Simpática Reflexa &lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;a id="Diagn.C3.B3stico" name="Diagn.C3.B3stico"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Diagnóstico&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;O principal diagnóstico é feito pelo raio-X (radiografia).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Funcionalmente o indivíduo apresenta limitações dos movimentos do punho, dificuldades em realizar pronação e supinação do antebraço em decorrência ao edema.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os sinais clínicos são:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;edema  &lt;li&gt;algia  &lt;li&gt;sinais flogísticos  &lt;li&gt;limitações do punho, antebraço e falanges &lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;a id="Tratamento" name="Tratamento"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Tratamento&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;O tratamento conservador mais indicado é o conservador ortopédico, realizando uma redução sob anestesia e colocando gesso(mantendo-o por um período de 4 a 5 semanas) com o antebraço em posição neutra e o punho em flexão palmar de 10 a 20 graus e inclinação de 10 graus.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como método cirúrgico pode ser utilizado pinagem percutânea, fixador externo ou osteossíntese com placa volar. Quanto ao enxerto ósseo, somente é utilizado em casos especiais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Após a retirada do gesso faz-se mobilização, alongamento e contrações isométricas, além de utilizar laser, eletroterapia, hidroterapia ou crioterapia.&lt;/p&gt; &lt;div class="printfooter"&gt;Obtido em &amp;quot;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fratura_de_Colles"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Fratura_de_Colles&lt;/a&gt;&amp;quot;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-4868506357760575242?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/4868506357760575242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=4868506357760575242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4868506357760575242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/4868506357760575242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fratura-de-colles.html' title='Fratura de colles'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-2636151762527086903</id><published>2009-02-21T13:09:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T13:09:06.307-08:00</updated><title type='text'>Fratura do osso escafóide</title><content type='html'>&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#800000"&gt;Introdução&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;Na maioria das fraturas, a consolidação se processa conforme a expectativa, a função das partes lesadas é gradualmente refeita e pouca ou nenhuma incapacidade permanece. Todavia nem todas as fraturas evoluem tão bem. As complicações muitas vezes são inevitáveis &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Anatomia regional:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O osso escafóide está localizado na primeira fileira dos ossos da mão . Na primeira fileira(proximal) da região medial para a região lateral temos : escafóide, semi-lunar, piramidal e pisiforme. Na segunda fileira(distal) da região medial para a região lateral temos: trapézio, trapezóide, captato e hamato.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na região do punho o escafóide também se articula com o rádio &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Complicações Negativas:&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;As fraturas do escafóide são potencialmente problemáticas e a incidência de complicações é alta . As complicações mais importantes são:&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;A) Necrose do pólo proximal: ocorre por problemas circulatórios:&lt;/b&gt; O suprimento sangüíneo do pólo proximal é feito por vasos intra-ósseos que penetram no dorso do pólo distal. Havendo uma fratura proximal à entrada da ultima artéria nutridora, haverá prejuízo circulatório para o fragmento proximal;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;B) Consolidação viciosa:&lt;/b&gt; o osso perde sua forma original, e a relação com os ossos vizinhos leva à osteoartrose, predispondo às instabilidades do carpo; e&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;C) Pseudo-artroses:&lt;/b&gt; geralmente ocorrem por falha no diagnóstico da fratura, por pouco tempo de imobilização ou tratamento inicial tardio. O tratamento cirúrgico é realizado com a finalidade de restaurar as dimensões originais do osso e obter a consolidação. Nossa preferência é pela técnica de Matti-Russe, em que se aborda o osso por via ventral, expondo os fragmentos que soa escavados e preenchidos com enxerto ósseo esponjoso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Apesar de na maioria das fraturas do escafóide haver consolidação (embora às vezes lentamente), há uma maior tendência à não consolidação que na maioria dos outros ossos (com exceção do colo do fêmur). Em alguns casos a pseudo-artrose pode ser atribuída à imobilização imperfeita , ou possivelmente ,desde que a fratura seja intra-articular, à ação do líquido sinovial, na dificuldade de formação de uma ponte fibrosa entre os fragmentos. Em outros casos a pseudo-artrose pode ser dividida à diminuição do suprimento sangüíneo para um dos fragmentos, havendo uma seqüela comum ,mas não inevitável, de necrose avascular do fragmento proximal..&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando está presente por longo tempo a pseudo-atrose, as superfícies da fratura tornam-se arredondadas ,como se uma articulação estivesse se formando entre eles. Há também alterações císticas em um ou ambos fragmentos .Ainda mais tardiamente, as radiografias podem mostrar uma osteoartrose em fase inicial.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;D) Retardo da consolidação: &lt;/b&gt;em grandes números de casos as fraturas do escafóide consolidam lentamente e ,apesar da imobilização em gesso ,pode demorar ,quatro ,cinco ou mesmo seis meses após a lesão Não está bem definido se o retardamento da consolidação e causado por uma imobilização imperfeita ou pela diminuição do suprimento sangüíneo em um dos fragmentos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Fratura da tuberosidade do osso escafóide &lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;As fraturas da tuberosidade são raras em comparação com aquela com aquela do corpo do escafóide, mais elas são relativamente comuns em meninos adolescentes. Elas não são de grande importância porque geralmente consolidam prontamente e causam pouco problema. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Tipos de fraturas&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Fraturas do osso escafóide&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ocorrem com maior freqüência em adultos, jovens após queda com o punho em hiperextensão. Em geral ,com poucos sinais clínicos ,são tratados como simples contusão ou entorse. Cerca de 4/5 do osso está coberto por cartilagem ,restando apenas uma pequena área para penetração dos vasos que vão nutri-lo .Estes geralmente penetram em sua porção distal e dorsal, o que explica a alta incidência de necrose do fragmento proximal após a fratura.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Classificação&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pode-se classificar as fraturas do escafóide pelo nível anatômico em fraturas do terço proximal ,médio e distal .Podem também ser classificadas pelo traço de fraturas em relação ao eixo longitudinal do escafóide em fraturas transversas, horizontal e oblíqua e horizontal transversa. As fraturas do terço proximal em relação de problemas circulatórios e as fraturas obliquas verticais-que tendem a ser menos estáveis são de pior prognóstico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Fisiopatologia&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;ESCAFOIDITE&lt;/b&gt;. Lesão inflamatória do escafóide carpiano. Observa-se na infância e no inicio da adolescência e caracteriza-se pela dor à palpação e durante a marcha, com inchação e alteração radiológica do escafóide. A natureza da afecção é mal conhecida. mas aproxima-se da osteocondrite do quadril. A escafoidite cura-se espontaneamente em alguns meses com a imobilização no gesso e os analgésicos / antiinflamatórios, que serão suficientes como tratamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ocorre fratura de escafóide durante queda sobre mão espalmada com o punho em dorsiflexão e desvio radial. Em 95 à 100 graus de extensão do punho, o pólo proximal do escafóide permanece fixo, enquanto que o pólo distal movimenta-se dorsalmente, levando à fratura ao nível do corpo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Reabilitação&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;Estes exercícios são para aparelhos de gesso, redução aberta e fixação externa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Imediatos até uma semana.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Trate o edema gravitacional com elevação do ombro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Exercícios de amplitude movimentos ativos e passivos para os dedos, exceto para o polegar, que esta imobilizado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Exercícios de amplitude de movimento ativos e ativos com ajuda para o ombro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Exercícios isométricos para o bíceps, tríceps e deltóide.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Exercícios de amplitude de movimentos ativos e passivos para os dedos, exceto para o polegar, que esta imobilizado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Exercícios de amplitude de movimentos ativos e passivos com ajuda para cotovelo e ombro.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Exercícios isométricos para bíceps, tríceps e deltóide.&lt;br&gt;Limite, supinação e pronação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;De 4 a 6 semanas&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Continue os exercícios de amplitude de movimento ativos e passivos para os dedos, exceto para o polegar, que ainda esta imobilizado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Exercício de amplitude de movimentos ativos e ativos com ajuda para ombro e cotovelo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Limite, supinação e pronação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- De prosseguimento a terapia com exercícios leves de amplitude de movimentos ativos para o punho, e com exercícios ativos (igualmente leves) de oposição e flexão/ extensão para o polegar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Não instituir exercícios passivos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Continue o exercício de amplitude de movimentos ativo e ativos com ajuda para o cotovelo e ombro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;De 12 a 16 semanas&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Estável&lt;br&gt;&lt;br&gt;- O paciente deve estar curado. Considere estimulação elétrica/campo eletromagnético pulsado ou cirurgia, se não ocorreu progressão até a união.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Exercícios de amplitude de movimentos para todos os dedos, punho, cotovelo e ombro. Alem dos exercícios de amplitude de movimentos ativos e ativos com ajuda receite exercícios passivos para conseguir completa mobilidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Fortalecimento da preensão com aperto de bola de borracha ou massa de modelar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Exercícios contra resistência progressivos para o punho e polegar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Use pesos de 1 quilo e aumente, para fortalecimento do bíceps e cintura escapular.&lt;br&gt; &lt;br&gt;- Fluidoterapia ou hidroterapia reduz o desconforto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;- O paciente deve estar curado. Considere estimulação elétrica/campo eletromagnético pulsado ou cirurgia, se não tiver ocorrido progressão até a união.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Podemos chegar a conclusão que as fraturas dos escafóides são raras, dificultando em seu diagnóstico, sendo necessária repetidas chapas de raio X. Após a lesão a fratura do escafóide pode ser quase invisível, necessita-se que o paciente tire mais chapas duas a três semanas após da lesão quando a fratura pode ser vista claramente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As fraturas podem permanecer desconfortáveis por muitas semanas após a lesão. Neste caso uma tala não é de grande auxílio , uma bandagem de crepe por um alguns dias será de maior conforto para o paciente, mas a atividade a ser estimulada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-2636151762527086903?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/2636151762527086903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=2636151762527086903' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2636151762527086903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/2636151762527086903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fratura-do-osso-escafoide.html' title='Fratura do osso escafóide'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5769309376704226756.post-1808496095906258885</id><published>2009-02-21T11:03:00.001-08:00</published><updated>2009-02-21T11:03:46.370-08:00</updated><title type='text'>Fratura de Smith</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#663300"&gt;Introdução&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;Esta fratura foi descrita pela primeira vez, em 1847, por Smith que escreveu: &amp;quot;I can not speak with accuracy as the anatomical characters of the injury, having never had an oppurtunity of examining after death the skeleton of the forearm in those who had during life met with this accident&amp;quot;. Trata-se de uma fratura da extremidade inferior do rádio com deslocamento palmar do fragmento radial distal e deslocação da articulação radiocubital distal. A fratura é provocada por uma queda no dorso do punho flectido.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;Anatomia do punho&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;Um grande número de articulações está presente na região da mão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O punho é uma articulação radiocarpal, classificada como uma articulação elipsóide, com dois graus de liberdade de movimento. A superfície articular do rádio é côncava, e inclui um disco articular localizado próximo a ulna, exatamente para completar essa concavidade, preenchendo o espaço criado pela ausência de superfície articular entre a ulna e os ossos do carpo. As superfícies articulares do escafóide e do semilunar são convexas para corresponder à concavidade do rádio.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os movimentos de abdução e adução ocorrem na articulação radiocarpal ao redor de um eixo que passa pelo capitato, sendo que o desvio em direção a ulna (adução) é aproximadamente o dobro do desvio em direção ao rádio.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma parte do movimento de extensão e flexão do punho ocorre na junta radiocarpal, e o restante na junta mediocarpal (entre as fileiras proximal e distal dos ossos carpais). Dessa forma, o eixo para os movimentos de flexão e extensão do punho muda durante o arco de movimento. A maior parte do movimento de flexão ocorre na articulação radiocarpal (cerca de 50 graus), e o restante ocorre na junta mediocarpal (cerca de 35 graus). Inversamente, a porção principal do movimento de extensão ocorre na articulação mediocarpal, com contribuição menor da radiocarpal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&amp;nbsp;  &lt;div align="center"&gt; &lt;center&gt; &lt;table id="AutoNumber1" style="BORDER-COLLAPSE: collapse" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="100%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;img height="244" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith1.jpg" width="300" border="0"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&amp;gt;&amp;gt; Movimentos na articulação do punho&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;A articulação do punho permite movimentos em dois planos:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. Flexão-Extensão no plano sagital.&lt;br&gt;2. Desvio Radial-Cubital no plano frontal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma combinação destes planos permite a elevada amplitude de movimentos do punho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Desvio Cubital: Dobrar o punho no sentido do dedo menor&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Desvio Radial: Dobrar o punho na direcção do dedo polegar&lt;br&gt;&lt;br&gt; * Extensão do punho (ou flexão dorsal): Dobrar o punho para cima e para trás (no sentido da face dorsal da mão)&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Flexão do punho (ou flexão palmar): Dobrar o punho para baixo (no sentido da face palmar da mão)&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Postura neutra&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Pinça polegar-indicador&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os quatro primeiros movimentos são designados por movimentos extremos quando ocorrem na sua amplitude máxima.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;Fratura Radial Distal&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;A hiper-extensão forçada causa a maioria de fraturas do pulso. O radio é o osso o mais geralmente fraturado no corpo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Estas fraturas ocorrem geralmente em conseqüência do uso do braço para amparar uma queda. &lt;br&gt; &lt;br&gt;As fraturas do Escafóide (o osso carpal o mais freqüentemente ferido) ocorrem mais freqüentemente em indivíduos atléticos novos do que as fraturas radiais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;  &lt;div align="center"&gt; &lt;center&gt; &lt;table id="AutoNumber2" style="BORDER-COLLAPSE: collapse" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="100%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;img height="309" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith2.jpg" width="250" border="0"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;Epidemiologia&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;A fratura radial distal compõe 17% de todas as fraturas tratadas nas emergências. Têm uma distribuição bimodal com picos pediátricos e geriátricos. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;Tipos de Fraturas&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;  &lt;div align="center"&gt; &lt;center&gt; &lt;table id="AutoNumber3" style="BORDER-COLLAPSE: collapse" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="50%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;img height="174" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith3.jpg" width="170" border="0"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width="50%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;A: Fratura de Coles&lt;br&gt;&lt;br&gt;B: Fratura de Smith&lt;br&gt;&lt;br&gt;C: Fratura de Barton&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;Fratura de Smith &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma flexão e uma fratura da extremidade mais baixa do raio, com deslocamento para frente do fragmento mais baixo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Naturalmente não é sempre como fácil de diagnosticar uma fratura quando há quase nenhum deslocamento, ou como na imagem.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;  &lt;div align="center"&gt; &lt;center&gt; &lt;table id="AutoNumber4" style="BORDER-COLLAPSE: collapse" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="100%"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;img height="185" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith4.jpg" width="350" border="0"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;b&gt;Fratura de Smith&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;  &lt;div align="center"&gt; &lt;center&gt; &lt;table id="AutoNumber5" style="BORDER-COLLAPSE: collapse" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td align="middle" width="50%"&gt;&lt;img height="280" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith5.jpg" width="242" border="0"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="middle" width="50%"&gt;&lt;img height="279" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith6.jpg" width="233" border="0"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;b&gt;Incidências póstero-anterior &lt;font color="#663300"&gt;(A)&lt;/font&gt; e lateral &lt;font color="#663300"&gt;(B) &lt;/font&gt;do antebraço distal mostram o aspecto típico da fratura de Smith. O deslocamento palmar do fragmento é claramente evidente na incidência lateral.&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;Classificação&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;Há muitos sistemas de classificação para fartura radial distal. Somente um destes é relevante (a classificação universal de fraturas de Coles). &lt;br&gt;&lt;br&gt;A classificação modificada de Thomas para fraturas de Smith: (Thomas 1957) &lt;br&gt; &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;  &lt;div align="center"&gt; &lt;center&gt; &lt;table id="AutoNumber6" style="BORDER-COLLAPSE: collapse" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td align="middle" width="50%"&gt;&lt;img height="174" src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/smith/smith7.gif" width="228" border="0"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align="middle" width="50%"&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;O tipo I é extremamente articular.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tipo II cruza a superfície articular dorsal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tipo III entra na junção radiocarpal&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;Redução&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A redução da fratura de Smith é conseguida com a tração longitudinal, supinação, e mantendo o pulso no ponto morto &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;Tratamento Fisioterápico&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;- Pré-Cinética&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;» &lt;/b&gt;Crioterapia&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;» &lt;/b&gt;Laser&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;- Cinética&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;» &lt;/b&gt;Mobilização Cicatricial (pós-cirúrgico)&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;» &lt;/b&gt;Massagem Local&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;» &lt;/b&gt;Mobilização do punho, mão e dedos Com Thera-Band&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;»&lt;/b&gt; Alongamento Passivo&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;» &lt;/b&gt;Movimentos Ativos (trabalhar pronação e supinação)&lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;» &lt;/b&gt;Ganho de Arco&lt;br&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;» &lt;/b&gt;Trabalho de Propriocepção&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#663300"&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento das fraturas de Smith merece atenção especial. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Após tratamento cirúrgico, poderão surgir complicações, tais como perda de amplitude de movimento, dor, edema, o que dificultará o retorno à função. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A Fisioterapia tem um importante papel no tratamento pós-operatório destas fraturas, agindo na prevenção e tratamento destas complicações, possibilitando ao paciente o retorno as suas atividades normais, em período breve, seguro e em melhor nível. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5769309376704226756-1808496095906258885?l=fraturademao.chakalat.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fraturademao.chakalat.net/feeds/1808496095906258885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5769309376704226756&amp;postID=1808496095906258885' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1808496095906258885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5769309376704226756/posts/default/1808496095906258885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fraturademao.chakalat.net/2009/02/fratura-de-smith.html' title='Fratura de Smith'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
